Sergipe será incluído em rede de Bancos de Perfis Genéticos

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
SSP ASSINA CONVÊNIO QUE PERMITE USO DE MATERIAIS GENÉTICOS DE TODO O PÁIS EM INVESTIGAÇÕES
SSP ASSINA CONVÊNIO QUE PERMITE USO DE MATERIAIS GENÉTICOS DE TODO O PÁIS EM INVESTIGAÇÕES

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 17/01/2019 às 07:54:00

O Ministério da Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e da Polícia Federal, e a Secretaria da Segurança Pública (SSP/SE) firmaram um acordo de cooperação técnica para adesão do Estado de Sergipe à Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBGP). O acordo permite que as unidades estaduais e federais cadastrem e compartilhem informações genéticas para subsidiar apurações criminais e identificações de pessoas desaparecidas.

"É uma parceria do partilhado pelo governo federal liberado pela Senasp, uma parceira a custo zero. É mais uma ferramente importantíssima para a investigação policial, no Brasil já temos mais de 18 mil perfis genéticos definidos. A partir de junho ou julho teremos condições de fazer todos esses exames no estados de Sergipe com a inauguração do IAPF", afirmou o secretário de Segurança Pública, João Eloy de Menezes.
O termo de cooperação também prevê ações em conjunto para a padronização de procedimentos técnicos de análise de DNA, captação de recursos para a infraestrutura e adoção de medidas de segurança que permitem a confiabilidade dos dados obtidos em cada localidade onde a RIBGP já foi implantada. A rede é composta por Bancos de Perfis Genéticos (estadual, distrital e federal) e o Banco Nacional de Perfis Genéticos.
A rede foi concebida a partir da utilização do sistema CODIS (em inglês, Combined DNA Index System), desenvolvido pelo FBI, instituição que compõe a segurança federal dos Estados Unidos. O programa é de propriedade da unidade de investigação norte-americana e é licenciado para as instituições de segurança pública que compõem a rede brasileira.
"Vale ressaltar que isto servirá para presos condenados por crimes graves e cujo rol é taxativo pela lei que instituiu o banco de dados genéticos a nível federal. Haverá a necessidade de fazer um levantamento da quantidade de presos que são condenados os crimes graves, mediante violência ou grave ameaça e esses números são variáveis porque o preso que está condenado pode responder processo e será submetido aos exames", comentou o secretário de Justiça, Cristiano Barreto.
Para ser útil na apuração criminal, a RIBPG depende da inserção dos perfis genéticos de vestígios e de amostras biológicas deixadas pelos suspeitos nos locais de crime ou no corpo de vítimas, sejam eles de casos relacionados a investigações já concluídas ou em andamento. Esses vestígios, além de serem confrontados entre si, o que permite a detecção de crimes; além da identificação de pessoas desaparecidas.

O Ministério da Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e da Polícia Federal, e a Secretaria da Segurança Pública (SSP/SE) firmaram um acordo de cooperação técnica para adesão do Estado de Sergipe à Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBGP). O acordo permite que as unidades estaduais e federais cadastrem e compartilhem informações genéticas para subsidiar apurações criminais e identificações de pessoas desaparecidas.
"É uma parceria do partilhado pelo governo federal liberado pela Senasp, uma parceira a custo zero. É mais uma ferramente importantíssima para a investigação policial, no Brasil já temos mais de 18 mil perfis genéticos definidos. A partir de junho ou julho teremos condições de fazer todos esses exames no estados de Sergipe com a inauguração do IAPF", afirmou o secretário de Segurança Pública, João Eloy de Menezes.
O termo de cooperação também prevê ações em conjunto para a padronização de procedimentos técnicos de análise de DNA, captação de recursos para a infraestrutura e adoção de medidas de segurança que permitem a confiabilidade dos dados obtidos em cada localidade onde a RIBGP já foi implantada. A rede é composta por Bancos de Perfis Genéticos (estadual, distrital e federal) e o Banco Nacional de Perfis Genéticos.
A rede foi concebida a partir da utilização do sistema CODIS (em inglês, Combined DNA Index System), desenvolvido pelo FBI, instituição que compõe a segurança federal dos Estados Unidos. O programa é de propriedade da unidade de investigação norte-americana e é licenciado para as instituições de segurança pública que compõem a rede brasileira.
"Vale ressaltar que isto servirá para presos condenados por crimes graves e cujo rol é taxativo pela lei que instituiu o banco de dados genéticos a nível federal. Haverá a necessidade de fazer um levantamento da quantidade de presos que são condenados os crimes graves, mediante violência ou grave ameaça e esses números são variáveis porque o preso que está condenado pode responder processo e será submetido aos exames", comentou o secretário de Justiça, Cristiano Barreto.
Para ser útil na apuração criminal, a RIBPG depende da inserção dos perfis genéticos de vestígios e de amostras biológicas deixadas pelos suspeitos nos locais de crime ou no corpo de vítimas, sejam eles de casos relacionados a investigações já concluídas ou em andamento. Esses vestígios, além de serem confrontados entre si, o que permite a detecção de crimes; além da identificação de pessoas desaparecidas.