Endividamento das famílias em Aracaju tem leve recuo em um ano

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Publicada em 19/01/2019 às 07:50:00

 

A Pesquisa de Endivi
damento e Inadim
plência do Consumidor (PEIC), realizada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), mostrou que o nível de endividamento das famílias aracajuanas apresentou estabilidade nos cinco últimos meses. Contudo, aponta leve recuo no período pesquisado em relação ao ano anterior. Em agosto e dezembro, a taxa de endividamento apresentou o percentual de 61,3%, caracterizando a menor taxa deste ano. A taxa de endividamento se mantém estável. Se comparada à taxa do mesmo mês do ano anterior, houve uma queda de 2,1 pontos percentuais, perfazendo 61,3%, contra 63,4% de dezembro de 2017. A pesquisa foi analisada pelo economista Ancelmo Oliveira, diretor da Fecomércio.
Do total de famílias que admitiram estar endividadas e em números gerais, 13,5% disseram estar muito endividadas, ante 13,4% no mês anterior, indicando estabilidade no percentual. Já 25,9% alegaram condição média de endividamento, informando estar mais ou menos endividadas. Ou seja, dentro da margem consignável. O índice era de 23,9% em novembro. O indicador de famílias que se encontram na condição de pouco endividamento, que era de 24,2% em novembro recuou para 22,5% em dezembro. O apontamento sobre o índice de famílias que não possuem dívidas permanece estável. Em dezembro, os dados da CNC indicam 38,6%, mantendo patamar similar ao mês de novembro, quando 38,6% disseram não possuir dívidas como cartão de crédito, carnês de loja, prestações de carro ou seguros entre outras. O percentual dos entrevistados que não soube responder foi de 0,1%.  Em números absolutos, o endividamento apresentou redução no número total de famílias, caindo de 120.665 em novembro para 120.263 em dezembro. Comparado com dezembro do ano passado, a redução foi de 2,1%, com o número citado anteriormente, contra 123.388 famílias em dezembro de 2017. O diretor Ancelmo comentou a questão do endividamento das famílias, lembrando que possuir uma dívida não é ruim para o consumidor, dependendo do tipo do compromisso assumido e estando dentro do orçamento e de sua capacidade de pagamento.
Para a economia do estado, esses gastos são benéficos, pois dinamiza o mercado, emprega mais pessoas, além de gerar mais impostos para o erário público, formando um círculo virtuoso. Vale ressaltar que as pessoas têm que cuidar de suas finanças para mantê-las dentro de sua capacidade de desembolso para quitar suas dívidas", disse o economista.
Contas em atraso - A Fecomércio também analisou o percentual de famílias com contas atrasadas. Em dezembro, o indicador apresenta estabilidade comparado ao mês de novembro, com uma leve queda de 26,9% para 26,6%. Com a estabilidade da taxa de endividamento das famílias, houve uma diminuição pequena do número de famílias que não terão condições de pagar suas dívidas de 9,7% para 9,6%. Em números absolutos, são 52.836 famílias que estão com contas em atraso e 18.831 que não terão condição de pagar suas dívidas.
No tocante às condições financeiras para pagamento das dívidas em atraso, dentre as famílias com contas atrasadas, 47% mencionaram acreditar que podem pagar as contas atrasadas parcialmente, no mês seguinte; 36% mencionaram não ter condições de pagar as contas atrasadas no próximo mês, e 16,2% disseram conseguir pagar as contas em atraso, de forma total, no mês seguinte.  
Entre as principais modalidades de dívidas, o cartão de crédito continua liderando, e houve uma elevação em dezembro nessa modalidade de crédito, com 78,3% do total das famílias colocando esse tipo de dívida como a principal. Em segundo lugar aparece o crédito consignado (12,1%) e carnês (12,3%), em terceiro. Para as famílias com rendimento até 10 salários mínimos, 79% mencionaram que suas dívidas eram com cartão de crédito. Já para as famílias com remuneração acima de 10 salários esse percentual cai para 70.9%. Em se tratando de crédito consignado, para as famílias com remuneração de até 01 até 10 salários mensais, cerca de 11,9% declararam essa modalidade de dívida em dezembro. Já para as famílias com remuneração acima de 10 salários, esse percentual sobre para 14.5%. O indicador ultrapassa os 100% em virtude de as famílias terem mais de um tipo de dívida.

A Pesquisa de Endivi damento e Inadim plência do Consumidor (PEIC), realizada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), mostrou que o nível de endividamento das famílias aracajuanas apresentou estabilidade nos cinco últimos meses. Contudo, aponta leve recuo no período pesquisado em relação ao ano anterior. Em agosto e dezembro, a taxa de endividamento apresentou o percentual de 61,3%, caracterizando a menor taxa deste ano. A taxa de endividamento se mantém estável. Se comparada à taxa do mesmo mês do ano anterior, houve uma queda de 2,1 pontos percentuais, perfazendo 61,3%, contra 63,4% de dezembro de 2017. A pesquisa foi analisada pelo economista Ancelmo Oliveira, diretor da Fecomércio.
Do total de famílias que admitiram estar endividadas e em números gerais, 13,5% disseram estar muito endividadas, ante 13,4% no mês anterior, indicando estabilidade no percentual. Já 25,9% alegaram condição média de endividamento, informando estar mais ou menos endividadas. Ou seja, dentro da margem consignável. O índice era de 23,9% em novembro. O indicador de famílias que se encontram na condição de pouco endividamento, que era de 24,2% em novembro recuou para 22,5% em dezembro. O apontamento sobre o índice de famílias que não possuem dívidas permanece estável. Em dezembro, os dados da CNC indicam 38,6%, mantendo patamar similar ao mês de novembro, quando 38,6% disseram não possuir dívidas como cartão de crédito, carnês de loja, prestações de carro ou seguros entre outras. O percentual dos entrevistados que não soube responder foi de 0,1%.  Em números absolutos, o endividamento apresentou redução no número total de famílias, caindo de 120.665 em novembro para 120.263 em dezembro. Comparado com dezembro do ano passado, a redução foi de 2,1%, com o número citado anteriormente, contra 123.388 famílias em dezembro de 2017. O diretor Ancelmo comentou a questão do endividamento das famílias, lembrando que possuir uma dívida não é ruim para o consumidor, dependendo do tipo do compromisso assumido e estando dentro do orçamento e de sua capacidade de pagamento.
Para a economia do estado, esses gastos são benéficos, pois dinamiza o mercado, emprega mais pessoas, além de gerar mais impostos para o erário público, formando um círculo virtuoso. Vale ressaltar que as pessoas têm que cuidar de suas finanças para mantê-las dentro de sua capacidade de desembolso para quitar suas dívidas", disse o economista.

Contas em atraso - A Fecomércio também analisou o percentual de famílias com contas atrasadas. Em dezembro, o indicador apresenta estabilidade comparado ao mês de novembro, com uma leve queda de 26,9% para 26,6%. Com a estabilidade da taxa de endividamento das famílias, houve uma diminuição pequena do número de famílias que não terão condições de pagar suas dívidas de 9,7% para 9,6%. Em números absolutos, são 52.836 famílias que estão com contas em atraso e 18.831 que não terão condição de pagar suas dívidas.
No tocante às condições financeiras para pagamento das dívidas em atraso, dentre as famílias com contas atrasadas, 47% mencionaram acreditar que podem pagar as contas atrasadas parcialmente, no mês seguinte; 36% mencionaram não ter condições de pagar as contas atrasadas no próximo mês, e 16,2% disseram conseguir pagar as contas em atraso, de forma total, no mês seguinte.  
Entre as principais modalidades de dívidas, o cartão de crédito continua liderando, e houve uma elevação em dezembro nessa modalidade de crédito, com 78,3% do total das famílias colocando esse tipo de dívida como a principal. Em segundo lugar aparece o crédito consignado (12,1%) e carnês (12,3%), em terceiro. Para as famílias com rendimento até 10 salários mínimos, 79% mencionaram que suas dívidas eram com cartão de crédito. Já para as famílias com remuneração acima de 10 salários esse percentual cai para 70.9%. Em se tratando de crédito consignado, para as famílias com remuneração de até 01 até 10 salários mensais, cerca de 11,9% declararam essa modalidade de dívida em dezembro. Já para as famílias com remuneração acima de 10 salários, esse percentual sobre para 14.5%. O indicador ultrapassa os 100% em virtude de as famílias terem mais de um tipo de dívida.