Questão da Fafen

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 23/01/2019 às 06:45:00

 

Enquanto o destino da Fafen não 
for definido, de uma vez por todas, 
as dúvidas pairando sobre a cabeça dos trabalhadores alimentarão toda sorte de especulações e teorias conspiratórias. Ontem, ao convocar um ato em defesa da fábrica de fertilizantes, o Sindipetro AL/SE julgou conveniente ignorar o esforço realizado pelo Governo de Sergipe com o fim de manter os empregos indispensáveis ao seu funcionamento. Importava ver o circo pegar fogo, ainda que à custa de desinformação.
Segundo a direção do sindicato, tudo indica que a hibernação da Fafen tenha sido orquestrada pelo Governo Federal, em conluio com governos estaduais, tendo em vista os interesses de poderosas empresas internacionais. A acusação é francamente irresponsável, carece de qualquer evidência palpável. Compreende-se que no ímpeto de mobilizar os trabalhadores, o Sindipetro se mostre o mais aguerrido. Mas nunca é sensato adotar argumentos construídos à revelia dos fatos.
Qualquer cidadão minimamente bem informado sabe que o Governo de Sergipe luta pela manutenção da Fafen desde o primeiro momento, quando a Petrobras anunciou a hibernação da fábrica. Esta é uma briga tão justa, que chegou a ponto de mobilizar lideranças políticas que penduraram as chuteiras faz tempo, a exemplo do ex governador Albano Franco. Aliás, não fosse a intervenção das velhas raposas locais, a Fafen já estaria fechada faz tempo.
Ao contrário do que afirma o Sindipetro, não há qualquer ação coordenada para inviabilizar a Fafen em âmbito local. O ex governador Jackson Barreto foi o primeiro a levantar a voz em defesa dos trabalhadores e da fábrica. Estratégias desagregadoras, como as utilizadas agora por certo sindicalismo, avesso ao exercício político verdadeiramente consequente, podem até inflamar um necessário impulso de luta, mas no fim do dia não terão salvado o emprego de ninguém.

Enquanto o destino da Fafen não  for definido, de uma vez por todas,  as dúvidas pairando sobre a cabeça dos trabalhadores alimentarão toda sorte de especulações e teorias conspiratórias. Ontem, ao convocar um ato em defesa da fábrica de fertilizantes, o Sindipetro AL/SE julgou conveniente ignorar o esforço realizado pelo Governo de Sergipe com o fim de manter os empregos indispensáveis ao seu funcionamento. Importava ver o circo pegar fogo, ainda que à custa de desinformação.
Segundo a direção do sindicato, tudo indica que a hibernação da Fafen tenha sido orquestrada pelo Governo Federal, em conluio com governos estaduais, tendo em vista os interesses de poderosas empresas internacionais. A acusação é francamente irresponsável, carece de qualquer evidência palpável. Compreende-se que no ímpeto de mobilizar os trabalhadores, o Sindipetro se mostre o mais aguerrido. Mas nunca é sensato adotar argumentos construídos à revelia dos fatos.
Qualquer cidadão minimamente bem informado sabe que o Governo de Sergipe luta pela manutenção da Fafen desde o primeiro momento, quando a Petrobras anunciou a hibernação da fábrica. Esta é uma briga tão justa, que chegou a ponto de mobilizar lideranças políticas que penduraram as chuteiras faz tempo, a exemplo do ex governador Albano Franco. Aliás, não fosse a intervenção das velhas raposas locais, a Fafen já estaria fechada faz tempo.
Ao contrário do que afirma o Sindipetro, não há qualquer ação coordenada para inviabilizar a Fafen em âmbito local. O ex governador Jackson Barreto foi o primeiro a levantar a voz em defesa dos trabalhadores e da fábrica. Estratégias desagregadoras, como as utilizadas agora por certo sindicalismo, avesso ao exercício político verdadeiramente consequente, podem até inflamar um necessário impulso de luta, mas no fim do dia não terão salvado o emprego de ninguém.