Sindipetro convoca ato em defesa da Fafen no dia 30

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SINDICALISTAS CONVOCAM PARA MANIFESTAÇÃO QUE TENTA EVITAR O FECHAMENTO DA FAFEN-SE
SINDICALISTAS CONVOCAM PARA MANIFESTAÇÃO QUE TENTA EVITAR O FECHAMENTO DA FAFEN-SE

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Publicada em 23/01/2019 às 07:07:00

 

O Sindipetro AL/SE con
voca para o dia 29 de 
janeiro a reunião de um Fórum em Defesa da Fafen-SE. No dia 30 será realizado um ato na porta da fábrica, povoado de Pedra Branca, município de Laranjeiras. A ideia é unir forças para impedir a hibernação da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenado da Petrobras, que está marcada para o dia 31 deste mês.
"Nem aceitamos hibernação, nem privatização", afirma Edvaldo Leandro, diretor do Sindipetro AL/SE. "Essa fábrica é um patrimônio do povo brasileiro. Além da geração de emprego e renda, trata-se da defesa da nossa soberania e segurança alimentar.  Por isso convocamos esse fórum. Além da categoria petroleira, chamamos todas as centrais sindicais, sindicatos, movimentos organizados, partidos, políticos com mandatos e a população em geral, a lutar em defesa desse patrimônio, que é nosso", conclui.
A Fafen da Bahia, que já foi parada no dia 04 deste mês, junto com a de Sergipe, tem potencial para empregar 1.500 trabalhadores, e são gerados mais de 5.000 empregos indiretos na cadeia produtiva dessa indústria. Elas são responsáveis por 30% da produção de fertilizantes do Brasil, que importa 70% de sua produção, para abastecer a produção nacional de alimentos.
Enquanto empresas privadas recebem todo tipo de benefício fiscal, concessão de terreno e isenções em taxas de água, os governos Estadual e Federal utilizam vários artifícios que inviabilizam a Fafen. Por exemplo, a dolarização do preço da amônia e ureia, que prejudicou e afastou os compradores locais. Isso acarretou na paralisação da fábrica por excesso de estoque. Outro exemplo é o impedimento da Petrobras fornecer seu próprio gás à Fafen, isso reduziria em muito os custos. A água bruta, que é cobrada como se fosse água tratada pela Deso, também aumenta muito o custo.
"Parece auto-sabotagem com intenção de hibernar e privatizar essas fábricas, tendo em vista que o mercado de fertilizantes tem uma grande perspectiva de crescimento no país com a expansão da agricultura, seja do agronegócio ou a familiar visando a soberania alimentar. Na verdade, existem interesses de empresas estrangeiras como a russa Acron e a Bungie. Há tempos o Sindipetro AL/SE está denunciando isso e vai continuar na luta para impedir essa intenção de entrega do patrimônio brasileiro que representam as FAFENS de Sergipe e Bahia", explica Bruno Dantas, dirigente sindical.

O Sindipetro AL/SE con voca para o dia 29 de  janeiro a reunião de um Fórum em Defesa da Fafen-SE. No dia 30 será realizado um ato na porta da fábrica, povoado de Pedra Branca, município de Laranjeiras. A ideia é unir forças para impedir a hibernação da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenado da Petrobras, que está marcada para o dia 31 deste mês.
"Nem aceitamos hibernação, nem privatização", afirma Edvaldo Leandro, diretor do Sindipetro AL/SE. "Essa fábrica é um patrimônio do povo brasileiro. Além da geração de emprego e renda, trata-se da defesa da nossa soberania e segurança alimentar.  Por isso convocamos esse fórum. Além da categoria petroleira, chamamos todas as centrais sindicais, sindicatos, movimentos organizados, partidos, políticos com mandatos e a população em geral, a lutar em defesa desse patrimônio, que é nosso", conclui.
A Fafen da Bahia, que já foi parada no dia 04 deste mês, junto com a de Sergipe, tem potencial para empregar 1.500 trabalhadores, e são gerados mais de 5.000 empregos indiretos na cadeia produtiva dessa indústria. Elas são responsáveis por 30% da produção de fertilizantes do Brasil, que importa 70% de sua produção, para abastecer a produção nacional de alimentos.
Enquanto empresas privadas recebem todo tipo de benefício fiscal, concessão de terreno e isenções em taxas de água, os governos Estadual e Federal utilizam vários artifícios que inviabilizam a Fafen. Por exemplo, a dolarização do preço da amônia e ureia, que prejudicou e afastou os compradores locais. Isso acarretou na paralisação da fábrica por excesso de estoque. Outro exemplo é o impedimento da Petrobras fornecer seu próprio gás à Fafen, isso reduziria em muito os custos. A água bruta, que é cobrada como se fosse água tratada pela Deso, também aumenta muito o custo.
"Parece auto-sabotagem com intenção de hibernar e privatizar essas fábricas, tendo em vista que o mercado de fertilizantes tem uma grande perspectiva de crescimento no país com a expansão da agricultura, seja do agronegócio ou a familiar visando a soberania alimentar. Na verdade, existem interesses de empresas estrangeiras como a russa Acron e a Bungie. Há tempos o Sindipetro AL/SE está denunciando isso e vai continuar na luta para impedir essa intenção de entrega do patrimônio brasileiro que representam as FAFENS de Sergipe e Bahia", explica Bruno Dantas, dirigente sindical.