Presidente da OAB/SE conclama pela união da advocacia

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Aspecto da cerimônia de posse da nova diretoria da OAB/SE
Aspecto da cerimônia de posse da nova diretoria da OAB/SE

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Publicada em 23/01/2019 às 07:21:00

 

Sob o projeto de renova-
ção e a concretização 
sem tardar de novas conquistas para a advocacia do Estado, a nova gestão da Ordem dos Advogados do Brasil, em Sergipe, foi empossada na noite de segunda-feira (21), em uma cerimônia marcada pelo compromisso de avançar através da união.
Além do Conselho Seccional da OAB, foram empossados também a diretoria da Caixa de Assistência dos Advogados; o diretor-geral da Escola Superior de Advocacia; o presidente do Tribunal de Ética e Disciplina; e o presidente do Conselho Estadual da Jovem Advocacia.
A posse chancelou o alvor de uma gestão inclusiva e integrada, engendrada sob feitos inéditos: representação paritária no Conselhos Federal e Seccional e efetiva renovação. São 40 pessoas, entre 66 conselheiros e conselheiras, que nunca exerceram cargos de diretoria na Ordem.
Em um momento histórico de transição e esperança, o presidente da OAB/SE, Inácio Krauss, conclamou em seu discurso o apoio e a união da classe como requisito imprescindível para a entidade permanecer evoluindo através de uma gestão democrática, plural, atuante e efetiva.
"Vamos precisar de todos e todas. Chegou a hora de construir novos caminhos e de pensarmos no que nos une e não no que nos divide. Chegou a hora de superar as diferenças para manter conquistas obtidas e promover os avanços que a advocacia tanto anseia e necessita", afirmou.
Inácio asseverou batalhas que serão prioritárias à OAB/SE, como a defesa das prerrogativas; a luta pela criminalização do exercício ilegal da profissão; a reivindicação de digno tratamento à classe; o combate contra honorários aviltantes; a defesa do Exame de Ordem, entre outros.
O dirigente ponderou que a crise econômica e política, que assola o país, restringe a geração de postos de trabalho e reduz a renda, exige equilíbrio das instituições representativas da sociedade, incluindo a OAB. "A ideologia da Ordem é a Constituição Federal", asseverou.
"Embora eu esteja ciente das grandes dificuldades que enfrentaremos, estou motivado nesta luta em defesa do Direito, da justiça, da Constituição, da democracia, dos direitos humanos, das prerrogativas, de honorários dignos e tantos outros", abalizou Inácio Krauss.
Os desafios também foram abordados pelo presidente do Conselho Federal da OAB, Claudio Lamachia. "Não são poucos os obstáculos enfrentados, sobretudo em tempos como os que o país atravessa, que exigem coragem para confrontar as forças da intolerância e da injustiça".
Em um discurso içado sob o lema da confluência como um instrumento para a superação dos entraves, Lamachia defendeu que as pontuais discordâncias se tornam irrelevantes em face do objetivo maior de proteger a cidadania, principalmente ao considerar a gravidade dos desafios.
"Em tempos de crise moral e ética sem precedentes, aumentam as ameaças à lei e à justiça. A OAB não se calou nem se calará jamais diante do arbítrio. A nossa entidade é a voz constitucional da cidadania. Advocacia é vigília - nós temos um legado a velar", exclamou.
Em seu discurso, a presidente da CAA/SE, Hermosa França, fez uma breve retrospectiva de sua inserção na OAB/SE, quando foi contemplada na diretoria da CAA/SE, como membro suplente, e, posteriormente, assumindo o cargo de secretária-geral ajunta da Caixa de Assistência.
Em uma fala de despedida, o ex-presidente da OAB/SE, Henri Clay Andrade, discorreu sobre a gratidão e relembrou ações do triênio que se concluiu. Sobre o porvir, avaliou que serão muitas as lides, mas preconizou que a advocacia e a OAB não devem e não vacilarão.
"Serão muitas lutas diante de ambiente inóspito onde preponderará uma intolerância imbecil e simplória, mas a classe e a Ordem não devem e não vão vacilar diante de bola defendida. Não vamos recear a impopularidade ou cedermos à intolerância", discursou o ex-dirigente.

Sob o projeto de renova- ção e a concretização  sem tardar de novas conquistas para a advocacia do Estado, a nova gestão da Ordem dos Advogados do Brasil, em Sergipe, foi empossada na noite de segunda-feira (21), em uma cerimônia marcada pelo compromisso de avançar através da união.
Além do Conselho Seccional da OAB, foram empossados também a diretoria da Caixa de Assistência dos Advogados; o diretor-geral da Escola Superior de Advocacia; o presidente do Tribunal de Ética e Disciplina; e o presidente do Conselho Estadual da Jovem Advocacia.
A posse chancelou o alvor de uma gestão inclusiva e integrada, engendrada sob feitos inéditos: representação paritária no Conselhos Federal e Seccional e efetiva renovação. São 40 pessoas, entre 66 conselheiros e conselheiras, que nunca exerceram cargos de diretoria na Ordem.
Em um momento histórico de transição e esperança, o presidente da OAB/SE, Inácio Krauss, conclamou em seu discurso o apoio e a união da classe como requisito imprescindível para a entidade permanecer evoluindo através de uma gestão democrática, plural, atuante e efetiva.
"Vamos precisar de todos e todas. Chegou a hora de construir novos caminhos e de pensarmos no que nos une e não no que nos divide. Chegou a hora de superar as diferenças para manter conquistas obtidas e promover os avanços que a advocacia tanto anseia e necessita", afirmou.
Inácio asseverou batalhas que serão prioritárias à OAB/SE, como a defesa das prerrogativas; a luta pela criminalização do exercício ilegal da profissão; a reivindicação de digno tratamento à classe; o combate contra honorários aviltantes; a defesa do Exame de Ordem, entre outros.
O dirigente ponderou que a crise econômica e política, que assola o país, restringe a geração de postos de trabalho e reduz a renda, exige equilíbrio das instituições representativas da sociedade, incluindo a OAB. "A ideologia da Ordem é a Constituição Federal", asseverou.
"Embora eu esteja ciente das grandes dificuldades que enfrentaremos, estou motivado nesta luta em defesa do Direito, da justiça, da Constituição, da democracia, dos direitos humanos, das prerrogativas, de honorários dignos e tantos outros", abalizou Inácio Krauss.
Os desafios também foram abordados pelo presidente do Conselho Federal da OAB, Claudio Lamachia. "Não são poucos os obstáculos enfrentados, sobretudo em tempos como os que o país atravessa, que exigem coragem para confrontar as forças da intolerância e da injustiça".
Em um discurso içado sob o lema da confluência como um instrumento para a superação dos entraves, Lamachia defendeu que as pontuais discordâncias se tornam irrelevantes em face do objetivo maior de proteger a cidadania, principalmente ao considerar a gravidade dos desafios.
"Em tempos de crise moral e ética sem precedentes, aumentam as ameaças à lei e à justiça. A OAB não se calou nem se calará jamais diante do arbítrio. A nossa entidade é a voz constitucional da cidadania. Advocacia é vigília - nós temos um legado a velar", exclamou.
Em seu discurso, a presidente da CAA/SE, Hermosa França, fez uma breve retrospectiva de sua inserção na OAB/SE, quando foi contemplada na diretoria da CAA/SE, como membro suplente, e, posteriormente, assumindo o cargo de secretária-geral ajunta da Caixa de Assistência.
Em uma fala de despedida, o ex-presidente da OAB/SE, Henri Clay Andrade, discorreu sobre a gratidão e relembrou ações do triênio que se concluiu. Sobre o porvir, avaliou que serão muitas as lides, mas preconizou que a advocacia e a OAB não devem e não vacilarão.
"Serão muitas lutas diante de ambiente inóspito onde preponderará uma intolerância imbecil e simplória, mas a classe e a Ordem não devem e não vão vacilar diante de bola defendida. Não vamos recear a impopularidade ou cedermos à intolerância", discursou o ex-dirigente.