Abertura de empresas cresce 11% em Sergipe

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Publicada em 24/01/2019 às 06:42:00

 

Ocupando atualmente a terceira colocação entre os estados com o menor tempo para se abrir um negócio no Brasil - conforme o Ranking de Qualidade da Receita Federal -, Sergipe registrou durante o ano de 2018 a abertura de 4.277 novas empresas, segundo dados da Junta Comercial do Estado de Sergipe (Jucese). Trata-se de um aumento de 11% em relação a 2017.
Ao partir para os municípios, o crescimento da abertura de empresas também foi registrado. Entre as dez cidades que mais abriram, apenas Itabaiana diminuiu: Aracaju (2.383); Itabaiana (215); Nossa Senhora do Socorro (180); Lagarto (160); Tobias Barreto (115); Estância (108); São Cristóvão (92); Nossa Senhora da Glória (75); Barra dos Coqueiros (60); e Propriá (55).
"Pelo segundo ano consecutivo, apesar da crise financeira, Sergipe alcança aumento anual no número de empresas constituídas. Para o Governo e para a Junta Comercial, é motivo de comemoração. Temos certeza que estamos no caminho certo da desburocratização, da simplificação, ao possibilitar hoje que um negócio seja totalmente aberto em nosso Estado em até dois dias úteis", ressalta o presidente da Jucese, Marco Freitas.
Atividades econômicas - Seguindo a tendência dos últimos anos, o setor de Serviços representa a parcela maior de abertura de empresas em 2018, com o percentual de 58,17%; logo em seguida vem o setor de Comércio com 36,78%; e, por último, o setor da Indústria com 5,05%.
Com relação às atividades econômicas, a mais registrada na Jucese em 2018 foi a "Construção de Edifícios" com 154 empresas abertas; seguida de "Comércio Varejista de Artigos do Vestuário e Acessórios" (111); "Atividade Médica Ambulatorial Restrita a Consultas" (107); "Comércio Varejista de Mercadorias em Geral" (106); e "Lanchonetes, Casas de Chá, de Sucos e Similares" (98).
Baixa de empresas - Sergipe registrou a baixa de 3.438 empresas no ano de 2018, 839 a menos em comparação à abertura. O setor de Comércio predomina os fechamentos com 52,01%; em segundo lugar vem o Setor de Serviços com 39,57%; e, em terceiro, o setor da Indústria com 8,42%.

Ocupando atualmente a terceira colocação entre os estados com o menor tempo para se abrir um negócio no Brasil - conforme o Ranking de Qualidade da Receita Federal -, Sergipe registrou durante o ano de 2018 a abertura de 4.277 novas empresas, segundo dados da Junta Comercial do Estado de Sergipe (Jucese). Trata-se de um aumento de 11% em relação a 2017.
Ao partir para os municípios, o crescimento da abertura de empresas também foi registrado. Entre as dez cidades que mais abriram, apenas Itabaiana diminuiu: Aracaju (2.383); Itabaiana (215); Nossa Senhora do Socorro (180); Lagarto (160); Tobias Barreto (115); Estância (108); São Cristóvão (92); Nossa Senhora da Glória (75); Barra dos Coqueiros (60); e Propriá (55).
"Pelo segundo ano consecutivo, apesar da crise financeira, Sergipe alcança aumento anual no número de empresas constituídas. Para o Governo e para a Junta Comercial, é motivo de comemoração. Temos certeza que estamos no caminho certo da desburocratização, da simplificação, ao possibilitar hoje que um negócio seja totalmente aberto em nosso Estado em até dois dias úteis", ressalta o presidente da Jucese, Marco Freitas.

Atividades econômicas - Seguindo a tendência dos últimos anos, o setor de Serviços representa a parcela maior de abertura de empresas em 2018, com o percentual de 58,17%; logo em seguida vem o setor de Comércio com 36,78%; e, por último, o setor da Indústria com 5,05%.
Com relação às atividades econômicas, a mais registrada na Jucese em 2018 foi a "Construção de Edifícios" com 154 empresas abertas; seguida de "Comércio Varejista de Artigos do Vestuário e Acessórios" (111); "Atividade Médica Ambulatorial Restrita a Consultas" (107); "Comércio Varejista de Mercadorias em Geral" (106); e "Lanchonetes, Casas de Chá, de Sucos e Similares" (98).

Baixa de empresas - Sergipe registrou a baixa de 3.438 empresas no ano de 2018, 839 a menos em comparação à abertura. O setor de Comércio predomina os fechamentos com 52,01%; em segundo lugar vem o Setor de Serviços com 39,57%; e, em terceiro, o setor da Indústria com 8,42%.