Do abate à mesa

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Publicada em 26/01/2019 às 06:08:00

 

No que diz respeito às questões 
de saúde pública, poucos as
suntos são tão sérios quanto a qualidade do alimento que o consumidor coloca na mesa de casa. A feira livre, a mercearia, açougues e até supermercados, no entanto, tendem a tratar comida como qualquer produto. Parece irresponsável, mas é mais comum do que se imagina.
Para o Ministério Público l, no entanto, nada é tão grave como a venda de carnes e derivados de origem animal nas bancas de feira. Não adianta, somente, interditar os matadouros irregulares, como aliás tem sido feito. Para resguardar o consumidor, somente proibindo o comércio de carne a céu aberto de uma vez por todas.
O martelo foi batido ontem, durante reunião do Ministério Público Federal (MPF), mais o Ministério Público Estadual e os órgãos do município e do Estado responsáveis pela fiscalização dos produtos comercializados em espaços públicos. A Prefeitura de Aracaju está obrigada a fazer a fiscalização já a partir de março, devendo apreender todo o eventualmente à venda de modo inadequado.
Melhor assim. A legislação que estabelece parâmetros razoáveis para o abate, o transporte e o comércio de carne é dais mais rigorosas. A estrutura indispensável ao funcionamento dessa cadeia produtiva, por outro lado, é muito dispendiosa. No meio do caminho entre a conveniência e a norma, o consumidor transformou a negligência em um dado cultural. Enquanto a produção e o comércio de carne em condições inadequadas for considerado aceitável, no entanto, vai ser muito difícil para o poder público exercer o papel regulador que lhe cabe.

No que diz respeito às questões  de saúde pública, poucos as suntos são tão sérios quanto a qualidade do alimento que o consumidor coloca na mesa de casa. A feira livre, a mercearia, açougues e até supermercados, no entanto, tendem a tratar comida como qualquer produto. Parece irresponsável, mas é mais comum do que se imagina.
Para o Ministério Público l, no entanto, nada é tão grave como a venda de carnes e derivados de origem animal nas bancas de feira. Não adianta, somente, interditar os matadouros irregulares, como aliás tem sido feito. Para resguardar o consumidor, somente proibindo o comércio de carne a céu aberto de uma vez por todas.
O martelo foi batido ontem, durante reunião do Ministério Público Federal (MPF), mais o Ministério Público Estadual e os órgãos do município e do Estado responsáveis pela fiscalização dos produtos comercializados em espaços públicos. A Prefeitura de Aracaju está obrigada a fazer a fiscalização já a partir de março, devendo apreender todo o eventualmente à venda de modo inadequado.
Melhor assim. A legislação que estabelece parâmetros razoáveis para o abate, o transporte e o comércio de carne é dais mais rigorosas. A estrutura indispensável ao funcionamento dessa cadeia produtiva, por outro lado, é muito dispendiosa. No meio do caminho entre a conveniência e a norma, o consumidor transformou a negligência em um dado cultural. Enquanto a produção e o comércio de carne em condições inadequadas for considerado aceitável, no entanto, vai ser muito difícil para o poder público exercer o papel regulador que lhe cabe.