Adema cumpre determinação judicial e interdita matadouro de Muribeca

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Publicada em 26/01/2019 às 06:44:00

 

Equipes técnicas da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) atenderam, nesta sexta-feira (25), a uma determinação judicial relativa ao fechamento do matadouro municipal de Muribeca. O local, de acordo com informações da própria Procuradoria Municipal, se encontrava "inativo devido a inviabilidade financeira de cumprimento de todas as exigências de adequação das instalações requisitadas pelos órgãos".
Embora a lei tenha sido regulamentada no ano de 1998, muitos municípios, a exemplo de Muribeca, não se adequaram às exigências. Por conta disso, teve as atividades ligadas a matadouro encerradas.
Segundo as normas estabelecidas pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), esses empreendimentos deveriam seguir diversas regras que embasam a funcionalidade deste tipo de atividade -- a exemplo de estrutura específica para o abate, descarte adequado dos resíduos e abate humanizado (que diminui o sofrimento do animal), mas, segundo a decisão judicial, nenhuma dessas determinações foram cumpridas pelo município.
Diante dessa complexidade -- atrelada a demanda que envolve o tema --, os técnicos da Adema estiveram no local e interditaram o matadouro. "A Adema atua de acordo com o que preconiza a legislação vigente e também atua conforme as determinações da justiça. Por conta, disso tivemos que encerrar as atividades do local", explicou o diretor-presidente, Gilvan Dias.

Equipes técnicas da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) atenderam, nesta sexta-feira (25), a uma determinação judicial relativa ao fechamento do matadouro municipal de Muribeca. O local, de acordo com informações da própria Procuradoria Municipal, se encontrava "inativo devido a inviabilidade financeira de cumprimento de todas as exigências de adequação das instalações requisitadas pelos órgãos".
Embora a lei tenha sido regulamentada no ano de 1998, muitos municípios, a exemplo de Muribeca, não se adequaram às exigências. Por conta disso, teve as atividades ligadas a matadouro encerradas.
Segundo as normas estabelecidas pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), esses empreendimentos deveriam seguir diversas regras que embasam a funcionalidade deste tipo de atividade -- a exemplo de estrutura específica para o abate, descarte adequado dos resíduos e abate humanizado (que diminui o sofrimento do animal), mas, segundo a decisão judicial, nenhuma dessas determinações foram cumpridas pelo município.
Diante dessa complexidade -- atrelada a demanda que envolve o tema --, os técnicos da Adema estiveram no local e interditaram o matadouro. "A Adema atua de acordo com o que preconiza a legislação vigente e também atua conforme as determinações da justiça. Por conta, disso tivemos que encerrar as atividades do local", explicou o diretor-presidente, Gilvan Dias.