Bolsonaro vai se comunicar com os ministros por videoconferência

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Publicada em 31/01/2019 às 07:03:00

 

Camila Boehm 
Agência Brasil 
O porta-voz da presidência da República, Otavio do Rêgo Barros, disse ontem (30) que o presidente Jair Bolsonaro vai se comunicar por meio de videoconferência ou áudio conferência com os ministros quando necessário. Segundo ele, o presidente será preservado de falar porque há possibilidade de que gases entrem em sua cavidade abdominal, o que poderia provocar dores e dificuldade na cicatrização.
"[Reuniões] não acontecerão. Os ministros farão, se necessário, suas consultas por meio de videoconferência ou áudio conferência. Testamos os dois sistemas e funcionaram perfeitamente", disse. "Ele [Bolsonaro] vai absorver a informação e vai escrever a orientação dele. Essa é a nossa ideia", acrescentou.
No entanto, se houver liberação médica, Bolsonaro poderá falar novamente para exercer suas funções na presidência. A previsão de alta continua em 10 dias após a cirurgia. A possibilidade de uma reunião presencial com ministros para tratar do desastre em Brumadinho (MG) foi adiada.  
Questionado sobre o fato de Bolsonaro não poder falar e isso influenciar no desempenho de suas funções, o porta-voz disse que o presidente tem "poder de deliberar e poder direcionar as ações referentes ao poder executivo". Rêgo Barros disse que o presidente já mexe no telefone, tem contato com outras pessoas e assiste televisão. Hoje não houve despachos de Bolsonaro, segundo ele.
Brumadinho - O porta-voz disse que o Ministério da Economia e do Desenvolvimento Regional disponibilizaram o valor de R$ 801,9 milhões para assistência emergencial às famílias afetas em Brumadinho (MG) no âmbito da rubrica "apoio emergencial e desastres". Segundo ele, o valor pode ser direcionado para doação de kits de emergências contendo, por exemplo, barracas para dormitórios, água potável, colchões, cestas básicas, produtos de limpeza e higiene pessoal.
Entre as ações do governo federal, ele citou fiscalização prioritária de 3.386 barragens com maior potencial de risco; a liberação do seguro defeso para os pescadores da região da tragédia; e uma portaria do Ministério da Cidadania ampliando o número de agricultores familiares que vendem seus produtos ao programa de aquisição de alimentos, serão disponibilizados mais R$ 300 mil para execução do programa de aquisição alimentar, além de R$ 120 mil já disponíveis.

O porta-voz da presidência da República, Otavio do Rêgo Barros, disse ontem (30) que o presidente Jair Bolsonaro vai se comunicar por meio de videoconferência ou áudio conferência com os ministros quando necessário. Segundo ele, o presidente será preservado de falar porque há possibilidade de que gases entrem em sua cavidade abdominal, o que poderia provocar dores e dificuldade na cicatrização.
"[Reuniões] não acontecerão. Os ministros farão, se necessário, suas consultas por meio de videoconferência ou áudio conferência. Testamos os dois sistemas e funcionaram perfeitamente", disse. "Ele [Bolsonaro] vai absorver a informação e vai escrever a orientação dele. Essa é a nossa ideia", acrescentou.
No entanto, se houver liberação médica, Bolsonaro poderá falar novamente para exercer suas funções na presidência. A previsão de alta continua em 10 dias após a cirurgia. A possibilidade de uma reunião presencial com ministros para tratar do desastre em Brumadinho (MG) foi adiada.  
Questionado sobre o fato de Bolsonaro não poder falar e isso influenciar no desempenho de suas funções, o porta-voz disse que o presidente tem "poder de deliberar e poder direcionar as ações referentes ao poder executivo". Rêgo Barros disse que o presidente já mexe no telefone, tem contato com outras pessoas e assiste televisão. Hoje não houve despachos de Bolsonaro, segundo ele.

Brumadinho - O porta-voz disse que o Ministério da Economia e do Desenvolvimento Regional disponibilizaram o valor de R$ 801,9 milhões para assistência emergencial às famílias afetas em Brumadinho (MG) no âmbito da rubrica "apoio emergencial e desastres". Segundo ele, o valor pode ser direcionado para doação de kits de emergências contendo, por exemplo, barracas para dormitórios, água potável, colchões, cestas básicas, produtos de limpeza e higiene pessoal.
Entre as ações do governo federal, ele citou fiscalização prioritária de 3.386 barragens com maior potencial de risco; a liberação do seguro defeso para os pescadores da região da tragédia; e uma portaria do Ministério da Cidadania ampliando o número de agricultores familiares que vendem seus produtos ao programa de aquisição de alimentos, serão disponibilizados mais R$ 300 mil para execução do programa de aquisição alimentar, além de R$ 120 mil já disponíveis.