Mulher é morta com sinais de tortura no Nova Liberdade

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Publicada em 31/01/2019 às 07:16:00

 

Uma mulher foi en-
contrada morta na 
noite desta terça-feira, em um barraco na Rua B do Loteamento Nova Liberdade III, bairro Olaria (zona oeste de Aracaju). A vítima, que não portava documentos, foi morta com requintes de crueldade e tinha marcas de tortura. Segundo a polícia, o corpo estava com um saco colocado na cabeça, amordaçado e amarrado com fios e panos pelas mãos e pelas pernas. 
Também foram encontrados sinais de agressão física, de facadas e de golpes dados com uma marreta, indicando que a ferramenta pode ter sido usada para matar a vítima. O corpo foi descoberto no barraco, situado próxima a um antigo frigorífico situado na região. O dono da residência não mora no local e afirma que encontrou o corpo quando entrou na casa para pegar algumas ferramentas. Ele disse também que não conhecia a vitima e que nem os outros moradores a conheciam, apesar de uma testemunha ter dito à Polícia Militar que já viu a mulher circulando pela região. 
A polícia desconfia que a mulher teria sido convidada a entrar na casa por alguém que lá residia, antes de ser morta. O corpo foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) e não foi oficialmente identificado até o fechamento desta edição. O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). 

Uma mulher foi en- contrada morta na  noite desta terça-feira, em um barraco na Rua B do Loteamento Nova Liberdade III, bairro Olaria (zona oeste de Aracaju). A vítima, que não portava documentos, foi morta com requintes de crueldade e tinha marcas de tortura. Segundo a polícia, o corpo estava com um saco colocado na cabeça, amordaçado e amarrado com fios e panos pelas mãos e pelas pernas. 
Também foram encontrados sinais de agressão física, de facadas e de golpes dados com uma marreta, indicando que a ferramenta pode ter sido usada para matar a vítima. O corpo foi descoberto no barraco, situado próxima a um antigo frigorífico situado na região. O dono da residência não mora no local e afirma que encontrou o corpo quando entrou na casa para pegar algumas ferramentas. Ele disse também que não conhecia a vitima e que nem os outros moradores a conheciam, apesar de uma testemunha ter dito à Polícia Militar que já viu a mulher circulando pela região. 
A polícia desconfia que a mulher teria sido convidada a entrar na casa por alguém que lá residia, antes de ser morta. O corpo foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) e não foi oficialmente identificado até o fechamento desta edição. O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).