Homem morre ao buscar atendimento em posto de saúde

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Publicada em 31/01/2019 às 07:23:00

 

Foi sepultado na tarde de ontem o corpo de Luiz Carlos, de 50 anos de idade. Ele faleceu no início manhã, por volta das 5h30, quando seguia em destino ao posto de saúde Joaldo Barbosa, no bairro América, em Aracaju, com a perspectiva de receber atendimento. Já diante da unidade de saúde, Luiz Carlos voltou a passar mal. Testemunhas alegam que ele chegou a gritar pedindo ajuda antes de cair e morrer. As pessoas que flagraram a cena são usuários do posto de saúde que diariamente inicia as atividades a partir das 7h. No momento do óbito nenhum profissional de saúde se encontrava na unidade.
Ao se deparar com o homem se queixando de dores, testemunhas entraram em contrato com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, que chegou ao local indicado em menos de 15 minutos. Apesar da ação versátil do Samu, os profissionais se depararam com a vítima já sem respostas vitais. O corpo imediatamente foi coberto e peritos do Instituto Médico Legal (IML), foram acionados para constatar o óbito. Com a permissão de familiares o corpo foi recolhido por uma empresa de assistência funeral. De acordo com testemunhas, o homem era morador da rua Paraíba, no bairro Siqueira Campos. Ele enfrentava problemas cardíacos.
De acordo com a Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), de fato o usuário do Sistema Único de Saúde seguiu até a unidade em busca de atendimento emergencial, mas teria chegado muito cedo, impossibilitando, assim, o acolhimento através dos profissionais que atuam na Unidade Joaldo Barbosa. Pela Prefeitura de Aracaju a morte foi classificada como 'morte natural'. Para o amigo Antônio Silva, a melhor opção a ser adotada seria acionar o Samu já nas primeiraa dores, mas Luiz Carlos teria optado por seguir até a unidade na esperança de esperar a abertura do posto e receber o devido acolhimento.
"Infelizmente ele não está mais entre nós para relatar o que realmente aconteceu, mas o que realmente nos deixa a impressão é que ele sentiu às Dores, acho que era passageira e sem muito perigo, e decidiu ir até o posto de saúde sem mesmo pedir a ajuda de vizinhos, familiares ou da própria Samu. Infelizmente uma medida que lhe rendeu a vida", declarou. Apesar da fatalidade registrada na calçada da unidade de saúde, os atendimentos não foram suspensos. (Milton Alves Júnior)

Foi sepultado na tarde de ontem o corpo de Luiz Carlos, de 50 anos de idade. Ele faleceu no início manhã, por volta das 5h30, quando seguia em destino ao posto de saúde Joaldo Barbosa, no bairro América, em Aracaju, com a perspectiva de receber atendimento. Já diante da unidade de saúde, Luiz Carlos voltou a passar mal. Testemunhas alegam que ele chegou a gritar pedindo ajuda antes de cair e morrer. As pessoas que flagraram a cena são usuários do posto de saúde que diariamente inicia as atividades a partir das 7h. No momento do óbito nenhum profissional de saúde se encontrava na unidade.
Ao se deparar com o homem se queixando de dores, testemunhas entraram em contrato com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, que chegou ao local indicado em menos de 15 minutos. Apesar da ação versátil do Samu, os profissionais se depararam com a vítima já sem respostas vitais. O corpo imediatamente foi coberto e peritos do Instituto Médico Legal (IML), foram acionados para constatar o óbito. Com a permissão de familiares o corpo foi recolhido por uma empresa de assistência funeral. De acordo com testemunhas, o homem era morador da rua Paraíba, no bairro Siqueira Campos. Ele enfrentava problemas cardíacos.
De acordo com a Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), de fato o usuário do Sistema Único de Saúde seguiu até a unidade em busca de atendimento emergencial, mas teria chegado muito cedo, impossibilitando, assim, o acolhimento através dos profissionais que atuam na Unidade Joaldo Barbosa. Pela Prefeitura de Aracaju a morte foi classificada como 'morte natural'. Para o amigo Antônio Silva, a melhor opção a ser adotada seria acionar o Samu já nas primeiraa dores, mas Luiz Carlos teria optado por seguir até a unidade na esperança de esperar a abertura do posto e receber o devido acolhimento.
"Infelizmente ele não está mais entre nós para relatar o que realmente aconteceu, mas o que realmente nos deixa a impressão é que ele sentiu às Dores, acho que era passageira e sem muito perigo, e decidiu ir até o posto de saúde sem mesmo pedir a ajuda de vizinhos, familiares ou da própria Samu. Infelizmente uma medida que lhe rendeu a vida", declarou. Apesar da fatalidade registrada na calçada da unidade de saúde, os atendimentos não foram suspensos. (Milton Alves Júnior)