Novos leitos do Huse irão desafogar centro cirúrgico

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O novo setor possui dez leitos e recebeu equipamentos avaliados em mais de R$ 1 milhão
O novo setor possui dez leitos e recebeu equipamentos avaliados em mais de R$ 1 milhão

O governador observa a nova unidade do Huse
O governador observa a nova unidade do Huse

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Publicada em 01/02/2019 às 06:40:00

 

Para permitir um me-
lhor fluxo dos pacien-
tes de trauma do Pronto Socorro, retirar os pacientes da Sala de Recuperação Pós Anestésica (SRPA) e otimizar a disponibilidade da salas cirúrgicas do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), o governador Belivaldo Chagas e a vice-governadora Eliane Aquino entregaram, nesta quinta-feira (31), a nova Unidade de Apoio Crítico do Hospital. O setor possui dez leitos e recebeu equipamentos avaliados em R$ 1.060.000,00.
De acordo com o governador, a nova ala faz parte do direcionamento da gestão estadual para promover uma maior humanização ao Huse. "A partir do funcionamento dessa unidade de apoio ao paciente crítico, conseguimos desafogar outros setores, outras unidades aqui dentro do próprio Huse. Isso evita aquele problema que tínhamos em um passado recente, de corredores lotados e dificuldades até mesmo para que os próprios profissionais pudessem trabalhar em algumas alas. Isso significa dizer que a rede hospitalar está funcionando", disse Belivaldo.
Para o chefe do Executivo estadual, as unidades de saúde pública devem funcionar em rede para que a população tenha acesso a melhores serviços. "Tem sido essa a nossa preocupação o tempo todo, fazer a unidade funcionar em rede e, com isso, dar melhores condições de funcionalidade ao Huse e melhores condições de atendimento à população. Precisamos funcionar harmonicamente como uma orquestra e é por isso que nos preocupamos com o Hospital Cirurgia, onde as coisas também estão acontecendo, porque se lá funciona bem, o Huse também funciona. Nós ativamos uma parte cirúrgica no hospital de Socorro, onde estamos realizando cirurgias ortopédicas. A mesma coisa está acontecendo com as cirurgias vasculares que estão sendo feitas em São Cristóvão. Estamos desafogando o Huse, para melhor atender a população. As coisas estão funcionando sem nenhum problema em relação ao Huse". 
O secretário de Estado da Saúde, Valberto de Oliveira, explicou que o espaço possibilitará uma melhor organização nas demandas do maior hospital público de Sergipe. "Essa unidade resolverá um grande problema não só do Huse, como também de todos os regionais. É uma semi-intensiva onde os pacientes mais graves da Ala Vermelha vão poder ser beneficiados não só com a tecnologia que o setor vai oferecer, mas também com uma assistência que é padrão de UTI. A única diferença desse espaço para a UTI é que esta precisa de uma área de isolamento que é a única coisa que esse setor não vai dispor. Teremos técnicos de enfermagem, enfermeiras, médicos, todos habilitados em terapia intensiva para dar suporte a essa semi-intensiva. A unidade vai facilitar o fluxo na Ala vermelha, porque colocando os pacientes na semi-intensiva, será possível receber outros pacientes graves para serem estabilizados".
O secretário de Estado da Saúde, Valberto de Oliveira destacou que, atualmente, o gasto geral do Huse passa de R$ 1. 100.000, 00 por dia. "Na urgência, a nossa média de atendimento é de 300 a 400 paciente por dia, recentemente, com o fechamento do Nestor Piva, chegamos a 870, um aumento considerável. Hoje, a média está numa faixa de 400 a 450, mas mesmo assim, acima da média habitual", acrescentou o gestor da SES.
Conforme o superintendente do Huse, Darcy Tavares, a média mensal de cirurgias no Huse é de aproximadamente 300 procedimentos. "Primeiro, é interessante dizer que nós estamos seguindo à risca a determinação que nos foi dada pelo governador do Estado de humanizar o Hospital de Urgência de Sergipe. Para humanizar, a gente precisa dividir o fluxo do atendimento, dando melhor conforto ao paciente. Essa é uma unidade de apoio à pacientes críticos, que vai proporcionar que a gente não trave mais o nosso Centro Cirúrgico", expôs o superintendente.
A nova Unidade de Apoio Crítico do Huse também irá oferecer, pela primeira vez em Sergipe, dois leitos destinados à captação de órgãos, ou seja, para pacientes em protocolo de morte encefálica.

Para permitir um me- lhor fluxo dos pacien- tes de trauma do Pronto Socorro, retirar os pacientes da Sala de Recuperação Pós Anestésica (SRPA) e otimizar a disponibilidade da salas cirúrgicas do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), o governador Belivaldo Chagas e a vice-governadora Eliane Aquino entregaram, nesta quinta-feira (31), a nova Unidade de Apoio Crítico do Hospital. O setor possui dez leitos e recebeu equipamentos avaliados em R$ 1.060.000,00.
De acordo com o governador, a nova ala faz parte do direcionamento da gestão estadual para promover uma maior humanização ao Huse. "A partir do funcionamento dessa unidade de apoio ao paciente crítico, conseguimos desafogar outros setores, outras unidades aqui dentro do próprio Huse. Isso evita aquele problema que tínhamos em um passado recente, de corredores lotados e dificuldades até mesmo para que os próprios profissionais pudessem trabalhar em algumas alas. Isso significa dizer que a rede hospitalar está funcionando", disse Belivaldo.
Para o chefe do Executivo estadual, as unidades de saúde pública devem funcionar em rede para que a população tenha acesso a melhores serviços. "Tem sido essa a nossa preocupação o tempo todo, fazer a unidade funcionar em rede e, com isso, dar melhores condições de funcionalidade ao Huse e melhores condições de atendimento à população. Precisamos funcionar harmonicamente como uma orquestra e é por isso que nos preocupamos com o Hospital Cirurgia, onde as coisas também estão acontecendo, porque se lá funciona bem, o Huse também funciona. Nós ativamos uma parte cirúrgica no hospital de Socorro, onde estamos realizando cirurgias ortopédicas. A mesma coisa está acontecendo com as cirurgias vasculares que estão sendo feitas em São Cristóvão. Estamos desafogando o Huse, para melhor atender a população. As coisas estão funcionando sem nenhum problema em relação ao Huse". 
O secretário de Estado da Saúde, Valberto de Oliveira, explicou que o espaço possibilitará uma melhor organização nas demandas do maior hospital público de Sergipe. "Essa unidade resolverá um grande problema não só do Huse, como também de todos os regionais. É uma semi-intensiva onde os pacientes mais graves da Ala Vermelha vão poder ser beneficiados não só com a tecnologia que o setor vai oferecer, mas também com uma assistência que é padrão de UTI. A única diferença desse espaço para a UTI é que esta precisa de uma área de isolamento que é a única coisa que esse setor não vai dispor. Teremos técnicos de enfermagem, enfermeiras, médicos, todos habilitados em terapia intensiva para dar suporte a essa semi-intensiva. A unidade vai facilitar o fluxo na Ala vermelha, porque colocando os pacientes na semi-intensiva, será possível receber outros pacientes graves para serem estabilizados".
O secretário de Estado da Saúde, Valberto de Oliveira destacou que, atualmente, o gasto geral do Huse passa de R$ 1. 100.000, 00 por dia. "Na urgência, a nossa média de atendimento é de 300 a 400 paciente por dia, recentemente, com o fechamento do Nestor Piva, chegamos a 870, um aumento considerável. Hoje, a média está numa faixa de 400 a 450, mas mesmo assim, acima da média habitual", acrescentou o gestor da SES.
Conforme o superintendente do Huse, Darcy Tavares, a média mensal de cirurgias no Huse é de aproximadamente 300 procedimentos. "Primeiro, é interessante dizer que nós estamos seguindo à risca a determinação que nos foi dada pelo governador do Estado de humanizar o Hospital de Urgência de Sergipe. Para humanizar, a gente precisa dividir o fluxo do atendimento, dando melhor conforto ao paciente. Essa é uma unidade de apoio à pacientes críticos, que vai proporcionar que a gente não trave mais o nosso Centro Cirúrgico", expôs o superintendente.
A nova Unidade de Apoio Crítico do Huse também irá oferecer, pela primeira vez em Sergipe, dois leitos destinados à captação de órgãos, ou seja, para pacientes em protocolo de morte encefálica.