A agonia da Fafen

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Publicada em 02/02/2019 às 16:17:00

 

O Governo de Sergipe está ata-
cando em todas as frentes para 
evitar a extinção da Fafen. Além da necessária interlocução política, realizada por meio de apelos renovados junto à presidência da República, o poder público estadual investe também na via jurídica. Última sexta-feira, sem outra alternativa no horizonte, o governador Belivaldo Chagas decidiu levar a questão até a barra dos tribunais.
A queda de braça com a Petrobras já dura quase um ano, entre muitas idas e vindas. Razões para manter a Fafen funcionando, a todo vapor, não faltam. Todas relacionadas à economia local e as oportunidades de trabalho para o povo sergipano. Última quinta-feira, contudo, a fábrica de fertilizantes finalmente entrou em estado de hibernação.
A expectativa de um impacto social profundo é o principal argumento a favor da Fafen. Não é o único. Com fábricas em Sergipe e na Bahia, as unidades da fábrica tem potencial para empregar 1.500 trabalhadores e gerar mais de 5 mil empregos indiretos.
Juntas, elas eram responsáveis por 30% da produção de fertilizantes do País, que importa grandes quantidades do produto, a fim de abastecer a produção nacional de alimentos.
Desemprego e queda na arrecadação, as consequências previsíveis quando uma empresa fecha as portas, soam como pesadelo para qualquer gestor público com um pingo de preocupação social, ainda mais em dias de crise, como os de agora. Portanto, nada mais natural do que Belivaldo Chagas levar a briga pela Fafen até as últimas consequências. Se não foi por meio do diálogo, que seja por via judicial.

O Governo de Sergipe está ata- cando em todas as frentes para  evitar a extinção da Fafen. Além da necessária interlocução política, realizada por meio de apelos renovados junto à presidência da República, o poder público estadual investe também na via jurídica. Última sexta-feira, sem outra alternativa no horizonte, o governador Belivaldo Chagas decidiu levar a questão até a barra dos tribunais.
A queda de braça com a Petrobras já dura quase um ano, entre muitas idas e vindas. Razões para manter a Fafen funcionando, a todo vapor, não faltam. Todas relacionadas à economia local e as oportunidades de trabalho para o povo sergipano. Última quinta-feira, contudo, a fábrica de fertilizantes finalmente entrou em estado de hibernação.
A expectativa de um impacto social profundo é o principal argumento a favor da Fafen. Não é o único. Com fábricas em Sergipe e na Bahia, as unidades da fábrica tem potencial para empregar 1.500 trabalhadores e gerar mais de 5 mil empregos indiretos.
Juntas, elas eram responsáveis por 30% da produção de fertilizantes do País, que importa grandes quantidades do produto, a fim de abastecer a produção nacional de alimentos.
Desemprego e queda na arrecadação, as consequências previsíveis quando uma empresa fecha as portas, soam como pesadelo para qualquer gestor público com um pingo de preocupação social, ainda mais em dias de crise, como os de agora. Portanto, nada mais natural do que Belivaldo Chagas levar a briga pela Fafen até as últimas consequências. Se não foi por meio do diálogo, que seja por via judicial.