João Daniel externa preocupação com consequências da hibernação da Fafen

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Publicada em 06/02/2019 às 05:26:00

 

Em seu primeiro pronunciamento na Câmara dos Deputados nesta nova legislatura, o deputado federal João Daniel (PT/SE), na sessão desta terça-feira, , externou sua preocupação com a hibernação da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) em Sergipe. A Petrobras deu início à hibernação da fábrica, localizada no município de Laranjeiras, na última semana. O parlamentar destacou a importância que representa a Fafen para a economia sergipana.
 "O governo Bolsonaro não pode dar de presente logo no primeiro mês de governo uma fábrica da importância que é a Fafen para os estados de Sergipe e Bahia", afirmou. Com uma unidade instalada também no município de Camaçari, na Bahia, a Fafen nesses dois estados, segundo informações do Sindicato dos Petroleiros de Sergipe e Bahia (Sindipetro), tem potencial para empregar 1.500 trabalhadores, gerando mais de 5 mil empregos indiretos na cadeia produtiva da indústria. Juntas são responsáveis por 30% da produção de fertilizantes do país, que importa os 70% restantes para a produção nacional de alimentos.
O deputado João Daniel disse que espera que a bancada ruralista, que defende o agronegócio, pense ao menos nos interesses nacionais e faça com que o governo recue dessa decisão de hibernar a Fafen. Além do desemprego dos trabalhadores diretos e indiretos atingidos pela hibernação da fábrica e das consequências à economia de Sergipe, da Bahia e, consequentemente, do Brasil, em seu discurso, o parlamentar ressaltou as consequências à saúde da população que reside próximo à Fafen e ao meio ambiente do entorno, como já houve relatos de moradores de povoados próximos.
 "Estamos com esta preocupação e temos nos envolvido na defesa da continuidade do funcionamento da Fafen. Que as bancadas de Sergipe e da Bahia, na Câmara e no Senado, exijam respeito por parte da Petrobras, pela importância que esta fábrica tem para a soberania nacional, para o povo brasileiro e, em especial, para os trabalhadores e trabalhadoras dela", completou João Daniel.

Em seu primeiro pronunciamento na Câmara dos Deputados nesta nova legislatura, o deputado federal João Daniel (PT/SE), na sessão desta terça-feira, , externou sua preocupação com a hibernação da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) em Sergipe. A Petrobras deu início à hibernação da fábrica, localizada no município de Laranjeiras, na última semana. O parlamentar destacou a importância que representa a Fafen para a economia sergipana.
 "O governo Bolsonaro não pode dar de presente logo no primeiro mês de governo uma fábrica da importância que é a Fafen para os estados de Sergipe e Bahia", afirmou. Com uma unidade instalada também no município de Camaçari, na Bahia, a Fafen nesses dois estados, segundo informações do Sindicato dos Petroleiros de Sergipe e Bahia (Sindipetro), tem potencial para empregar 1.500 trabalhadores, gerando mais de 5 mil empregos indiretos na cadeia produtiva da indústria. Juntas são responsáveis por 30% da produção de fertilizantes do país, que importa os 70% restantes para a produção nacional de alimentos.
O deputado João Daniel disse que espera que a bancada ruralista, que defende o agronegócio, pense ao menos nos interesses nacionais e faça com que o governo recue dessa decisão de hibernar a Fafen. Além do desemprego dos trabalhadores diretos e indiretos atingidos pela hibernação da fábrica e das consequências à economia de Sergipe, da Bahia e, consequentemente, do Brasil, em seu discurso, o parlamentar ressaltou as consequências à saúde da população que reside próximo à Fafen e ao meio ambiente do entorno, como já houve relatos de moradores de povoados próximos.
 "Estamos com esta preocupação e temos nos envolvido na defesa da continuidade do funcionamento da Fafen. Que as bancadas de Sergipe e da Bahia, na Câmara e no Senado, exijam respeito por parte da Petrobras, pela importância que esta fábrica tem para a soberania nacional, para o povo brasileiro e, em especial, para os trabalhadores e trabalhadoras dela", completou João Daniel.