Sem pessimismo

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Publicada em 06/02/2019 às 05:38:00

 

Por falta de otimismo, o empresá-
rio do comércio sergipano não 
peca. A expectativa é de expansão dos negócios, com a contratação de trabalhadores. Segundo levantamento realizado pelo Fecomércio, a percepção é de que o pior momento da crise já passou. Pouco a pouco, a confiança na economia local vem sendo restabelecida.
Os números não mentem: 75% dos comerciantes pretendem contratar mão de obra, ao longo dos próximos meses. É bem verdade que entre intenção e gesto há ainda um intervalo bastante largo. Mas é sabido também que a economia se alimenta de projeções. E estas há muito não soam tão favoráveis.
Para o comércio local, vivemos hoje no melhor dos mundos possíveis. O índice de satisfação com a economia subiu mais de 26 pontos, impulsionado pelo crescimento das vendas, em relação ao ano passado. Após as incertezas próprias do período eleitoral, no entanto, a população voltou a coçar o bolso. Aparentemente, o círculo vicioso da crise foi rompido. E os empreendedores puderam finalmente respirar de novo, aliviados.
Não há lugar no mundo onde a economia seja movida exclusivamente por força de máquinas e braços fortes. Entre as variáveis determinando o sucesso de um investimento, a expectativa é das mais importantes. Parece meio abstrato, como de fato o é. Mas, de todo modo, os empresários não são conhecidos pela disposição de perder dinheiro. Se eles afirmam ter o propósito de empregar mais gente é porque há expectativa de retorno no horizonte.

Por falta de otimismo, o empresá- rio do comércio sergipano não  peca. A expectativa é de expansão dos negócios, com a contratação de trabalhadores. Segundo levantamento realizado pelo Fecomércio, a percepção é de que o pior momento da crise já passou. Pouco a pouco, a confiança na economia local vem sendo restabelecida.
Os números não mentem: 75% dos comerciantes pretendem contratar mão de obra, ao longo dos próximos meses. É bem verdade que entre intenção e gesto há ainda um intervalo bastante largo. Mas é sabido também que a economia se alimenta de projeções. E estas há muito não soam tão favoráveis.
Para o comércio local, vivemos hoje no melhor dos mundos possíveis. O índice de satisfação com a economia subiu mais de 26 pontos, impulsionado pelo crescimento das vendas, em relação ao ano passado. Após as incertezas próprias do período eleitoral, no entanto, a população voltou a coçar o bolso. Aparentemente, o círculo vicioso da crise foi rompido. E os empreendedores puderam finalmente respirar de novo, aliviados.
Não há lugar no mundo onde a economia seja movida exclusivamente por força de máquinas e braços fortes. Entre as variáveis determinando o sucesso de um investimento, a expectativa é das mais importantes. Parece meio abstrato, como de fato o é. Mas, de todo modo, os empresários não são conhecidos pela disposição de perder dinheiro. Se eles afirmam ter o propósito de empregar mais gente é porque há expectativa de retorno no horizonte.