Bombeiros de SE enviam equipe para resgates em Brumadinho

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OS BOMBEIROS DE MINAS GERAIS CONTINUAM RECEBENDO COLEGAS DE OUTROS ESTADOS EM BUSCA DOS 182 AINDA DESPARECIDOS; JÁ SÃO 150 MORTOS
OS BOMBEIROS DE MINAS GERAIS CONTINUAM RECEBENDO COLEGAS DE OUTROS ESTADOS EM BUSCA DOS 182 AINDA DESPARECIDOS; JÁ SÃO 150 MORTOS

Cinco bombeiros e quatro cães farejadores integram a equipe que vai a Brumadinho
Cinco bombeiros e quatro cães farejadores integram a equipe que vai a Brumadinho

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Publicada em 07/02/2019 às 07:06:00

 

O Corpo de Bombeiros 
de Sergipe foi solici
tado e também irá atuar nas buscas às vítimas do rompimento da barragem de rejeitos de mineração da Vale, em Brumadinho (MG). A corporação atuará com equipes formadas por cinco bombeiros e quatro cães, que seguiram para o local na madrugada de hoje. As equipes serão coordenadas pelo Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, que solicitou o apoio a unidades de todo o país. A unidade sergipana estará atuando na cidade por tempo indeterminado, de acordo com as orientações da corporação mineira.
"Neste momento, o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais percebe a necessidade dos cães atuarem na própria lama, que está um pouco mais solidificada. Então como nós temos uma equipe altamente especializada dos bombeiros e dos cães, colocamos nosso grupo à disposição desde o dia da tragédia. Os cães precisam ser substituídos com novas equipes para continuarem avançando no terreno, tendo em vista que a área da dimensão da tragédia é muito grande", explicou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros do Estado de Sergipe, coronel Gilfran Marcelio Mateus.
Com a pouca expectativa de encontrar sobreviventes, a atuação dos cães farejadores é crucial para localizar as vítimas depois de 12 dias do acidente. Vários bombeiros de outros estados também estão se deslocando para Brumadinho com o objetivo de auxiliar as buscas realizadas pelas forças de segurança locais.
"Nosso deslocamento será realizado por terra porque é a melhor opção para levarmos os cães, equipamentos pesados, estrutura para montar um ponto base. Iremos permanecer de forma independente por 10 dias, pois não queremos nos tornar um problema logístico para eles. É um trabalho perigoso, que exige bastante cautela, serenidade nas ações, clareza nos objetivos e na comunicação. O objetivo maior é a segurança de quem está trabalhando na área quente e tentar resgatar o máximo possível para confortar aquelas pessoas que choram desde o dia do desastre", concluiu o capitão Alysson Carvalho, coordenador da equipe dos bombeiros de Sergipe e do Serviço de Busca, Resgate e Salvamento com Cães do Corpo de Bombeiros.

O Corpo de Bombeiros  de Sergipe foi solici tado e também irá atuar nas buscas às vítimas do rompimento da barragem de rejeitos de mineração da Vale, em Brumadinho (MG). A corporação atuará com equipes formadas por cinco bombeiros e quatro cães, que seguiram para o local na madrugada de hoje. As equipes serão coordenadas pelo Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, que solicitou o apoio a unidades de todo o país. A unidade sergipana estará atuando na cidade por tempo indeterminado, de acordo com as orientações da corporação mineira.
"Neste momento, o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais percebe a necessidade dos cães atuarem na própria lama, que está um pouco mais solidificada. Então como nós temos uma equipe altamente especializada dos bombeiros e dos cães, colocamos nosso grupo à disposição desde o dia da tragédia. Os cães precisam ser substituídos com novas equipes para continuarem avançando no terreno, tendo em vista que a área da dimensão da tragédia é muito grande", explicou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros do Estado de Sergipe, coronel Gilfran Marcelio Mateus.
Com a pouca expectativa de encontrar sobreviventes, a atuação dos cães farejadores é crucial para localizar as vítimas depois de 12 dias do acidente. Vários bombeiros de outros estados também estão se deslocando para Brumadinho com o objetivo de auxiliar as buscas realizadas pelas forças de segurança locais.
"Nosso deslocamento será realizado por terra porque é a melhor opção para levarmos os cães, equipamentos pesados, estrutura para montar um ponto base. Iremos permanecer de forma independente por 10 dias, pois não queremos nos tornar um problema logístico para eles. É um trabalho perigoso, que exige bastante cautela, serenidade nas ações, clareza nos objetivos e na comunicação. O objetivo maior é a segurança de quem está trabalhando na área quente e tentar resgatar o máximo possível para confortar aquelas pessoas que choram desde o dia do desastre", concluiu o capitão Alysson Carvalho, coordenador da equipe dos bombeiros de Sergipe e do Serviço de Busca, Resgate e Salvamento com Cães do Corpo de Bombeiros.