Prefeitura afasta professora acusada de agredir criança

Cidades

 

A Prefeitura de Nossa Senhora do Socorro confirmou na manhã de ontem que optou por exonerar do cargo de coordenadora pedagógica a professora suspeita de agredir uma criança de nove anos. Além de ser substituída no cargo diretivo, a docente - que não teve a identidade revelada -, também está proibida de acessar as dependências da Escola Municipal Pedro Moreira Filho, localizada no Povoado Taiçoca de Fora, onde trabalhava. Em um vídeo gravado por um ex-cuidador da escola, que preferiu não ser identificado, a acusada surge em posse de uma lixeira e pede para que os demais alunos o ignorem, façam de conta que ele não existe.
A criança, conforme revelado pela família, é autista. Diante da repercussão do caso, o Conselho Tutelar pretende discutir o caso junto ao Ministério Público Estadual (MPE), e ao Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJ/SE). Em uma das imagens compartilhadas nas redes sociais é possível ver o menino chorando no chão. A Secretaria Municipal da Educação informou que ainda no final da manhã de ontem o poder executivo municipal optou por abrir um processo administrativo disciplinar para apurar a conduta da educadora. Enquanto as investigações não são concluídas, a professora segue afastada de todas as atividades funcionais por tempo indeterminado.
Dentro da perspectiva de agilizar as investigações e aplicar as devidas punições à acusada, a expectativa é que o ex-funcionário - demitido logo após denunciar a ex-colega de trabalho -, seja convidado a depor. Em pronunciamento rápido ele informou que o registro ocorreu entre novembro e dezembro do ano passado, e, além de agressões verbais e psicológicas, também aconteciam agressões físicas. "Eu não aguentava mais guardar aquela cena de crueldade praticada contra uma criança e decidi denunciar. Não podemos permitir que esse tipo de conduta se repita, em especial, dentro de uma escola. Local sagrado, responsável por preparar as crianças para o futuro" declarou.
A professora acusada e os pais da criança não se manifestaram oficialmente sobre o assunto. De igual modo no início da tarde de ontem o JORNAL DO DIA também entrou em contato com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica da Rede Oficial do Estado de Sergipe (Sintese) na perspectiva de saber se o Conselho de Ética será acionado para analisar os fatos, mas até às 19h não recebemos nenhuma resposta. O Ministério Público Estadual informou que deve se pronunciar sobre o assunto após receber o conteúdo formal e protocolado das denúncias. (Milton Alves Júnior)

A Prefeitura de Nossa Senhora do Socorro confirmou na manhã de ontem que optou por exonerar do cargo de coordenadora pedagógica a professora suspeita de agredir uma criança de nove anos. Além de ser substituída no cargo diretivo, a docente - que não teve a identidade revelada -, também está proibida de acessar as dependências da Escola Municipal Pedro Moreira Filho, localizada no Povoado Taiçoca de Fora, onde trabalhava. Em um vídeo gravado por um ex-cuidador da escola, que preferiu não ser identificado, a acusada surge em posse de uma lixeira e pede para que os demais alunos o ignorem, façam de conta que ele não existe.
A criança, conforme revelado pela família, é autista. Diante da repercussão do caso, o Conselho Tutelar pretende discutir o caso junto ao Ministério Público Estadual (MPE), e ao Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJ/SE). Em uma das imagens compartilhadas nas redes sociais é possível ver o menino chorando no chão. A Secretaria Municipal da Educação informou que ainda no final da manhã de ontem o poder executivo municipal optou por abrir um processo administrativo disciplinar para apurar a conduta da educadora. Enquanto as investigações não são concluídas, a professora segue afastada de todas as atividades funcionais por tempo indeterminado.
Dentro da perspectiva de agilizar as investigações e aplicar as devidas punições à acusada, a expectativa é que o ex-funcionário - demitido logo após denunciar a ex-colega de trabalho -, seja convidado a depor. Em pronunciamento rápido ele informou que o registro ocorreu entre novembro e dezembro do ano passado, e, além de agressões verbais e psicológicas, também aconteciam agressões físicas. "Eu não aguentava mais guardar aquela cena de crueldade praticada contra uma criança e decidi denunciar. Não podemos permitir que esse tipo de conduta se repita, em especial, dentro de uma escola. Local sagrado, responsável por preparar as crianças para o futuro" declarou.
A professora acusada e os pais da criança não se manifestaram oficialmente sobre o assunto. De igual modo no início da tarde de ontem o JORNAL DO DIA também entrou em contato com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica da Rede Oficial do Estado de Sergipe (Sintese) na perspectiva de saber se o Conselho de Ética será acionado para analisar os fatos, mas até às 19h não recebemos nenhuma resposta. O Ministério Público Estadual informou que deve se pronunciar sobre o assunto após receber o conteúdo formal e protocolado das denúncias. (Milton Alves Júnior)

 


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