Pelo diálogo

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 12/02/2019 às 06:05:00

 

Quem precisa de assistência mé
dica e não dispões de meios para 
recorrer à rede de saúde privada está obrigado, por força das circunstâncias, a se contentar com o atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento mantidas pela prefeitura de Aracaju. Vira e mexe, no entanto, a dor dos suplicantes vira moeda de troca na queda de braço travada entre profissionais médicos e a administração municipal. Quando é assim, os interesses corporativos de uns poucos acabam falando mais alto, em prejuízo do bem comum.
É justamente o que vem ocorrendo em algumas unidades públicas de saúde da capital sergipana. No final de semana, após a oportuna intervenção do Ministério Público, a interdição ética promovida pelo Conselho Regional de Medicina nas UPA's  finalmente foi suspensa, ao menos em parte. O problema de fundo, no entanto, persiste.
A UPA da Zona Sul está de portas abertas, pronta para atender a população. O setor de clínica médica, responsável pela maioria dos atendimentos, já funciona normalmente. É lá que os profissionais médicos investigam possíveis diagnósticos, bem como realizam procedimentos de baixa complexidade, sem necessidades cirúrgicas ou de internamentos. Mas ainda é preciso encontrar profissionais dispostos a trabalhar nas alas pediátrica e cirúrgica da unidade.
Segundo a secretária Waneska Barboza, todas as providências necessárias para suprir a carência estão sendo tomadas, com a contratação e o remanejamento de médicos, em caráter emergencial. Contudo, ao contrário do que é proposto pela prefeitura, a turma do jaleco não aceita receber nem um centavo a menos.
O impasse entre a PMA e os médicos não passa de uma questão pecuniária. Para os médicos não tem acordo, eles se recusam receber menos pelo plantão de 12 horas. E ponto final. Mas a contratação de profissionais por via jurídica, tendo em vista a solução imediata do problema, não parece um expediente aceitável, em longo prazo. Em respeito à população, as partes em conflito ainda têm muito o que conversar.

Quem precisa de assistência mé dica e não dispões de meios para  recorrer à rede de saúde privada está obrigado, por força das circunstâncias, a se contentar com o atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento mantidas pela prefeitura de Aracaju. Vira e mexe, no entanto, a dor dos suplicantes vira moeda de troca na queda de braço travada entre profissionais médicos e a administração municipal. Quando é assim, os interesses corporativos de uns poucos acabam falando mais alto, em prejuízo do bem comum.
É justamente o que vem ocorrendo em algumas unidades públicas de saúde da capital sergipana. No final de semana, após a oportuna intervenção do Ministério Público, a interdição ética promovida pelo Conselho Regional de Medicina nas UPA's  finalmente foi suspensa, ao menos em parte. O problema de fundo, no entanto, persiste.
A UPA da Zona Sul está de portas abertas, pronta para atender a população. O setor de clínica médica, responsável pela maioria dos atendimentos, já funciona normalmente. É lá que os profissionais médicos investigam possíveis diagnósticos, bem como realizam procedimentos de baixa complexidade, sem necessidades cirúrgicas ou de internamentos. Mas ainda é preciso encontrar profissionais dispostos a trabalhar nas alas pediátrica e cirúrgica da unidade.
Segundo a secretária Waneska Barboza, todas as providências necessárias para suprir a carência estão sendo tomadas, com a contratação e o remanejamento de médicos, em caráter emergencial. Contudo, ao contrário do que é proposto pela prefeitura, a turma do jaleco não aceita receber nem um centavo a menos.
O impasse entre a PMA e os médicos não passa de uma questão pecuniária. Para os médicos não tem acordo, eles se recusam receber menos pelo plantão de 12 horas. E ponto final. Mas a contratação de profissionais por via jurídica, tendo em vista a solução imediata do problema, não parece um expediente aceitável, em longo prazo. Em respeito à população, as partes em conflito ainda têm muito o que conversar.