Comoção no sepultamento de Áthila Paixão

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CENTENAS DE PESSOAS PARTICIPARAM ONTEM DE MANHÃ DO ENTERRO DO JOVEM ÁTHILA PAIXÃO, NO POVOADO BRASÍLIA, EM LAGARTO. ELE TINHA APENAS 14 ANOS
CENTENAS DE PESSOAS PARTICIPARAM ONTEM DE MANHÃ DO ENTERRO DO JOVEM ÁTHILA PAIXÃO, NO POVOADO BRASÍLIA, EM LAGARTO. ELE TINHA APENAS 14 ANOS

Comoção no enterro de Áthila, que morreu no incêndio do alojamento do Flamengo
Comoção no enterro de Áthila, que morreu no incêndio do alojamento do Flamengo

Áthila Paixão tinha apenas 14 anos
Áthila Paixão tinha apenas 14 anos

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Publicada em 12/02/2019 às 06:08:00

 

Givaldo Batista
givaldobs@yahoo.com.br 
Desde o final da tar-
de de domingo, 
(10), quando desembarcou no Aeroporto de Aracaju, até o final da manhã desta segunda-feira (11), quando foi desceu à sepultura, no pequeno cemitério do povoado Brasília, município Lagarto, uma comoção tomou conta da população no trajeto, velório e sepultamento do corpo do jovem Áthila Paixão, 14 anos, morto tragicamente no incêndio da concentração do Ninho do Urubu, concentração do Flamengo no Rio de Janeiro.
O corpo desembarcou em Aracaju as 16h00 da tarde de domingo seguiu para o povoado Brasília, na cidade de Lagarto. Durante todo o trajeto, populares se concentravam nas portas, nas vias públicas, para prestar as últimas homenagens ao jovem atleta sergipano. De Aracaju, o caixão seguiu em um carro de uma funerária até a cidade o povoado Estancinha, já em Lagarto, onde o esperava um caminhão do Corpo de Bombeiros do município, que o levou no alto e passou pelos povoados de Carrapicho, Genipapo para chegar no Brasília. Por onde o corpo passou a população estava nas ruas e demonstrou comoção.
Em frente ao carro do Corpo de Bombeiro centenas de motos faziam buzinaço, dezenas de carros acompanham o translado e milhares de pessoas vestiam a camisa do Flamengo, gritavam pelo nome de Athila, cantavam o hino do clube e choravam. 
O corpo foi velado por toda a noite de domingo e manhã da segunda-feira, na quadra de esportes do povoado Brasília, onde o atleta deu os primeiros passos rumo ao estrelato, interrompido tragicamente na manhã da última sexta-feira no Rio de Janeiro.
"Sou torcedor fanático do Flamengo e estou aqui para fazer a última homenagem para o Áthila, que era um jovem sonhador do Clube de Regata do Flamengo", afirma o amigo, Gilmar Souza.
Sepultamento - Amigos, parentes e familiares prestaram as últimas homenagens a Áthila Paixão. Muitos deram depoimentos falando do início da carreira do jovem atleta e da satisfação que ele estava por ter conseguido o sonho de jogar nas equipes de base do Flamengo, sonho de milhões de jovens brasileiros.  
      
O sepultamento foi acompanhado por representantes do Flamengo que vieram do Rio de Janeiro, mas assim como os pais de Athila, preferiram não falar com a imprensa. 
 - Ele era muito talentoso e a carreira estava seguindo no caminhado certo. Ele era filho único e sempre chegava aqui sorridente, brincando e não via a hora de voltar para continuar treinando", conta o tio do Áthila, Paulo César de Souza. 
Coberto pelas bandeiras do Flamengo e da Escolinha Geração do Futuro, o caixão seguiu em um carro aberto do Corpo de Bombeiros, durante um cortejo acompanhado por uma multidão pelas ruas do povoado. No cemitério, muitas lágrimas pela partida precoce do jovem jogador.  "Ele passou dois meses de férias com a gente e no domingo passado voltou ao Rio empolgado porque iria para o novo centro de treinamento", contou Adilson, amigo do atleta.

Desde o final da tar- de de domingo,  (10), quando desembarcou no Aeroporto de Aracaju, até o final da manhã desta segunda-feira (11), quando foi desceu à sepultura, no pequeno cemitério do povoado Brasília, município Lagarto, uma comoção tomou conta da população no trajeto, velório e sepultamento do corpo do jovem Áthila Paixão, 14 anos, morto tragicamente no incêndio da concentração do Ninho do Urubu, concentração do Flamengo no Rio de Janeiro.
O corpo desembarcou em Aracaju as 16h00 da tarde de domingo seguiu para o povoado Brasília, na cidade de Lagarto. Durante todo o trajeto, populares se concentravam nas portas, nas vias públicas, para prestar as últimas homenagens ao jovem atleta sergipano. De Aracaju, o caixão seguiu em um carro de uma funerária até a cidade o povoado Estancinha, já em Lagarto, onde o esperava um caminhão do Corpo de Bombeiros do município, que o levou no alto e passou pelos povoados de Carrapicho, Genipapo para chegar no Brasília. Por onde o corpo passou a população estava nas ruas e demonstrou comoção.
Em frente ao carro do Corpo de Bombeiro centenas de motos faziam buzinaço, dezenas de carros acompanham o translado e milhares de pessoas vestiam a camisa do Flamengo, gritavam pelo nome de Athila, cantavam o hino do clube e choravam. 
O corpo foi velado por toda a noite de domingo e manhã da segunda-feira, na quadra de esportes do povoado Brasília, onde o atleta deu os primeiros passos rumo ao estrelato, interrompido tragicamente na manhã da última sexta-feira no Rio de Janeiro.
"Sou torcedor fanático do Flamengo e estou aqui para fazer a última homenagem para o Áthila, que era um jovem sonhador do Clube de Regata do Flamengo", afirma o amigo, Gilmar Souza.
Sepultamento - Amigos, parentes e familiares prestaram as últimas homenagens a Áthila Paixão. Muitos deram depoimentos falando do início da carreira do jovem atleta e da satisfação que ele estava por ter conseguido o sonho de jogar nas equipes de base do Flamengo, sonho de milhões de jovens brasileiros.        O sepultamento foi acompanhado por representantes do Flamengo que vieram do Rio de Janeiro, mas assim como os pais de Athila, preferiram não falar com a imprensa. 
 - Ele era muito talentoso e a carreira estava seguindo no caminhado certo. Ele era filho único e sempre chegava aqui sorridente, brincando e não via a hora de voltar para continuar treinando", conta o tio do Áthila, Paulo César de Souza. 
Coberto pelas bandeiras do Flamengo e da Escolinha Geração do Futuro, o caixão seguiu em um carro aberto do Corpo de Bombeiros, durante um cortejo acompanhado por uma multidão pelas ruas do povoado. No cemitério, muitas lágrimas pela partida precoce do jovem jogador.  "Ele passou dois meses de férias com a gente e no domingo passado voltou ao Rio empolgado porque iria para o novo centro de treinamento", contou Adilson, amigo do atleta.