A música do trombonista João Machala é destaque do SescTV

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Publicada em 12/02/2019 às 06:17:00

 

No dia 17 de fevereiro, a partir das 21h30, o SescTV estreia documentário da série Passagem de Som e show da série Instrumental Sesc Brasil, com o trombonista, arranjador e compositor mineiro João Machala. No primeiro, a produção acompanha a visita do músico ao também trombonista Jorginho Neto. No segundo, Machala apresenta repertório que mistura ritmos populares e eruditos. As atrações, com direção geral de Max Alvim, ainda podem ser assistidas em sesctv.org.br/aovivo.
Há tempos, Minas Gerais revela jovens artistas e João Machala não foge à regra. Nascido em Belo Horizonte, desde pequeno, aprendeu a dividir com o público as experiências de sua jornada. Aos 12 anos, começou a tocar trombone na banda do Colégio Militar da capital mineira. Três anos depois, estava na Orquestra Sinfônica Jovem do Palácio das Artes, iniciativa destinada a formar novos talentos em Belo Horizonte. Passou a adolescência no palco, ensaiando e fazendo concertos regularmente. Quando atingiu a maioridade, Machala já estava pronto para seguir uma carreira de sucesso. Hoje, ele é uma figura ativa na cena musical de sua cidade e, fora o trabalho em orquestra, também se aventura por outras formações e gêneros como oSepteto 774, a MG Big Band e o grupo Iconili.
No Passagem de Som, João Machala vai ao Souza Lima - Conservatório e Faculdade de Música, na capital paulista, para conversar com o trombonista Jorginho Neto. Ao lado do colega, ele fala sobre sua experiência no Cefar - Centro de Formação Artística, onde estudou por três anos Harmonia e História da música, e por um ano aperfeiçoou a técnica do instrumento que toca. Eles comentam sobre a importância de um dos mestres do trombone, Raul de Souza, para a história desse objeto. "Eu falei para o Raul me aconselhar, ele tem muita experiência, viveu todas as fases e tocou com os melhores", diz João Machala. Neto ressalta que, apesar de Raul ser um ícone da música instrumental, ele é uma pessoa humilde. "Arrogância não combina com música e olha que ele já tocou com Frank Rosolino, Sonny Rollins e Cannonball", lembra entusiasmado.
Em 2018, João Machala foi um dos vencedores da 18ª edição do Prêmio BDMG Instrumental, criado em 2001 para prestigiar compositores e arranjadores da música instrumental de Minas Gerais. "Eu acompanho esse prêmio desde novo. Eu imaginava um dia ter condições de competir", revela. Na final do concurso, o trombonista apresentou duas músicas próprias,Domingo e Canção da Madrugada, além de um arranjo para o frevo Cordão da Saideira, de Edu Lobo. A premiação coroou um trabalho reconhecido pelos artistas com quem tocou. Leila Pinheiro, Mauro Senise, Nelson Ayres, Toninho Horta e Andrea Bocelli são alguns deles.   
O Passagem de Som também destaca os bastidores do show realizado por Machala para a série Instrumental Sesc Brasil, gravado no teatro Anchieta do Sesc Consolação, em agosto de 2018, em São Paulo, e exibido na sequência. No espetáculo, o trombonista é acompanhado por Breno Mendonça, no saxofone tenor e soprano; Felipe Vilas Boas, na guitarra; Igor Neves, no teclado; Aloizio Horta, no baixo; e Gabriel Bruce, na bateria. Fazem parte do repertório músicas como Barcelona; Samba do Protásio; Canção da Madrugada; Domingo; Desencontro; e Mestre Raul, todas de autoria de João Machala, além de No Cordão da Saideira, de Edu Lobo.

No dia 17 de fevereiro, a partir das 21h30, o SescTV estreia documentário da série Passagem de Som e show da série Instrumental Sesc Brasil, com o trombonista, arranjador e compositor mineiro João Machala. No primeiro, a produção acompanha a visita do músico ao também trombonista Jorginho Neto. No segundo, Machala apresenta repertório que mistura ritmos populares e eruditos. As atrações, com direção geral de Max Alvim, ainda podem ser assistidas em sesctv.org.br/aovivo.
Há tempos, Minas Gerais revela jovens artistas e João Machala não foge à regra. Nascido em Belo Horizonte, desde pequeno, aprendeu a dividir com o público as experiências de sua jornada. Aos 12 anos, começou a tocar trombone na banda do Colégio Militar da capital mineira. Três anos depois, estava na Orquestra Sinfônica Jovem do Palácio das Artes, iniciativa destinada a formar novos talentos em Belo Horizonte. Passou a adolescência no palco, ensaiando e fazendo concertos regularmente. Quando atingiu a maioridade, Machala já estava pronto para seguir uma carreira de sucesso. Hoje, ele é uma figura ativa na cena musical de sua cidade e, fora o trabalho em orquestra, também se aventura por outras formações e gêneros como oSepteto 774, a MG Big Band e o grupo Iconili.
No Passagem de Som, João Machala vai ao Souza Lima - Conservatório e Faculdade de Música, na capital paulista, para conversar com o trombonista Jorginho Neto. Ao lado do colega, ele fala sobre sua experiência no Cefar - Centro de Formação Artística, onde estudou por três anos Harmonia e História da música, e por um ano aperfeiçoou a técnica do instrumento que toca. Eles comentam sobre a importância de um dos mestres do trombone, Raul de Souza, para a história desse objeto. "Eu falei para o Raul me aconselhar, ele tem muita experiência, viveu todas as fases e tocou com os melhores", diz João Machala. Neto ressalta que, apesar de Raul ser um ícone da música instrumental, ele é uma pessoa humilde. "Arrogância não combina com música e olha que ele já tocou com Frank Rosolino, Sonny Rollins e Cannonball", lembra entusiasmado.
Em 2018, João Machala foi um dos vencedores da 18ª edição do Prêmio BDMG Instrumental, criado em 2001 para prestigiar compositores e arranjadores da música instrumental de Minas Gerais. "Eu acompanho esse prêmio desde novo. Eu imaginava um dia ter condições de competir", revela. Na final do concurso, o trombonista apresentou duas músicas próprias,Domingo e Canção da Madrugada, além de um arranjo para o frevo Cordão da Saideira, de Edu Lobo. A premiação coroou um trabalho reconhecido pelos artistas com quem tocou. Leila Pinheiro, Mauro Senise, Nelson Ayres, Toninho Horta e Andrea Bocelli são alguns deles.   
O Passagem de Som também destaca os bastidores do show realizado por Machala para a série Instrumental Sesc Brasil, gravado no teatro Anchieta do Sesc Consolação, em agosto de 2018, em São Paulo, e exibido na sequência. No espetáculo, o trombonista é acompanhado por Breno Mendonça, no saxofone tenor e soprano; Felipe Vilas Boas, na guitarra; Igor Neves, no teclado; Aloizio Horta, no baixo; e Gabriel Bruce, na bateria. Fazem parte do repertório músicas como Barcelona; Samba do Protásio; Canção da Madrugada; Domingo; Desencontro; e Mestre Raul, todas de autoria de João Machala, além de No Cordão da Saideira, de Edu Lobo.