Madeireira destruída em incêndio não tinha seguro

Cidades

 

Equipes do Corpo de Bombeiros concluíram ontem o trabalho de combate ao incêndio na Serigy Madeiras, localizada no bairro Industrial, centro de Aracaju. Ao todo, sete viaturas e nove carros civis foram empregados. O fogo, que começou às 18h40 de anteontem, foi totalmente controlado por volta das 22h, mas na manhã seguinte, soldados da corporação permaneceram fazendo o rescaldo dos escombros da loja. Todo o prédio e o material que nele havia foi destruído pelo fogo. O estabelecimento, segundo os proprietários, não tinha seguro.  
De acordo com o comandante geral do CBMSE, o coronel Gilfran Mateus, houve dificuldade de acesso à edificação, já que não havia ninguém no local e todas as portas estavam trancadas. "Nós tivemos muita dificuldade de entrar, pois ela estava totalmente fechada. Isso prova que o incêndio começou internamente e se alastrou porque não tinha ninguém que pudesse fazer um primeiro combate. Quando chegamos ao local, o incêndio já estava em uma dimensão significativa, tivemos dificuldade, mas conseguimos controlar evitando que se propagasse para as edificações vizinhas", afirma o comandante.
Ao todo, nove carros-pipas foram direcionados para o incidente e ajudaram no reabastecimento das viaturas, que empregaram 200 mil litros de água para controlar o incêndio. "Foi importante ter os carros-pipas, porque numa ocorrência como essa, temos somente nossa viatura para fazer o transporte da água, tendo que sair a todo instante para reabastecer nos hidrantes e voltar para a cena. Tendo esse apoio, nós abastecemos no próprio local e as bombas das nossas viaturas permanecem ininterruptamente dando pressão nas mangueiras, com água suficiente para controlar o incêndio", explica o coronel Mateus.
O trabalho da perícia para apurar as possíveis causas do ocorrido ainda não foi possível ser iniciado, pois ainda há um calor intenso dentro da edificação, assim como brasas e pequenas chamas. "Isso prejudica o início do nosso trabalho de perícia, devemos começar assim que tivermos condições de adentrar o local em segurança e retirar alguns materiais que foram queimados. Ainda estamos fazendo o trabalho de rescaldo e tendo sempre que ficar controlando as chamas, para evitar que esse fogo se propague novamente e aumente sua dimensão", diz o comandante.

Equipes do Corpo de Bombeiros concluíram ontem o trabalho de combate ao incêndio na Serigy Madeiras, localizada no bairro Industrial, centro de Aracaju. Ao todo, sete viaturas e nove carros civis foram empregados. O fogo, que começou às 18h40 de anteontem, foi totalmente controlado por volta das 22h, mas na manhã seguinte, soldados da corporação permaneceram fazendo o rescaldo dos escombros da loja. Todo o prédio e o material que nele havia foi destruído pelo fogo. O estabelecimento, segundo os proprietários, não tinha seguro.  
De acordo com o comandante geral do CBMSE, o coronel Gilfran Mateus, houve dificuldade de acesso à edificação, já que não havia ninguém no local e todas as portas estavam trancadas. "Nós tivemos muita dificuldade de entrar, pois ela estava totalmente fechada. Isso prova que o incêndio começou internamente e se alastrou porque não tinha ninguém que pudesse fazer um primeiro combate. Quando chegamos ao local, o incêndio já estava em uma dimensão significativa, tivemos dificuldade, mas conseguimos controlar evitando que se propagasse para as edificações vizinhas", afirma o comandante.
Ao todo, nove carros-pipas foram direcionados para o incidente e ajudaram no reabastecimento das viaturas, que empregaram 200 mil litros de água para controlar o incêndio. "Foi importante ter os carros-pipas, porque numa ocorrência como essa, temos somente nossa viatura para fazer o transporte da água, tendo que sair a todo instante para reabastecer nos hidrantes e voltar para a cena. Tendo esse apoio, nós abastecemos no próprio local e as bombas das nossas viaturas permanecem ininterruptamente dando pressão nas mangueiras, com água suficiente para controlar o incêndio", explica o coronel Mateus.
O trabalho da perícia para apurar as possíveis causas do ocorrido ainda não foi possível ser iniciado, pois ainda há um calor intenso dentro da edificação, assim como brasas e pequenas chamas. "Isso prejudica o início do nosso trabalho de perícia, devemos começar assim que tivermos condições de adentrar o local em segurança e retirar alguns materiais que foram queimados. Ainda estamos fazendo o trabalho de rescaldo e tendo sempre que ficar controlando as chamas, para evitar que esse fogo se propague novamente e aumente sua dimensão", diz o comandante.

 


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