Agentes de endemias realizam ações de bloqueio contra o mosquito Aedes Aegypti

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Agentes fazem aplicações de inseticida nos pontos ainda críticos da capital, para evitar nova infestação do mosquito que provoca dengue, zica e chikungunya
Agentes fazem aplicações de inseticida nos pontos ainda críticos da capital, para evitar nova infestação do mosquito que provoca dengue, zica e chikungunya

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Publicada em 13/02/2019 às 06:56:00

 

O trabalho é minucioso e contínuo.  Os agentes de combate a endemias percorrem vários bairros de Aracaju. Vestidos com macacão de proteção, luvas e máscaras, eles aplicam inseticidas em locais estratégicos, previamente analisados. A aplicação é feita com o fumacê costal, equipamento colocado nas costas para borrifação manual do produto. A ação da Prefeitura de Aracaju, através da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), tem o intuito de evitar a proliferação da dengue, zika e chikungunya. 
 Ao todo, oito profissionais, distribuídos em duplas, trabalham diariamente. Cada dupla atua entre quatro e sete quarteirões.  Esse serviço é executado das 17h às 19h, porque é nesse horário em que ocorre uma maior movimentação vetorial do mosquito. O agente André Evangelista Santos atua nessa área desde 2009. Para ele, o trabalho é satisfatório porque ajuda a comunidade nesse combate. "Muitas vezes, a gente passa por um local que não está no roteiro, mas, como os moradores pedem, a gente vai e passa o fumacê", contou. 
 Como a máquina utilizada é pesada, existe um revezamento entre a dupla a cada 30 minutos. "Geralmente, o agente que vai à frente com a bandeira é o guia. Ele orienta o outro profissional. No caso de os dois estarem perto de uma padaria, o guia baixa a bandeira para sinalizar que naquele local há uma padaria. A borrifação é interrompida naquele trecho determinado por causa do produto químico. Bem assim ocorre em pontos e paradas de ônibus com grande aglomeração de pessoas. Algumas podem ter alergia ao produto", explicou o agente de endemias.
 Segundo o supervisor de Endemias do Centro de Controle de Zoonoses, José Bonfim Oliveira, esse serviço de fumacê é feito prioritariamente do lado externo dos imóveis. "A gente costuma dizer que essa ação é complementar ao serviço que é executado pelo agente no dia a dia. Nós cuidamos da área externa e os outros agentes do espaço interno. É um trabalho conjunto que tem dado resultados significativos", afirmou.
 
LIRAa - A ação de bloqueio de transmissão é contínua, mesmo Aracaju tendo fechado o ano de 2018 com o Levantamento de Índice Rápido do Aedes Aegypti (LIRAa) em 0,9 de índice predial, o melhor resultado nos últimos 11 anos.  O supervisor aproveita e pede a colaboração da comunidade no combate ao mosquito Aedes aegypti. "Os agentes vão até as ruas para fazer o bloqueio de transmissão e cabe a população contribuir. A orientação é que as pessoas abram portas e janelas, pois quando a máquina passa e joga a fumacinha, as partículas entram em contato com o mosquito", alertou.

O trabalho é minucioso e contínuo.  Os agentes de combate a endemias percorrem vários bairros de Aracaju. Vestidos com macacão de proteção, luvas e máscaras, eles aplicam inseticidas em locais estratégicos, previamente analisados. A aplicação é feita com o fumacê costal, equipamento colocado nas costas para borrifação manual do produto. A ação da Prefeitura de Aracaju, através da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), tem o intuito de evitar a proliferação da dengue, zika e chikungunya. 
 Ao todo, oito profissionais, distribuídos em duplas, trabalham diariamente. Cada dupla atua entre quatro e sete quarteirões.  Esse serviço é executado das 17h às 19h, porque é nesse horário em que ocorre uma maior movimentação vetorial do mosquito. O agente André Evangelista Santos atua nessa área desde 2009. Para ele, o trabalho é satisfatório porque ajuda a comunidade nesse combate. "Muitas vezes, a gente passa por um local que não está no roteiro, mas, como os moradores pedem, a gente vai e passa o fumacê", contou. 
 Como a máquina utilizada é pesada, existe um revezamento entre a dupla a cada 30 minutos. "Geralmente, o agente que vai à frente com a bandeira é o guia. Ele orienta o outro profissional. No caso de os dois estarem perto de uma padaria, o guia baixa a bandeira para sinalizar que naquele local há uma padaria. A borrifação é interrompida naquele trecho determinado por causa do produto químico. Bem assim ocorre em pontos e paradas de ônibus com grande aglomeração de pessoas. Algumas podem ter alergia ao produto", explicou o agente de endemias.
 Segundo o supervisor de Endemias do Centro de Controle de Zoonoses, José Bonfim Oliveira, esse serviço de fumacê é feito prioritariamente do lado externo dos imóveis. "A gente costuma dizer que essa ação é complementar ao serviço que é executado pelo agente no dia a dia. Nós cuidamos da área externa e os outros agentes do espaço interno. É um trabalho conjunto que tem dado resultados significativos", afirmou. 
LIRAa - A ação de bloqueio de transmissão é contínua, mesmo Aracaju tendo fechado o ano de 2018 com o Levantamento de Índice Rápido do Aedes Aegypti (LIRAa) em 0,9 de índice predial, o melhor resultado nos últimos 11 anos.  O supervisor aproveita e pede a colaboração da comunidade no combate ao mosquito Aedes aegypti. "Os agentes vão até as ruas para fazer o bloqueio de transmissão e cabe a população contribuir. A orientação é que as pessoas abram portas e janelas, pois quando a máquina passa e joga a fumacinha, as partículas entram em contato com o mosquito", alertou.