Serviço do NAT devolve esperança a trabalhadores à procura de colocação profissional

Cidades

 

Depois de passar um ano desempregada, a jovem Renata Santos perdeu as esperanças e entrou em depressão. "Fiquei muito magra; estava desesperançosa. Passamos por dificuldades financeiras porque lá em casa eu era a base, junto com minha mãe. Estava tão depressiva que pensei até em fazer uma besteira. Foi por um triz. Mas meu anjo da guarda me empurrou, me disse para ter esperança", lembra a jovem, que tem uma filha e cinco irmãos. Em 2018, ela foi encaminhada ao Núcleo de Apoio ao Trabalho - NAT da secretaria de Estado da Inclusão Social - Seit, onde foi direcionada a uma entrevista de emprego na construtora Camel.
"Passei por um teste com mais seis candidatos e fui selecionada. Hoje o pessoal aqui brinca comigo, dizendo que sou o anjo da Camel", conta sorrindo a jovem, que motiva os desempregados a não desistirem. "Chamou minha atenção que, entre todos os lugares em que procurei trabalho, o NAT foi aquele que me acolheu sem nenhum tipo de discriminação nem por ser mulher, nem por ser negra e nem por ter mais de 30 anos. Então se eu pudesse dar um conselho às pessoas é que nunca desistam, que tenham esperança e não baixem a cabeça. Façam seu cadastro que a oportunidade vai aparecer", destacou Renata.
Ela é apenas uma dos mais de 1.600 trabalhadores efetivamente inseridos no mercado de trabalho pelo NAT no ano passado. De acordo com os dados do Sistema Nacional de Emprego - Sine referentes à intermediação de mão de obra, de janeiro a dezembro de 2018, 13.631 trabalhadores foram inscritos e mais de 8 mil foram encaminhados para seleções de emprego. Já o setor exclusivo para o atendimento à pessoa com deficiência captou, ao longo de todo o ano, 1.137 vagas de emprego e encaminhou 1.648 PcDs para seleções. No final das contas, mais de 200 pessoas com deficiência conseguiram, dessa forma, uma atividade profissional.
O governo do Estado também tem investido em ações com o objetivo de capacitar a mão de obra dos usuários do NAT. Em 2018, foram ofertadas mais de 7 mil vagas em cerca de 30 de oficinas de qualificação profissional, como informática, atendimento ao público, empreendedorismo, gestão pública, marketing pessoal, idiomas, dentre outros. No total, foram capacitadas 5.327 pessoas - 4 vezes mais que no ano anterior. De acordo com a secretária de Estado da Inclusão e do Trabalho, Lêda Couto, por vezes as vagas surgem, mas os usuários não atendem ao perfil buscado pelas empresas.
Pontos de atendimento - Em todo o estado, há 12 unidades o Núcleo de Apoio ao Trabalho (NAT), nos municípios de Aracaju, Boquim, Canindé de São Francisco, Estância, Itabaiana, Lagarto, Neópolis, Nossa Senhora do Socorro e Simão Dias. Só na capital, são quatro pontos de atendimento, localizados nos CEACs do Riomar e da Rodoviária Nova (funcionamento das 07h às 17h); no Espaço Zé Peixe (das 07h às 16h); e o NAT Matriz, localizado na Rua Santa Luzia, nº 680, bairro São José (das 07h às 13h). Mais informações podem ser obtidas através dos telefones (79) 3222-6294 e 3222-6242.

Depois de passar um ano desempregada, a jovem Renata Santos perdeu as esperanças e entrou em depressão. "Fiquei muito magra; estava desesperançosa. Passamos por dificuldades financeiras porque lá em casa eu era a base, junto com minha mãe. Estava tão depressiva que pensei até em fazer uma besteira. Foi por um triz. Mas meu anjo da guarda me empurrou, me disse para ter esperança", lembra a jovem, que tem uma filha e cinco irmãos. Em 2018, ela foi encaminhada ao Núcleo de Apoio ao Trabalho - NAT da secretaria de Estado da Inclusão Social - Seit, onde foi direcionada a uma entrevista de emprego na construtora Camel.
"Passei por um teste com mais seis candidatos e fui selecionada. Hoje o pessoal aqui brinca comigo, dizendo que sou o anjo da Camel", conta sorrindo a jovem, que motiva os desempregados a não desistirem. "Chamou minha atenção que, entre todos os lugares em que procurei trabalho, o NAT foi aquele que me acolheu sem nenhum tipo de discriminação nem por ser mulher, nem por ser negra e nem por ter mais de 30 anos. Então se eu pudesse dar um conselho às pessoas é que nunca desistam, que tenham esperança e não baixem a cabeça. Façam seu cadastro que a oportunidade vai aparecer", destacou Renata.
Ela é apenas uma dos mais de 1.600 trabalhadores efetivamente inseridos no mercado de trabalho pelo NAT no ano passado. De acordo com os dados do Sistema Nacional de Emprego - Sine referentes à intermediação de mão de obra, de janeiro a dezembro de 2018, 13.631 trabalhadores foram inscritos e mais de 8 mil foram encaminhados para seleções de emprego. Já o setor exclusivo para o atendimento à pessoa com deficiência captou, ao longo de todo o ano, 1.137 vagas de emprego e encaminhou 1.648 PcDs para seleções. No final das contas, mais de 200 pessoas com deficiência conseguiram, dessa forma, uma atividade profissional.
O governo do Estado também tem investido em ações com o objetivo de capacitar a mão de obra dos usuários do NAT. Em 2018, foram ofertadas mais de 7 mil vagas em cerca de 30 de oficinas de qualificação profissional, como informática, atendimento ao público, empreendedorismo, gestão pública, marketing pessoal, idiomas, dentre outros. No total, foram capacitadas 5.327 pessoas - 4 vezes mais que no ano anterior. De acordo com a secretária de Estado da Inclusão e do Trabalho, Lêda Couto, por vezes as vagas surgem, mas os usuários não atendem ao perfil buscado pelas empresas.

Pontos de atendimento - Em todo o estado, há 12 unidades o Núcleo de Apoio ao Trabalho (NAT), nos municípios de Aracaju, Boquim, Canindé de São Francisco, Estância, Itabaiana, Lagarto, Neópolis, Nossa Senhora do Socorro e Simão Dias. Só na capital, são quatro pontos de atendimento, localizados nos CEACs do Riomar e da Rodoviária Nova (funcionamento das 07h às 17h); no Espaço Zé Peixe (das 07h às 16h); e o NAT Matriz, localizado na Rua Santa Luzia, nº 680, bairro São José (das 07h às 13h). Mais informações podem ser obtidas através dos telefones (79) 3222-6294 e 3222-6242.

 


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