Novos integrantes do Mais Médicos são admitidos

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Publicada em 15/02/2019 às 06:36:00

 

Novos integrantes do Mais Médicos são acolhidos em SergipeA Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria com o Ministério da Saúde, Universidade Federal de Sergipe (UFS) e o Conselho dos Secretários Municipais de Saúde (Cosems), realizou na manhã desta quinta-feira o acolhimento dos 90 novos profissionais do Programa Mais Médicos Brasil (PMMB), em solenidade realizada no auditório da Fundação Estadual de Saúde (Funesa).
O evento se prolongou durante toda a manhã, com uma programação que teve início com a mesa de abertura, passando à dinâmica de apresentação para, em seguida, iniciarem-se as discussões dos três painéis, que abordaram: direitos e deveres dos gestores, profissionais e instituição de ensino; panorama epidemiológico do Estado de Sergipe; e o papel da instituição de ensino (UFS) no programa. A programação foi encerrada com um momento de aproximação, uma rodada de escuta com supervisores da universidade.
Os direitos e deveres dos envolvidos no Programa Mais Médicos foram explicitados pela Referência Centralizada do Ministério da Saúde, Sônia Zanelato. "Fizemos um relato sobre as nossas responsabilidades no PMMB, o que se espera de cada um dos parceiros e dos médicos que estão ingressando no programa e no processo ensino-aprendizagem", disse Zanelato, salientando que o Brasil precisa do Mais Médicos para levar adiante a força que é o trabalho com a saúde, sendo construído no dia a dia.
O infectologista da Secretaria de Estado da Saúde, Marco Aurélio, apresentou o panorama epidemiológico de Sergipe, enfatizando os principais problemas de saúde que o médico que está na Atenção Primária precisa enfrentar. "Ele precisa reconhecer que o território tem particularidades, ou seja, em alguns locais predominam certas doenças, enquanto em outros, aquelas que causam mais óbitos. Então, é muito importante que o profissional ao entrar no território entenda isso, que tem doenças que são endêmicas no Estado e que ele então precisa se debruçar nesses cuidados específicos para que seja garantida a qualidade da assistência", disse.
Segundo Marco Aurélio, além das doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e hipertensão, que são grande motivo de atendimento na Atenção Primária, há as doenças endêmicas que persistem no território, como a tuberculose, hanseníase, leishmaniose visceral, calazar e esquistossomose. "Ainda temos no país a epidemia da sífilis, que deve ser enfrentada de todas as formas, mais principalmente aa congênita, que pode levar a óbito, a natimortos, a mal formação em crianças", explicou.
O tutor do Programa Mais Médicos pela Universidade Federal de Sergipe, João Cavalcante, salientou que a supervisão acadêmica tem a função de ajudar na qualificação do cuidado que vai ser prestado por estes profissionais à população. "A UFS cumpre o seu papel de estar do lado da sociedade, lutando pelo SUS. A Atenção Primária é a principal porta de entrada do usuário de saúde, daí a importância  de realizar o trabalho com qualidade, conhecendo mais tanto da clínica, como do processo de trabalho e como a própria dinâmica de uma comunidade", enfatizou.
Sucesso - Para a Referência Técnica do Programa Mais Médicos em Sergipe, Elisa Leite, o evento de acolhimento foi um sucesso. "Conseguimos trazer todos para este momento, que é bastante proveitoso porque vamos ter a oportunidade de nos conhecer. O objetivo foi o de acolhê-los,  discutir um pouco com eles o que é o programa, a situação epidemiológica do Estado e tirar dúvidas", finalizou.

Novos integrantes do Mais Médicos são acolhidos em SergipeA Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria com o Ministério da Saúde, Universidade Federal de Sergipe (UFS) e o Conselho dos Secretários Municipais de Saúde (Cosems), realizou na manhã desta quinta-feira o acolhimento dos 90 novos profissionais do Programa Mais Médicos Brasil (PMMB), em solenidade realizada no auditório da Fundação Estadual de Saúde (Funesa).
O evento se prolongou durante toda a manhã, com uma programação que teve início com a mesa de abertura, passando à dinâmica de apresentação para, em seguida, iniciarem-se as discussões dos três painéis, que abordaram: direitos e deveres dos gestores, profissionais e instituição de ensino; panorama epidemiológico do Estado de Sergipe; e o papel da instituição de ensino (UFS) no programa. A programação foi encerrada com um momento de aproximação, uma rodada de escuta com supervisores da universidade.
Os direitos e deveres dos envolvidos no Programa Mais Médicos foram explicitados pela Referência Centralizada do Ministério da Saúde, Sônia Zanelato. "Fizemos um relato sobre as nossas responsabilidades no PMMB, o que se espera de cada um dos parceiros e dos médicos que estão ingressando no programa e no processo ensino-aprendizagem", disse Zanelato, salientando que o Brasil precisa do Mais Médicos para levar adiante a força que é o trabalho com a saúde, sendo construído no dia a dia.
O infectologista da Secretaria de Estado da Saúde, Marco Aurélio, apresentou o panorama epidemiológico de Sergipe, enfatizando os principais problemas de saúde que o médico que está na Atenção Primária precisa enfrentar. "Ele precisa reconhecer que o território tem particularidades, ou seja, em alguns locais predominam certas doenças, enquanto em outros, aquelas que causam mais óbitos. Então, é muito importante que o profissional ao entrar no território entenda isso, que tem doenças que são endêmicas no Estado e que ele então precisa se debruçar nesses cuidados específicos para que seja garantida a qualidade da assistência", disse.
Segundo Marco Aurélio, além das doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e hipertensão, que são grande motivo de atendimento na Atenção Primária, há as doenças endêmicas que persistem no território, como a tuberculose, hanseníase, leishmaniose visceral, calazar e esquistossomose. "Ainda temos no país a epidemia da sífilis, que deve ser enfrentada de todas as formas, mais principalmente aa congênita, que pode levar a óbito, a natimortos, a mal formação em crianças", explicou.
O tutor do Programa Mais Médicos pela Universidade Federal de Sergipe, João Cavalcante, salientou que a supervisão acadêmica tem a função de ajudar na qualificação do cuidado que vai ser prestado por estes profissionais à população. "A UFS cumpre o seu papel de estar do lado da sociedade, lutando pelo SUS. A Atenção Primária é a principal porta de entrada do usuário de saúde, daí a importância  de realizar o trabalho com qualidade, conhecendo mais tanto da clínica, como do processo de trabalho e como a própria dinâmica de uma comunidade", enfatizou.

Sucesso - Para a Referência Técnica do Programa Mais Médicos em Sergipe, Elisa Leite, o evento de acolhimento foi um sucesso. "Conseguimos trazer todos para este momento, que é bastante proveitoso porque vamos ter a oportunidade de nos conhecer. O objetivo foi o de acolhê-los,  discutir um pouco com eles o que é o programa, a situação epidemiológica do Estado e tirar dúvidas", finalizou.