Peixes aparecem mortos em lago do Parque da Sementeira

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Pela segunda vez este ano, peixes aparecem mortos no Lago da Sementeira
Pela segunda vez este ano, peixes aparecem mortos no Lago da Sementeira

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Publicada em 15/02/2019 às 06:37:00

 

Pela segunda vez em menos de um mês, o lago do Parque Augusto Franco (sementeira), em Aracaju, amanhece repleto de peixes mortos. Situação semelhante à já vivenciada em registrado em janeiro de 2012, março do ano seguinte, e em junho do ano passado. Independentemente de nesta ocasião o número de peixes boiando seja inferior aos episódios anteriores, a Prefeitura de Aracaju informou que peritos da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) responsável por administrar o espaço de lazer-, e da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema), estão investigando as causas com a perspectiva de impossibilitar a recorrência dos fatos.
Em todos os casos as suspeitas giram em torno da falta de oxigenação da água, da superpopulação de peixes, ou da alta temperatura e do baixo nível da água. Amostras de água e peixes foram recolhidos para serem analisados, também, por profissionais do Instituto Tecnológico e de Pesquisas (ITPS). Coleta semelhante foi realizada no mês passado, mas até o momento o resultado ainda não foi oficialmente apresentado. A Emsurb informou que no lago é possível encontrar peixes das espécies: tilápia, camurupim, robalo e curiman. Nos episódios anteriores os pesquisadores descartaram a possibilidade de água impropriar para essas espécies.
Em 2012 e 2013 o laudo do Instituto Tecnológico e de Pesquisas apontou índices de oxigênio na água normalizados e redução dos níveis de substâncias, como amônia e carbono orgânico, que são indicadores de poluição. A expectativa da Prefeitura de Aracaju é que os resultados das perícias realizadas esse ano sejam apresentadas a fim de contribuir nas ações de combate à morte excessiva de peixes no lago. (Milton Alves Júnior)

Pela segunda vez em menos de um mês, o lago do Parque Augusto Franco (sementeira), em Aracaju, amanhece repleto de peixes mortos. Situação semelhante à já vivenciada em registrado em janeiro de 2012, março do ano seguinte, e em junho do ano passado. Independentemente de nesta ocasião o número de peixes boiando seja inferior aos episódios anteriores, a Prefeitura de Aracaju informou que peritos da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) responsável por administrar o espaço de lazer-, e da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema), estão investigando as causas com a perspectiva de impossibilitar a recorrência dos fatos.
Em todos os casos as suspeitas giram em torno da falta de oxigenação da água, da superpopulação de peixes, ou da alta temperatura e do baixo nível da água. Amostras de água e peixes foram recolhidos para serem analisados, também, por profissionais do Instituto Tecnológico e de Pesquisas (ITPS). Coleta semelhante foi realizada no mês passado, mas até o momento o resultado ainda não foi oficialmente apresentado. A Emsurb informou que no lago é possível encontrar peixes das espécies: tilápia, camurupim, robalo e curiman. Nos episódios anteriores os pesquisadores descartaram a possibilidade de água impropriar para essas espécies.
Em 2012 e 2013 o laudo do Instituto Tecnológico e de Pesquisas apontou índices de oxigênio na água normalizados e redução dos níveis de substâncias, como amônia e carbono orgânico, que são indicadores de poluição. A expectativa da Prefeitura de Aracaju é que os resultados das perícias realizadas esse ano sejam apresentadas a fim de contribuir nas ações de combate à morte excessiva de peixes no lago. (Milton Alves Júnior)