Sexo seguro

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Publicada em 23/02/2019 às 07:39:00

 

Os números relacionados à pro-
pagação do vírus da Aids entre 
os brasileiros ainda são assustadores. Embora o diagnóstico não represente mais uma sentença de morte, como no início da epidemia, a infecção pelo HIV, sexualmente transmissível, ainda exige cuidados e acompanhamento médico que, além de dispendiosos, não eliminam o vírus do organismo. A garantia de conforto e qualidade de vida derivada do tratamento adequado, no entanto, vem resultando em descaso. Cresce a população infectada, mundo afora.
No Brasil, um em cada cinco novos casos de infecção ocorre entre homens com idade de 15 a 24 anos. O uso da camisinha nessa faixa etária, segundo o Ministério da Saúde, vem caindo. Em 2004, o índice era de 58,4% entre os que têm parceiros eventuais e, em 2013, passou para 56,6%. Já entre os que têm parceiros fixos, a queda foi ainda maior - de 38,8% em 2004 para 34,2% em 2013.
Segundo estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS), 160 mil brasileiros hospedam o HIV sem saber. O Boletim Epidemiológico de HIV/Aids, divulgado ao fim do ano passado, destacou o pouco caso com a doença. Das 670 mil pessoas diagnosticadas, cerca de 129 mil não estavam se tratando. Uma prova de que o estigma de uma doença fatal deu lugar à negligência. 
Hoje, a tendência mundial é de crescimento da Aids, apesar do tratamento mais acessível, impedindo a sua evolução até o óbito. Acerta, portanto, o Ministério da Saúde, ao aproveitar o pretexto do Carnaval, festa de muita euforia e pouco juízo, para lembrar os foliões sobre os perigos do sexo sem proteção, por meio de uma campanha massiva. TV, internet, rádio, outdoors e jornais impressos. A informação será sempre o melhor remédio.

Os números relacionados à pro- pagação do vírus da Aids entre  os brasileiros ainda são assustadores. Embora o diagnóstico não represente mais uma sentença de morte, como no início da epidemia, a infecção pelo HIV, sexualmente transmissível, ainda exige cuidados e acompanhamento médico que, além de dispendiosos, não eliminam o vírus do organismo. A garantia de conforto e qualidade de vida derivada do tratamento adequado, no entanto, vem resultando em descaso. Cresce a população infectada, mundo afora.
No Brasil, um em cada cinco novos casos de infecção ocorre entre homens com idade de 15 a 24 anos. O uso da camisinha nessa faixa etária, segundo o Ministério da Saúde, vem caindo. Em 2004, o índice era de 58,4% entre os que têm parceiros eventuais e, em 2013, passou para 56,6%. Já entre os que têm parceiros fixos, a queda foi ainda maior - de 38,8% em 2004 para 34,2% em 2013.
Segundo estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS), 160 mil brasileiros hospedam o HIV sem saber. O Boletim Epidemiológico de HIV/Aids, divulgado ao fim do ano passado, destacou o pouco caso com a doença. Das 670 mil pessoas diagnosticadas, cerca de 129 mil não estavam se tratando. Uma prova de que o estigma de uma doença fatal deu lugar à negligência. 
Hoje, a tendência mundial é de crescimento da Aids, apesar do tratamento mais acessível, impedindo a sua evolução até o óbito. Acerta, portanto, o Ministério da Saúde, ao aproveitar o pretexto do Carnaval, festa de muita euforia e pouco juízo, para lembrar os foliões sobre os perigos do sexo sem proteção, por meio de uma campanha massiva. TV, internet, rádio, outdoors e jornais impressos. A informação será sempre o melhor remédio.