Cultivo do camarão é fruto de pesquisa financiada pela Fapitec

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Publicada em 23/02/2019 às 15:06:00

 

O camarão é um produto que possui grande valor comercial e gastronômico em Sergipe, e a atividade tem atraído o interesse de produtores no município de Nossa Senhora do Socorro. Em 2017 a Assembleia Legislativa de Sergipe aprovou a lei nº 8.327 que define a carcinicultura como atividade agrossilvipastoril, de relevante interesse social e econômico, estabelecendo as condições para o seu desenvolvimento sustentável. 
Neste contexto, o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica Júnior (PIBICJR), realizado pelo Governo do Estado, por meio da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica (Fapitec), contemplou com duas bolsas o projeto que analisa criação de camarão (carcinicultura) e os processos que envolvem as relações de trabalho e o meio ambiente. A pesquisa é desenvolvida por três alunos do 2º ano do ensino médio, juntamente com professores do Centro Estadual de Excelência Deputado Jonas Amaral, localizado no complexo Taiçoca, em Nossa Senhora do Socorro.
Os estudantes que participam do projeto são Erinaldo José Santana, Emylaine Santos Félix e Chrystian Cauã Souza Mota, todos do 2º ano do Ensino Médio de Tempo Integral. De acordo com a pesquisadora e professora de sociologia, Agrimária Nascimento Matos, a ideia do projeto surgiu por meio de atividades escolares que estudavam a história do município e suas características econômicas e sociais, onde foi observada com destaque o crescimento da criação de camarão no complexo Taiçoca, em Nossa Senhora do Socorro. Ainda de acordo com professora, o objetivo da pesquisa é estudar essa atividade econômica como geração de renda e seus possíveis os impactos ambientais.
"Nós começamos fazendo um levantamento teórico das pesquisas que já haviam sido feitas sobre a criação do camarão, a coleta de dados na Secretaria de Agricultura Irrigação e Pesca e Secretaria Municipal de Meio Ambiente, banco de dados de pesquisas da Universidade Federal de Sergipe (UFS) e entrevistas com produtores do camarão" explica a pesquisadora.

O camarão é um produto que possui grande valor comercial e gastronômico em Sergipe, e a atividade tem atraído o interesse de produtores no município de Nossa Senhora do Socorro. Em 2017 a Assembleia Legislativa de Sergipe aprovou a lei nº 8.327 que define a carcinicultura como atividade agrossilvipastoril, de relevante interesse social e econômico, estabelecendo as condições para o seu desenvolvimento sustentável. 
Neste contexto, o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica Júnior (PIBICJR), realizado pelo Governo do Estado, por meio da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica (Fapitec), contemplou com duas bolsas o projeto que analisa criação de camarão (carcinicultura) e os processos que envolvem as relações de trabalho e o meio ambiente. A pesquisa é desenvolvida por três alunos do 2º ano do ensino médio, juntamente com professores do Centro Estadual de Excelência Deputado Jonas Amaral, localizado no complexo Taiçoca, em Nossa Senhora do Socorro.
Os estudantes que participam do projeto são Erinaldo José Santana, Emylaine Santos Félix e Chrystian Cauã Souza Mota, todos do 2º ano do Ensino Médio de Tempo Integral. De acordo com a pesquisadora e professora de sociologia, Agrimária Nascimento Matos, a ideia do projeto surgiu por meio de atividades escolares que estudavam a história do município e suas características econômicas e sociais, onde foi observada com destaque o crescimento da criação de camarão no complexo Taiçoca, em Nossa Senhora do Socorro. Ainda de acordo com professora, o objetivo da pesquisa é estudar essa atividade econômica como geração de renda e seus possíveis os impactos ambientais.
"Nós começamos fazendo um levantamento teórico das pesquisas que já haviam sido feitas sobre a criação do camarão, a coleta de dados na Secretaria de Agricultura Irrigação e Pesca e Secretaria Municipal de Meio Ambiente, banco de dados de pesquisas da Universidade Federal de Sergipe (UFS) e entrevistas com produtores do camarão" explica a pesquisadora.