Carnaval à moda antiga

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Popular de verdade
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Publicada em 28/02/2019 às 22:51:00

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
As ruas da área cen-
tral de Aracaju vão 
balançar com a passagem do Rasgadinho, o mais tradicional bloco de carnaval da cidade. Sem as grandes atrações de edições mais recentes, uma contingência da crise, as bandinhas e orquestras de frevo movidas a repique de caixa e o calor dos metais voltam a dar as ordens no terreiro e comandar a massa, igual aos carnavais de antigamente.
Os responsáveis pelo Rasgadinho esperam que o bloco seja capaz de juntar um público diário de 50 mil foliões, nos quatro dias de festa. Não parece muito, mas esta é uma expectativa otimista. Sem o palco armado na Avenida Pedro Calazans, onde artistas como a banda Cidade Negra e o cantor Diogo Nogueira se apresentaram para cerca de 1 milhão de pessoas, ano passado, a folia adquire de novo um caráter de autenticidade imprevisto, inconciliável com as feições comerciais adquiridas o longo dos últimos anos.
Rasgadinho - Criado por Leopoldo dos Santos, morador do bairro Suissa, o Rasgadinho nasceu em 1962. Dez anos depois, o bloco encerrou as atividades, ressurgindo em 2003, depois de uma conversa de amigos, quando ganhou novo impulso.
A festa só cresceu com a passagem dos dias. Naquele ano, o Rasgadinho arrastou 300 pessoas e, em 2010, o público foi de quase 100 mil foliões. Embora captasse um volume de recursos cada vez maior, comparável a qualquer vento de natureza estritamente privada, o bloco jamais usou cordas, camisas padronizadas e esteve sempre aberto ao público. Assim, apesar de todos os pesares, após tantos anos de Pré Caju, o desfile do Rasgadinho voltou a ser o principal evento carnavalesco promovido em Aracaju. E terminou por ser abraçado pelos foliões locais, saudosos de uma festa popular de verdade.
Este ano, o Rasgadinho promove quatro dias de folia, a partir de sábado. A concentração será realizada no clube do bloco, localizado na avenida Pedro Calazans.O cortejo inicia sempre às 15 horas.

As ruas da área central de Aracaju vão  balançar com a passagem do Rasgadinho, o mais tradicional bloco de carnaval da cidade. Sem as grandes atrações de edições mais recentes, uma contingência da crise, as bandinhas e orquestras de frevo movidas a repique de caixa e o calor dos metais voltam a dar as ordens no terreiro e comandar a massa, igual aos carnavais de antigamente.
Os responsáveis pelo Rasgadinho esperam que o bloco seja capaz de juntar um público diário de 50 mil foliões, nos quatro dias de festa. Não parece muito, mas esta é uma expectativa otimista. Sem o palco armado na Avenida Pedro Calazans, onde artistas como a banda Cidade Negra e o cantor Diogo Nogueira se apresentaram para cerca de 1 milhão de pessoas, ano passado, a folia adquire de novo um caráter de autenticidade imprevisto, inconciliável com as feições comerciais adquiridas o longo dos últimos anos.

Rasgadinho - Criado por Leopoldo dos Santos, morador do bairro Suissa, o Rasgadinho nasceu em 1962. Dez anos depois, o bloco encerrou as atividades, ressurgindo em 2003, depois de uma conversa de amigos, quando ganhou novo impulso.
A festa só cresceu com a passagem dos dias. Naquele ano, o Rasgadinho arrastou 300 pessoas e, em 2010, o público foi de quase 100 mil foliões. Embora captasse um volume de recursos cada vez maior, comparável a qualquer vento de natureza estritamente privada, o bloco jamais usou cordas, camisas padronizadas e esteve sempre aberto ao público. Assim, apesar de todos os pesares, após tantos anos de Pré Caju, o desfile do Rasgadinho voltou a ser o principal evento carnavalesco promovido em Aracaju. E terminou por ser abraçado pelos foliões locais, saudosos de uma festa popular de verdade.
Este ano, o Rasgadinho promove quatro dias de folia, a partir de sábado. A concentração será realizada no clube do bloco, localizado na avenida Pedro Calazans.O cortejo inicia sempre às 15 horas.