JUAN GUAIDÓ, UM CANJICA

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Publicada em 01/03/2019 às 23:06:00

 

* Lelê Teles
Brasilia ganhou ares de Itaguaí com a chegada de Juan Guaidó, o fantoche de dentes clareados.
O lunático foi recebido na Casa Verde, digo, no Palácio do Planalto.
O mamarracho chegou devidamente trajado de Napoleão de araque; sorrindo sempre, como quem ouve uma piada interminável.
E os mentecaptos, hostess do auspicioso hospício, sopraram as trombetas para a entrada triunfal do pseudo presidente; tão falso quanto uma mamadeira de piroca.
Guaidó, nós o sabemos, é um perdedor.
Sua louca cavalgada foi um fracasso. Sabotador, tentou enfiar um Cavalo de Troia em seu próprio país.
Reconhecendo o fiasco, teve que tirar o cavalo da chuva e saiu de lá com o rabo entre as pernas.
Liderou uma revolução que só existiu em sua cabeça, autodeclarou-se presidente, embora nada tenha presidido.
Fantoche do império, comportou-se como o barbeiro Porfírio, o líder da Revolta dos Canjicas, a rebelião mais bisonha, e mais curta, que o mundo já viu.
Como Porfírio, Guaidó foi acometido pelo transtorno alucinante da vontade de tomar o poder, assim como quem toma cachaça, de uma só gole.
Ambos deram com os burros n'água.
O diabo é que o nosso chanceler, o Ernesto, doido varrido, crê de verdade estar apertando a mão do presidente venezuelano quando cumprimenta Guaidó.
Não foi só essa loucura que o chanceler chancelou, não nos esqueçamos que Ernesto já andou por aí, genuflexo, orando para o deus Trump.
Tal qual o sapateiro português, Gonçalo Annes Bandarra, Ernesto vê no homem alaranjado o próprio Dom Sebastião redevivo, salvador do império decadente.
Trump, como sabemos, é o único que se faz de louco, enquanto bate palma pra doido dançar. 
Putin tá a mais tempo no poder que Maduro, mas ninguém tem coragem de ir tirá-lo de lá. 
O Pequeno Kim, da Coréia do Norte, armado até os dentes, acaba de ser recebido pelo estadunidense, cheio de sorrisos.
Enquanto os malucos daqui batem cabeça e cantam um hino cuja letra todos desconhecem, Trump faz negócios. 
É assim que a coisa funciona. 
É chegada a hora da intervenção psiquiátrica. Sem eletrochoques, por favor.
Palavra da salvação.  
* Lelê Teles é jornalista, publicitário e roterista

* Lelê Teles

Brasilia ganhou ares de Itaguaí com a chegada de Juan Guaidó, o fantoche de dentes clareados.
O lunático foi recebido na Casa Verde, digo, no Palácio do Planalto.
O mamarracho chegou devidamente trajado de Napoleão de araque; sorrindo sempre, como quem ouve uma piada interminável.
E os mentecaptos, hostess do auspicioso hospício, sopraram as trombetas para a entrada triunfal do pseudo presidente; tão falso quanto uma mamadeira de piroca.
Guaidó, nós o sabemos, é um perdedor.
Sua louca cavalgada foi um fracasso. Sabotador, tentou enfiar um Cavalo de Troia em seu próprio país.
Reconhecendo o fiasco, teve que tirar o cavalo da chuva e saiu de lá com o rabo entre as pernas.
Liderou uma revolução que só existiu em sua cabeça, autodeclarou-se presidente, embora nada tenha presidido.
Fantoche do império, comportou-se como o barbeiro Porfírio, o líder da Revolta dos Canjicas, a rebelião mais bisonha, e mais curta, que o mundo já viu.
Como Porfírio, Guaidó foi acometido pelo transtorno alucinante da vontade de tomar o poder, assim como quem toma cachaça, de uma só gole.
Ambos deram com os burros n'água.
O diabo é que o nosso chanceler, o Ernesto, doido varrido, crê de verdade estar apertando a mão do presidente venezuelano quando cumprimenta Guaidó.
Não foi só essa loucura que o chanceler chancelou, não nos esqueçamos que Ernesto já andou por aí, genuflexo, orando para o deus Trump.
Tal qual o sapateiro português, Gonçalo Annes Bandarra, Ernesto vê no homem alaranjado o próprio Dom Sebastião redevivo, salvador do império decadente.
Trump, como sabemos, é o único que se faz de louco, enquanto bate palma pra doido dançar. 
Putin tá a mais tempo no poder que Maduro, mas ninguém tem coragem de ir tirá-lo de lá. 
O Pequeno Kim, da Coréia do Norte, armado até os dentes, acaba de ser recebido pelo estadunidense, cheio de sorrisos.
Enquanto os malucos daqui batem cabeça e cantam um hino cuja letra todos desconhecem, Trump faz negócios. 
É assim que a coisa funciona. 
É chegada a hora da intervenção psiquiátrica. Sem eletrochoques, por favor.
Palavra da salvação.  

* Lelê Teles é jornalista, publicitário e roterista