Mulheres de Sergipe contra violência, racismo e em defesa da aposentadoria

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Publicada em 08/03/2019 às 07:35:00

 

Neste oito de março, m Sergipe a agenda de luta das mulheres sergipanas, organizadas em diversos movimentos sociais, sindicais, partidos começará às 6h no posto de saúde do bairro Japãozinho (zona norte de Aracaju), depois segue para a sede da empresa Almaviva no bairro Industrial. Juntas, mulheres do campo, ribeirinhas e da cidade irão em marcha até a Assembleia Legislativa, ao Tribunal de Justiça e finalizam o ato no INSS. 
As mulheres sergipanas vão entregar uma carta de reivindicações ao governador Belivaldo Chagas, à vice-governadora Eliane Aquino, aos/as deputados/as, ao prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira e também ao Tribunal de Justiça e ao Ministério Público Estadual. 
Entre as reivindicações estão: a garantia do funcionamento 24h da Delegacia de Atendimento a Grupos Vulneráveis e implantação em todas cidades pólos dos territórios sergipanos; garantia de Programa de Geração de Emprego e Renda exclusivo para as mulheres desempregadas sergipanas, com igualdade de remuneração em relação aos homens; criação de campanhas permanentes e de um programa educativo para combate e prevenção de práticas de machismo nas escolas e unidades de saúde; efetivação do programa de atendimento especializado, no SUS, para as mulheres, a população negra, LGBT e indígenas, entre outras.
Fundadora do Fórum de Mulheres Glorienses, a diretora de Políticas Sociais da Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE), Itanamara Guedes afirmou que o dia 8 de março em Sergipe está sendo construído como um marco na luta contra a Reforma da Previdência. Desta maneira, no dia 8 de março, as mulheres da capital do Sertão de Sergipe vão protestar em Aracaju e se somar às centenas de trabalhadoras do campo, da cidade e de comunidades ribeirinhas que se somam na construção deste grande ato.  
"O dia 8 de março será um marco para barrar a Reforma da Previdência, para denunciar o alto índice de feminicídio, para nos posicionar contra o porte de arma que vem para matar mais mulheres, o extermínio da juventude negra, vamos denunciar todas as medidas do Governo Federal que atingem diretamente as brasileiras. Diante do aumento do assassinato de mulheres, fica evidente que é preciso fortalecer a política para mulheres no Estado de Sergipe. Além disso, em Aracaju, o crescimento da taxa de desemprego alcançou o índice de 20%, e a maioria dos desempregados são mulheres. Vamos lutar por nossa aposentadoria, porque a reforma da previdência ataca diretamente a mulher e desconsidera que nós, mulheres, trabalhamos cinco horas a mais do que os homens nas tarefas domésticas culturalmente impostas", explicou Itanamara.
O ato pelo dia 08 de março em Sergipe é uma construção coletiva dos seguintes movimentos sociais, partidos e sindicatos: CSP-CONLUTAS, CTB, Central Única dos Trabalhadores (CUT), SINASEFE, SINDIFISCO, SINDIJUS, SINDIMARKETING, SINDIMINA, SINDIPEMA, SINDIPETRO, SINDISCOSE, SINDUSCOM, SINTESE, SINTUFS, SENGE, ADUFS, ANDES, SEEB/SE, MTST, MST, Resistência, RUA, AMOSERTRANS, Frente Brasil Popular, FETAM, FETASE, FPSM - Frente Povo Sem Medo, MML - Movimento Mulheres de Luta, MMM - Marcha Mundial das Mulheres, MMTR - Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais, MNU - Movimento Negro Unificado , MPA - Movimento dos Pequenos Agricultores, UBM, Auto Organização de Mulheres Negras "Rejane Maria", Coletivo Afronte, Coletivo "Ana Montenegro", Coletivo de Mulheres de Aracaju, Coletivo Olga Benário, Coletivo Quilombo Sergipe - Núcleo Beatriz Nascimento, EDUCAMPO-SE, Marcha Mundial das Mulheres, Fórum de Mulheres Glorienses, Mulheres do Erukerê, PSOL, PSTU, PT, Sec. de mulheres JPT, Mandato do deputado estadual Iran Barbosa e Mandato deputado federal João Daniel.

Neste oito de março, m Sergipe a agenda de luta das mulheres sergipanas, organizadas em diversos movimentos sociais, sindicais, partidos começará às 6h no posto de saúde do bairro Japãozinho (zona norte de Aracaju), depois segue para a sede da empresa Almaviva no bairro Industrial. Juntas, mulheres do campo, ribeirinhas e da cidade irão em marcha até a Assembleia Legislativa, ao Tribunal de Justiça e finalizam o ato no INSS. 
As mulheres sergipanas vão entregar uma carta de reivindicações ao governador Belivaldo Chagas, à vice-governadora Eliane Aquino, aos/as deputados/as, ao prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira e também ao Tribunal de Justiça e ao Ministério Público Estadual. 
Entre as reivindicações estão: a garantia do funcionamento 24h da Delegacia de Atendimento a Grupos Vulneráveis e implantação em todas cidades pólos dos territórios sergipanos; garantia de Programa de Geração de Emprego e Renda exclusivo para as mulheres desempregadas sergipanas, com igualdade de remuneração em relação aos homens; criação de campanhas permanentes e de um programa educativo para combate e prevenção de práticas de machismo nas escolas e unidades de saúde; efetivação do programa de atendimento especializado, no SUS, para as mulheres, a população negra, LGBT e indígenas, entre outras.
Fundadora do Fórum de Mulheres Glorienses, a diretora de Políticas Sociais da Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE), Itanamara Guedes afirmou que o dia 8 de março em Sergipe está sendo construído como um marco na luta contra a Reforma da Previdência. Desta maneira, no dia 8 de março, as mulheres da capital do Sertão de Sergipe vão protestar em Aracaju e se somar às centenas de trabalhadoras do campo, da cidade e de comunidades ribeirinhas que se somam na construção deste grande ato.  
"O dia 8 de março será um marco para barrar a Reforma da Previdência, para denunciar o alto índice de feminicídio, para nos posicionar contra o porte de arma que vem para matar mais mulheres, o extermínio da juventude negra, vamos denunciar todas as medidas do Governo Federal que atingem diretamente as brasileiras. Diante do aumento do assassinato de mulheres, fica evidente que é preciso fortalecer a política para mulheres no Estado de Sergipe. Além disso, em Aracaju, o crescimento da taxa de desemprego alcançou o índice de 20%, e a maioria dos desempregados são mulheres. Vamos lutar por nossa aposentadoria, porque a reforma da previdência ataca diretamente a mulher e desconsidera que nós, mulheres, trabalhamos cinco horas a mais do que os homens nas tarefas domésticas culturalmente impostas", explicou Itanamara.
O ato pelo dia 08 de março em Sergipe é uma construção coletiva dos seguintes movimentos sociais, partidos e sindicatos: CSP-CONLUTAS, CTB, Central Única dos Trabalhadores (CUT), SINASEFE, SINDIFISCO, SINDIJUS, SINDIMARKETING, SINDIMINA, SINDIPEMA, SINDIPETRO, SINDISCOSE, SINDUSCOM, SINTESE, SINTUFS, SENGE, ADUFS, ANDES, SEEB/SE, MTST, MST, Resistência, RUA, AMOSERTRANS, Frente Brasil Popular, FETAM, FETASE, FPSM - Frente Povo Sem Medo, MML - Movimento Mulheres de Luta, MMM - Marcha Mundial das Mulheres, MMTR - Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais, MNU - Movimento Negro Unificado , MPA - Movimento dos Pequenos Agricultores, UBM, Auto Organização de Mulheres Negras "Rejane Maria", Coletivo Afronte, Coletivo "Ana Montenegro", Coletivo de Mulheres de Aracaju, Coletivo Olga Benário, Coletivo Quilombo Sergipe - Núcleo Beatriz Nascimento, EDUCAMPO-SE, Marcha Mundial das Mulheres, Fórum de Mulheres Glorienses, Mulheres do Erukerê, PSOL, PSTU, PT, Sec. de mulheres JPT, Mandato do deputado estadual Iran Barbosa e Mandato deputado federal João Daniel.