Índios bloqueiam ponte Sergipe-Alagoas durante seis horas

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Publicada em 09/03/2019 às 06:16:00

 

A ponte que interliga Sergipe e Alagoas na BR-101, ficou bloqueada por cerca de seis horas entre as cidades de Propriá (SE) e Porto Real do Colégio (AL). O protesto foi realizado por cerca de 200 integrantes de 12 tribos indígenas da região. No começo da manhã, eles interditaram uma das cabeceiras da ponte, fechando o tráfego de veículos com barricadas de pneus que foram incendiadas. Em seguida, eles dançaram rituais típicos indígenas. O protesto terminou por volta das 14h, quando a Polícia Rodoviária Federal (PRF) conseguiu negociar a liberação da rodovia. 
Os índios não concordam com a municipalização dos serviços de saúde indígena, proposta pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Hoje, estes serviços prestados em tribos e comunidades indígenas são de responsabilidade do governo federal. A ideia é que os serviços sejam coordenados pelas prefeituras em locais que os indígenas, na análise da pasta, estejam vinculados a áreas urbanas, como na região Sul. Onde o contato é misto, como em trechos do Nordeste, a gestão seria das secretarias estaduais de Saúde. Outros protestos semelhantes foram realizados em outros estados do país.

A ponte que interliga Sergipe e Alagoas na BR-101, ficou bloqueada por cerca de seis horas entre as cidades de Propriá (SE) e Porto Real do Colégio (AL). O protesto foi realizado por cerca de 200 integrantes de 12 tribos indígenas da região. No começo da manhã, eles interditaram uma das cabeceiras da ponte, fechando o tráfego de veículos com barricadas de pneus que foram incendiadas. Em seguida, eles dançaram rituais típicos indígenas. O protesto terminou por volta das 14h, quando a Polícia Rodoviária Federal (PRF) conseguiu negociar a liberação da rodovia. 
Os índios não concordam com a municipalização dos serviços de saúde indígena, proposta pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Hoje, estes serviços prestados em tribos e comunidades indígenas são de responsabilidade do governo federal. A ideia é que os serviços sejam coordenados pelas prefeituras em locais que os indígenas, na análise da pasta, estejam vinculados a áreas urbanas, como na região Sul. Onde o contato é misto, como em trechos do Nordeste, a gestão seria das secretarias estaduais de Saúde. Outros protestos semelhantes foram realizados em outros estados do país.