Um bom exemplo

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Publicada em 12/03/2019 às 05:59:00

 

Sem recursos para tocar o projeto origi-
nal do Hospital do Câncer, o Governo 
de Sergipe vem fazendo o possível para viabilizar alternativas capazes de atender aos pacientes oncológicos do estado. Há investimento em prevenção e equipamento, por exemplo. Nenhuma das providências vislumbradas pela administração estadual, contudo, pode se dar ao luxo de ignorar a importância do Hospital de Cirurgia, apesar de todos os pesares.
O Cirurgia não é necessariamente um problema, como os sucessivos escândalos podem sugerir. O Cirurgia pode ser uma solução. Os leitos ali disponibilizados, mediante convênio com o governo estadual, ajudam a desafogar o sobrecarregado Hospital de Urgência de Sergipe. Se os últimos diretores da unidade de saúde beneficente foram flagrados em desvios criminosos, com a mão grande onde não lhes caberia, aí são outros quinhentos.
É sabido que os recursos destinados à manutenção do Sistema Único de Saúde não chegam para o essencial. Neste particular, o presidente da Fundação Pio XII, responsável pela operação do Hospital do Câncer de Barretos, um exemplo de gestão reconhecido em todo o Brasil, não poderia estar mais certo. Em visita a Sergipe, acompanhado do governador Belivaldo Chagas, Henrique Prata lamentou os efeitos perversos da crise. Mais do que chorar pitangas, entretanto, ele apontou caminhos: atendimento humanizado, atenção à saúde básica e prevenção.
O funcionamento regular do Hospital Cirurgia é fundamental para a assistência médica em Sergipe. Aqui, a carência de leitos é dramática. Bem gerida, a unidade tem tudo para prestar um serviço de excelência, à altura do exemplo ditado de Barretos. Se os recursos são escassos, a responsabilidade no trato com a coisa pública também opera verdadeiros milagres.

Sem recursos para tocar o projeto origi- nal do Hospital do Câncer, o Governo  de Sergipe vem fazendo o possível para viabilizar alternativas capazes de atender aos pacientes oncológicos do estado. Há investimento em prevenção e equipamento, por exemplo. Nenhuma das providências vislumbradas pela administração estadual, contudo, pode se dar ao luxo de ignorar a importância do Hospital de Cirurgia, apesar de todos os pesares.
O Cirurgia não é necessariamente um problema, como os sucessivos escândalos podem sugerir. O Cirurgia pode ser uma solução. Os leitos ali disponibilizados, mediante convênio com o governo estadual, ajudam a desafogar o sobrecarregado Hospital de Urgência de Sergipe. Se os últimos diretores da unidade de saúde beneficente foram flagrados em desvios criminosos, com a mão grande onde não lhes caberia, aí são outros quinhentos.
É sabido que os recursos destinados à manutenção do Sistema Único de Saúde não chegam para o essencial. Neste particular, o presidente da Fundação Pio XII, responsável pela operação do Hospital do Câncer de Barretos, um exemplo de gestão reconhecido em todo o Brasil, não poderia estar mais certo. Em visita a Sergipe, acompanhado do governador Belivaldo Chagas, Henrique Prata lamentou os efeitos perversos da crise. Mais do que chorar pitangas, entretanto, ele apontou caminhos: atendimento humanizado, atenção à saúde básica e prevenção.
O funcionamento regular do Hospital Cirurgia é fundamental para a assistência médica em Sergipe. Aqui, a carência de leitos é dramática. Bem gerida, a unidade tem tudo para prestar um serviço de excelência, à altura do exemplo ditado de Barretos. Se os recursos são escassos, a responsabilidade no trato com a coisa pública também opera verdadeiros milagres.