Márcio de Dona Litinha "fica"

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Muitos anos de farra e zabumba.
Muitos anos de farra e zabumba.

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Publicada em 12/03/2019 às 06:12:00

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
Por vontade própria, 
Márcio de Dona Liti-
nha não subiria a um palco tão cedo. Ocupado em viver a vida, dividido entre as responsabilidades profissionais e as exigências da música, ele resolveu tirar proveito do impasse e anunciou um inesperado período sabático. Até segundo aviso, o prezado público teria de se virar sem os papocos festivos da naurÊa.
Mas nada como um dia depois do outro. Convites pintaram, sem mais nem menos, fazendo pouco caso do intervalo requisitado pelo artista, um descanso merecido depois de tantos anos de farra e zabumba. Ficou o dito por não dito. Domingo, 17 de março, a naurÊa se apresenta de cara nova, a grande atração de mais uma Feirinha da Gambiarra.
Márcio explica que a nova fase da naurÊa é um trabalho em progresso, uma experiência ainda em curso, realizada de modo um tanto instintivo, que nem ele sabe direito onde vai dar. De certo, há composições inéditas e a intenção de atender aos apelos calorosos da música de Cuba e Bahia. A conferir, portanto.
A formação também é outra, com a colaboração dos músicos Ruan Levy (sanfona), Danyel Nanume (bateria) e João Alberto (percussão). À frente de tudo, encarnando a alma festiva e sem vergonha da banda, está Márcio, o último dos moicanos, dispostos a honrar o legado da naurÊa, um patrimônio de muita fuleiragem comendo no centro.
Melhor assim. A naurÊa já sofreu sucessivas baixas, da guitarra crioula de Abraão Gonzaga, uma das marcas registradas da banda, até a voz rouca de Alex Sant'Anna. O próprio Márcio admite o rombo de tantas ausências notáveis no palco. Mas entre se lamentar e olhar pra frente, prefere meter dança. Pelo bem do povo e felicidade geral da nação, ele manda avisar que fica.
14ª Feirinha da Gambiarra:
Domingo, 17 de março, no bosque do Inácio Barbosa (Avenida Cecília Meireles), a partir das 15 horas.

Por vontade própria,  Márcio de Dona Liti- nha não subiria a um palco tão cedo. Ocupado em viver a vida, dividido entre as responsabilidades profissionais e as exigências da música, ele resolveu tirar proveito do impasse e anunciou um inesperado período sabático. Até segundo aviso, o prezado público teria de se virar sem os papocos festivos da naurÊa.
Mas nada como um dia depois do outro. Convites pintaram, sem mais nem menos, fazendo pouco caso do intervalo requisitado pelo artista, um descanso merecido depois de tantos anos de farra e zabumba. Ficou o dito por não dito. Domingo, 17 de março, a naurÊa se apresenta de cara nova, a grande atração de mais uma Feirinha da Gambiarra.
Márcio explica que a nova fase da naurÊa é um trabalho em progresso, uma experiência ainda em curso, realizada de modo um tanto instintivo, que nem ele sabe direito onde vai dar. De certo, há composições inéditas e a intenção de atender aos apelos calorosos da música de Cuba e Bahia. A conferir, portanto.
A formação também é outra, com a colaboração dos músicos Ruan Levy (sanfona), Danyel Nanume (bateria) e João Alberto (percussão). À frente de tudo, encarnando a alma festiva e sem vergonha da banda, está Márcio, o último dos moicanos, dispostos a honrar o legado da naurÊa, um patrimônio de muita fuleiragem comendo no centro.
Melhor assim. A naurÊa já sofreu sucessivas baixas, da guitarra crioula de Abraão Gonzaga, uma das marcas registradas da banda, até a voz rouca de Alex Sant'Anna. O próprio Márcio admite o rombo de tantas ausências notáveis no palco. Mas entre se lamentar e olhar pra frente, prefere meter dança. Pelo bem do povo e felicidade geral da nação, ele manda avisar que fica.
14ª Feirinha da Gambiarra:
Domingo, 17 de março, no bosque do Inácio Barbosa (Avenida Cecília Meireles), a partir das 15 horas.