Protesto tenta evitar aterro da Lagoa do Santa Lúcia

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A deputada durante reunião com superintendente do Meio Ambiente
A deputada durante reunião com superintendente do Meio Ambiente

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Publicada em 12/03/2019 às 06:33:00

 

A deputada estadual Kitty Lima (Rede) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) nesta segunda-feira para divulgar a realização de um ato organizado por moradores do conjunto Santa Lúcia, no bairro Jabotiana, ocorrido na manhã de ontem, que denunciou um aterramento na região que pode comprometer seriamente uma vazão do Rio Poxim e afetar diretamente a comunidade local. O protesto contou com a presença de lideranças comunitárias e ambientais a fim de chamar a atenção do Poder Público para o problema.
Kitty Lima não se eximiu da responsabilidade de cobrar às autoridades estaduais explicações sobre uma obra que está sendo realizada no local e que é gerenciada pelo Governo de Sergipe por meio da Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso), e imediatamente solicitou aos moradores que formassem uma comissão para que, juntos, fossem à Superintendência de Meio Ambiente a fim de discutir a problemática.
"A lagoa doce está correndo um risco enorme, inclusive, de provocar enchentes. Todos têm conhecimento de que o bairro sofre com esse problema e a tendência é de ocasionar um agravamento ainda maior, já que a lagoa funciona como uma espécie de válvula de escape no escoamento das águas oriundas dos alagamentos. Isso é um crime ambiental, é um crime sem proporções", alertou a deputada. 
Ainda em seu pronunciamento, Kitty disse que durante a reunião com o superintendente da pasta, Olivier Chagas, logo depois ao ato, o gestor comprometeu-se em chamar seu corpo técnico para estudar o problema e verificar junto à Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) as questões relativas ao licenciamento da obra e suas nuances que envolvem a Lagoa Doce e o Rio Poxim.
Finalizando o uso da tribuna legislativa, Kitty também alertou para a destruição do ecossistema que tem sido registrada na localidade.
"Há também a questão dos animais. Os peixes e todos os seres que ali vivem estão sendo mortos, aterrados. Não há nenhum estudo de impacto apresentado", questionou a parlamentar.

A deputada estadual Kitty Lima (Rede) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) nesta segunda-feira para divulgar a realização de um ato organizado por moradores do conjunto Santa Lúcia, no bairro Jabotiana, ocorrido na manhã de ontem, que denunciou um aterramento na região que pode comprometer seriamente uma vazão do Rio Poxim e afetar diretamente a comunidade local. O protesto contou com a presença de lideranças comunitárias e ambientais a fim de chamar a atenção do Poder Público para o problema.
Kitty Lima não se eximiu da responsabilidade de cobrar às autoridades estaduais explicações sobre uma obra que está sendo realizada no local e que é gerenciada pelo Governo de Sergipe por meio da Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso), e imediatamente solicitou aos moradores que formassem uma comissão para que, juntos, fossem à Superintendência de Meio Ambiente a fim de discutir a problemática.
"A lagoa doce está correndo um risco enorme, inclusive, de provocar enchentes. Todos têm conhecimento de que o bairro sofre com esse problema e a tendência é de ocasionar um agravamento ainda maior, já que a lagoa funciona como uma espécie de válvula de escape no escoamento das águas oriundas dos alagamentos. Isso é um crime ambiental, é um crime sem proporções", alertou a deputada. 
Ainda em seu pronunciamento, Kitty disse que durante a reunião com o superintendente da pasta, Olivier Chagas, logo depois ao ato, o gestor comprometeu-se em chamar seu corpo técnico para estudar o problema e verificar junto à Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) as questões relativas ao licenciamento da obra e suas nuances que envolvem a Lagoa Doce e o Rio Poxim.
Finalizando o uso da tribuna legislativa, Kitty também alertou para a destruição do ecossistema que tem sido registrada na localidade.
"Há também a questão dos animais. Os peixes e todos os seres que ali vivem estão sendo mortos, aterrados. Não há nenhum estudo de impacto apresentado", questionou a parlamentar.