FSF prestigia lançamento do livro de Nunes

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O presidente da FSF, Milton Dantas, prestigiou a cerimônia de lançamento do livro \"Nunes, o Artilheiro das Decisões\", ao lado do presidente interino da CBF, Coronel Nunes
O presidente da FSF, Milton Dantas, prestigiou a cerimônia de lançamento do livro \"Nunes, o Artilheiro das Decisões\", ao lado do presidente interino da CBF, Coronel Nunes

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Publicada em 14/03/2019 às 06:00:00

 

O presidente da Federação Sergipana de Futebol (FSF), Milton Dantas participou no Rio de Janeiro da solenidade de lançamento do livro que relata a história do atacante Nunes, "Nunes, o Artilheiro das Decisões". O evento aconteceu na manhã desta terça-feira (12), na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e contou com as presenças de diversas autoridades esportivas.
A obra literária conta a história do sergipano Nunes, que marcou época defendendo a equipe do Clube Regatas Flamengo. Natural do município de em Cedro de São João, o atacante começou no futebol na base do Fluminense de Feira de Santana - BA, em seguida foi defender a equipe profissional do Confiança, onde foi destaque nacional e chamou a atenção dos grandes clubes do país.
Em 1974, o atacante proletário Nunes foi o artilheiro do Campeonato Sergipano. "O Confiança foi meu primeiro clube profissional. Foi onde eu comecei a despontar para o futebol brasileiro e mundial. Tive uma passagem maravilhosa nesse clube. Quando cheguei ao Confiança, o time se encontrava em uma dificuldade muito grande e foi muito importante para mim, pois eu cresci junto com o clube. Procurei trabalhar bastante com todos os meus companheiros e tudo que fiz aí no Confiança me ajudou, me fez crescer no futebol brasileiro, pois meus colegas me ajudaram a ser o Nunes que sou hoje, conhecido, famoso, mas sempre com muita humildade, com os pés no chão, sempre respeitando o próximo. Tinha uma relação legal com todos eles, mas vou citar alguns: Raimundinho, Tom Maravilha, Luiz Carlos, Duquinha e Jairo. Esses e todos os outros me ajudaram muito desde o início até minha saída do clube - disse o eterno camisa 9 proletários, ao site globoesporte.com.
Uma trajetória que o levou à seleção brasileira - só não foi titular na Copa do Mundo de 1978 por contusão - e o transformou em um controverso personagem do mundo do futebol e em uma lenda muito maior do que se possa imaginar. 

O presidente da Federação Sergipana de Futebol (FSF), Milton Dantas participou no Rio de Janeiro da solenidade de lançamento do livro que relata a história do atacante Nunes, "Nunes, o Artilheiro das Decisões". O evento aconteceu na manhã desta terça-feira (12), na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e contou com as presenças de diversas autoridades esportivas.
A obra literária conta a história do sergipano Nunes, que marcou época defendendo a equipe do Clube Regatas Flamengo. Natural do município de em Cedro de São João, o atacante começou no futebol na base do Fluminense de Feira de Santana - BA, em seguida foi defender a equipe profissional do Confiança, onde foi destaque nacional e chamou a atenção dos grandes clubes do país.
Em 1974, o atacante proletário Nunes foi o artilheiro do Campeonato Sergipano. "O Confiança foi meu primeiro clube profissional. Foi onde eu comecei a despontar para o futebol brasileiro e mundial. Tive uma passagem maravilhosa nesse clube. Quando cheguei ao Confiança, o time se encontrava em uma dificuldade muito grande e foi muito importante para mim, pois eu cresci junto com o clube. Procurei trabalhar bastante com todos os meus companheiros e tudo que fiz aí no Confiança me ajudou, me fez crescer no futebol brasileiro, pois meus colegas me ajudaram a ser o Nunes que sou hoje, conhecido, famoso, mas sempre com muita humildade, com os pés no chão, sempre respeitando o próximo. Tinha uma relação legal com todos eles, mas vou citar alguns: Raimundinho, Tom Maravilha, Luiz Carlos, Duquinha e Jairo. Esses e todos os outros me ajudaram muito desde o início até minha saída do clube - disse o eterno camisa 9 proletários, ao site globoesporte.com.
Uma trajetória que o levou à seleção brasileira - só não foi titular na Copa do Mundo de 1978 por contusão - e o transformou em um controverso personagem do mundo do futebol e em uma lenda muito maior do que se possa imaginar.