Justiça faz a primeira audiência do caso George Magalhães

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Publicada em 15/03/2019 às 06:21:00

 

Gabriel Damásio
A juíza Vanessa Neves Serafim, da 1ª Vara Criminal de Aracaju, conduziu ontem a primeira audiência de instrução do processo criminal contra o radialista George Magalhães, acusado de estupro contra uma funcionária que trabalhava no mesmo condomínio onde ele morava, na Atalaia (zona sul de Aracaju). A audiência ocorreu durante toda a manhã no Fórum Gumercindo Bessa, no Capucho (zona oeste) e contou com o depoimento das testemunhas apresentadas pelo Ministério Público. 
As oitivas aconteceram a portas fechadas, na presença dos advogados de defesa e dos advogados que atuam como assistentes de acusação. George aguardou pelos depoimentos no lado de fora da sala, acompanhado pelo também radialista Antero Alves, que trabalhava como produtor dele e também foi arrolado como réu no mesmo processo, pelo crime de corrupção de testemunhas. Por orientação dos advogados, os dois preferiram não dar entrevista e disseram que vão falar apenas no final do processo. 
Ao todo, 19 testemunhas foram apresentadas pelas bancas de acusação e defesa, o que levou a juíza a marcar uma nova audiência de instrução para o dia 4 de julho. A previsão é de que, neste dia, compareçam as testemunhas arroladas pelos advogados de George e Antero. Em seguida, os réus devem ser interrogados em uma nova audiência. O processo tramita em segredo de justiça. 
George Magalhães foi preso em agosto de 2018, dias depois de ter sido denunciado em um boletim de ocorrência prestado pela servente. Ela afirmou à polícia que foi agredida e abusada sexualmente pelo radialista, no momento em que ela recolhia o lixo do apartamento dele. A prisão tinha sido decretada a pedido da Polícia Civil, depois da informação de que uma testemunha do caso teria sido subornada e coagida por George, através de Antero, para mudar seu depoimento. O comunicador chegou a ficar dois meses preso na Cadeia Pública de Estância e só foi libertado em novembro, após um recurso impetrado no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília (DF). Os acusados negam todas as acusações. 

Gabriel Damásio

A juíza Vanessa Neves Serafim, da 1ª Vara Criminal de Aracaju, conduziu ontem a primeira audiência de instrução do processo criminal contra o radialista George Magalhães, acusado de estupro contra uma funcionária que trabalhava no mesmo condomínio onde ele morava, na Atalaia (zona sul de Aracaju). A audiência ocorreu durante toda a manhã no Fórum Gumercindo Bessa, no Capucho (zona oeste) e contou com o depoimento das testemunhas apresentadas pelo Ministério Público. 
As oitivas aconteceram a portas fechadas, na presença dos advogados de defesa e dos advogados que atuam como assistentes de acusação. George aguardou pelos depoimentos no lado de fora da sala, acompanhado pelo também radialista Antero Alves, que trabalhava como produtor dele e também foi arrolado como réu no mesmo processo, pelo crime de corrupção de testemunhas. Por orientação dos advogados, os dois preferiram não dar entrevista e disseram que vão falar apenas no final do processo. 
Ao todo, 19 testemunhas foram apresentadas pelas bancas de acusação e defesa, o que levou a juíza a marcar uma nova audiência de instrução para o dia 4 de julho. A previsão é de que, neste dia, compareçam as testemunhas arroladas pelos advogados de George e Antero. Em seguida, os réus devem ser interrogados em uma nova audiência. O processo tramita em segredo de justiça. 
George Magalhães foi preso em agosto de 2018, dias depois de ter sido denunciado em um boletim de ocorrência prestado pela servente. Ela afirmou à polícia que foi agredida e abusada sexualmente pelo radialista, no momento em que ela recolhia o lixo do apartamento dele. A prisão tinha sido decretada a pedido da Polícia Civil, depois da informação de que uma testemunha do caso teria sido subornada e coagida por George, através de Antero, para mudar seu depoimento. O comunicador chegou a ficar dois meses preso na Cadeia Pública de Estância e só foi libertado em novembro, após um recurso impetrado no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília (DF). Os acusados negam todas as acusações.