Projeto Mãe das Águas pretende revitalizar o Rio Pitanga

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Publicada em 20/03/2019 às 09:27:00

 

A Coordenadora de Promoção e Inclusão da Igualdade Racial da Fundação Municipal de Cultura e Turismo João Bebe Água (Fundact), em São Cristóvão, realizará nos dias 21 e 22 de março uma ação de limpeza do rio e um Cortejo Afro pelas ruas da cidade. O evento contará com os apoios do Omolayê, do Ilê Axé Obáladô Dejuínan, do Ilê Asé Alaroke Bábà Ajagunan, do Axé Ilê Oba Abassa Ode-Bamirê Oba Fanidê e do Acampamento Emília Maria (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).
 "Diferente da primeira edição, ocorrida em 2007, que foi resumida a um cortejo, a edição 2019, que acontecerá nos dias 21 e 22 de março, pretende não apenas operacionalizar o cortejo, mas, estendê-lo a uma ação de revitalização do entorno do rio Pitanga, com acesso pela rodovia João Bebe-Água e, ao mesmo tempo, utilizar o trecho de sua margem como espaço sagrado dos terreiros de Candomblé e Umbanda", explicou a coordenadora de Promoção e Inclusão da Igualdade Racial, Acácia Maria Santos.
O objetivo do projeto Mãe das Águas é desmistificar as práticas dos adeptos das religiões de matrizes africanas, presentes no território sancristovense, possibilitando maior visibilidade. Outro ponto que o projeto pretende enfatizar é a transformação da cultura de sujar as margens do rio Pitanga, deixando a área como um espaço que será assistido pela coleta de lixo periódica, acabando com as agressões ao meio ambiente e devolvendo ao local o status de reserva florestal.

A Coordenadora de Promoção e Inclusão da Igualdade Racial da Fundação Municipal de Cultura e Turismo João Bebe Água (Fundact), em São Cristóvão, realizará nos dias 21 e 22 de março uma ação de limpeza do rio e um Cortejo Afro pelas ruas da cidade. O evento contará com os apoios do Omolayê, do Ilê Axé Obáladô Dejuínan, do Ilê Asé Alaroke Bábà Ajagunan, do Axé Ilê Oba Abassa Ode-Bamirê Oba Fanidê e do Acampamento Emília Maria (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).
 "Diferente da primeira edição, ocorrida em 2007, que foi resumida a um cortejo, a edição 2019, que acontecerá nos dias 21 e 22 de março, pretende não apenas operacionalizar o cortejo, mas, estendê-lo a uma ação de revitalização do entorno do rio Pitanga, com acesso pela rodovia João Bebe-Água e, ao mesmo tempo, utilizar o trecho de sua margem como espaço sagrado dos terreiros de Candomblé e Umbanda", explicou a coordenadora de Promoção e Inclusão da Igualdade Racial, Acácia Maria Santos.
O objetivo do projeto Mãe das Águas é desmistificar as práticas dos adeptos das religiões de matrizes africanas, presentes no território sancristovense, possibilitando maior visibilidade. Outro ponto que o projeto pretende enfatizar é a transformação da cultura de sujar as margens do rio Pitanga, deixando a área como um espaço que será assistido pela coleta de lixo periódica, acabando com as agressões ao meio ambiente e devolvendo ao local o status de reserva florestal.