Idoso é preso com tabletes de maconha modificada

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Publicada em 26/03/2019 às 22:39:00

 

Agentes das polícias Militar e Rodoviária Federal apreenderam na madrugada de ontem mais de três quilos de skank, uma espécie de maconha geneticamente modificada. A ação aconteceu no quilômetro 200 da BR-101, em Cristinápolis (Sul). Os policiais abordaram um ônibus que seguia de São Paulo (SP) para Natal (RN), e durante a revista com cães da Companhia Independente de Policiamento com Cães da Policia Militar de Sergipe (CIPCães/PMSE), encontraram sob um dos assentos do veículo, uma mala com três tabletes totalizando 3,1 quilos de skank. 
Um idoso, de 62 anos, foi identificado como proprietário da mala e já foi preso em São Paulo por tráfico de drogas, em 2009. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia da Polícia Civil, em Umbaúba, e faz parte da operação Lábaro que vem atuando de forma integrada em todo o território nacional, com o objetivo de potencializar o enfrentamento qualificado ao crime organizado, atuando nas divisas dos estados e nas regiões e corredores estratégicos.
 
A droga - Resultado de alterações genéticas, o skank é uma droga produzida em laboratório feita através de vários cruzamentos de tipos de maconha, chegando a ser considerada como uma "super maconha". Por ser feita a partir da própria maconha, essa droga possui os mesmos efeitos, porém potencializados: palidez, excitação, risos, depressão ou sonolência, aumento de apetite por doces, olhos avermelhados, dilatação das pupilas e alucinações.
Os efeitos do skank podem ser cerca de sete vezes mais fortes do que os da maconha comum. Esses estímulos são tão intensos, que às vezes os danos causados no cérebro podem ser irreversíveis. A droga possui um preço muito caro se comparado com outras drogas, já que geralmente é importado da Europa e consumido apenas por pessoas de classes sociais mais altas.

Agentes das polícias Militar e Rodoviária Federal apreenderam na madrugada de ontem mais de três quilos de skank, uma espécie de maconha geneticamente modificada. A ação aconteceu no quilômetro 200 da BR-101, em Cristinápolis (Sul). Os policiais abordaram um ônibus que seguia de São Paulo (SP) para Natal (RN), e durante a revista com cães da Companhia Independente de Policiamento com Cães da Policia Militar de Sergipe (CIPCães/PMSE), encontraram sob um dos assentos do veículo, uma mala com três tabletes totalizando 3,1 quilos de skank. 
Um idoso, de 62 anos, foi identificado como proprietário da mala e já foi preso em São Paulo por tráfico de drogas, em 2009. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia da Polícia Civil, em Umbaúba, e faz parte da operação Lábaro que vem atuando de forma integrada em todo o território nacional, com o objetivo de potencializar o enfrentamento qualificado ao crime organizado, atuando nas divisas dos estados e nas regiões e corredores estratégicos. 
A droga - Resultado de alterações genéticas, o skank é uma droga produzida em laboratório feita através de vários cruzamentos de tipos de maconha, chegando a ser considerada como uma "super maconha". Por ser feita a partir da própria maconha, essa droga possui os mesmos efeitos, porém potencializados: palidez, excitação, risos, depressão ou sonolência, aumento de apetite por doces, olhos avermelhados, dilatação das pupilas e alucinações.
Os efeitos do skank podem ser cerca de sete vezes mais fortes do que os da maconha comum. Esses estímulos são tão intensos, que às vezes os danos causados no cérebro podem ser irreversíveis. A droga possui um preço muito caro se comparado com outras drogas, já que geralmente é importado da Europa e consumido apenas por pessoas de classes sociais mais altas.