Ocupe a Praça especial ao aniversário de Aracaju traz música, teatro e muito diálogo para o Centro Cultural

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Publicada em 29/03/2019 às 07:05:00

 

Em 1980, Sergipe vivia sob o auge da 'juventude dourada', entre a intensidade dos encontros de luz, cor e música. Encarando de forma ousada o 'Circo Voador' do Rio de Janeiro, o visionário Jorge Lins de Carvalho ergue na zona sul de Aracaju, o "Circo Amoras e Amores". O espaço, aberto há 33 anos, foi palco da comunhão de artistas das mais diferentes áreas unidos pelo espírito de transgressão e irreverência. Na noite desta quarta-feira, 27, a Prefeitura de Aracaju, através da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), em homenagem aos 163 anos da cidade, realizou um tributo à trajetória unânime do movimento cultural no "Ocupe a Praça", além de uma programação diversificada, envolvendo a arte em geral. A realização do projeto é do Núcleo de Produção Digital (NPD) Orlando Vieira.
"O Amoras e Amores é uma produção de, aproximadamente,  30 anos, mas que guarda a sua atualidade exatamente por ser moldada de cultura e arte. Por isso, planejamos celebrar a nossa identidade a partir desse movimento, bem como o 'Circo Voador'. Assim montamos uma programação diversa como parte das atividades de aniversário de Aracaju  neste mês. Além disso, foi preciso ter uma responsabilidade ainda maior, o de unir esse evento a contemporaneidade, porque hoje celebramos o Dia Internacional do Teatro e do Circo", ressaltou Cássio Murilo, presidente da Funcaju. 
O 'Circo Amoras e Amores' é cria do grupo teatral 'Raízes',  integrado por nomes como Lineu Fontes, Jorge Gois, Eduardo Galego e Jorge Lins. Nasceu da busca por um espaço alternativo para apresentar as performances cênicas deles e de outros artistas que protagonizaram uma efervescente interação entre teatro, música, dança e, mais tarde, tornou-se uma das primeiras casas de show na época. Jorge Lins assumiu o papel de porta-voz e animador do Circo, conhecido por suas atuações e projetos desenvolvidos na cena teatral. "Na época estava tão preocupado em fazer acontecer, que só depois descobri o quanto o 'Amoras e Amores' influenciou uma geração", disse.

Em 1980, Sergipe vivia sob o auge da 'juventude dourada', entre a intensidade dos encontros de luz, cor e música. Encarando de forma ousada o 'Circo Voador' do Rio de Janeiro, o visionário Jorge Lins de Carvalho ergue na zona sul de Aracaju, o "Circo Amoras e Amores". O espaço, aberto há 33 anos, foi palco da comunhão de artistas das mais diferentes áreas unidos pelo espírito de transgressão e irreverência. Na noite desta quarta-feira, 27, a Prefeitura de Aracaju, através da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), em homenagem aos 163 anos da cidade, realizou um tributo à trajetória unânime do movimento cultural no "Ocupe a Praça", além de uma programação diversificada, envolvendo a arte em geral. A realização do projeto é do Núcleo de Produção Digital (NPD) Orlando Vieira.
"O Amoras e Amores é uma produção de, aproximadamente,  30 anos, mas que guarda a sua atualidade exatamente por ser moldada de cultura e arte. Por isso, planejamos celebrar a nossa identidade a partir desse movimento, bem como o 'Circo Voador'. Assim montamos uma programação diversa como parte das atividades de aniversário de Aracaju  neste mês. Além disso, foi preciso ter uma responsabilidade ainda maior, o de unir esse evento a contemporaneidade, porque hoje celebramos o Dia Internacional do Teatro e do Circo", ressaltou Cássio Murilo, presidente da Funcaju. 
O 'Circo Amoras e Amores' é cria do grupo teatral 'Raízes',  integrado por nomes como Lineu Fontes, Jorge Gois, Eduardo Galego e Jorge Lins. Nasceu da busca por um espaço alternativo para apresentar as performances cênicas deles e de outros artistas que protagonizaram uma efervescente interação entre teatro, música, dança e, mais tarde, tornou-se uma das primeiras casas de show na época. Jorge Lins assumiu o papel de porta-voz e animador do Circo, conhecido por suas atuações e projetos desenvolvidos na cena teatral. "Na época estava tão preocupado em fazer acontecer, que só depois descobri o quanto o 'Amoras e Amores' influenciou uma geração", disse.