Justiça solta um dos suspeitos por morte de advogado

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Publicada em 29/03/2019 às 07:18:00

 

A Justiça determinou ontem a libertação de Alcivan Barbosa de Andrade, um dos suspeitos de envolvimento com o assassinato do advogado Jarbas Feitoza de Carvalho Filho. Ele tinha sido preso pela Polícia Civil na madrugada desta terça-feira, em Aquidabã (Baixo São Francisco), e era apontado nas investigações como suposto intermediário entre o executor e o mandante do crime. 
Os advogados de Alcivan estiveram ontem à tarde na sede do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) e informaram que apresentaram documentos e declarações que descartaram qualquer ligação do suspeito com a morte de Jarbas ou com os outros dois envolvidos, Gutenberg Barreto, o 'Papá', e Genison Pereira. Um dos responsáveis pela defesa, Alberto Hora, disse à TV Sergipe que os únicos contatos travados com os envolvidos foram pelo telefone e se referiam a negócios lícitos de compra e venda. Também ficou descartado que a impressão digital encontrada em uma arma de 'Papá' fosse de Alcivan, conforme chegou a ser dito pela polícia. 
As provas da defesa serviram de base para que a Justiça suspendesse o mandado de prisão temporária contra Alcivan. As investigações continuam para descobrir outros desdobramentos ligados à morte do advogado, que aconteceu no dia 11 de março, em uma fazenda na zona rural de Aquidabã. Segundo a polícia, Gutemberg admitiu ser o mandante do crime e disse que tomou a decisão para evitar a descoberta de empréstimos inexistentes feitos em nome de Jarbas Filho, que tinha envolvimento com agiotagem - empréstimos de dinheiro a juros. 

A Justiça determinou ontem a libertação de Alcivan Barbosa de Andrade, um dos suspeitos de envolvimento com o assassinato do advogado Jarbas Feitoza de Carvalho Filho. Ele tinha sido preso pela Polícia Civil na madrugada desta terça-feira, em Aquidabã (Baixo São Francisco), e era apontado nas investigações como suposto intermediário entre o executor e o mandante do crime. 
Os advogados de Alcivan estiveram ontem à tarde na sede do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope) e informaram que apresentaram documentos e declarações que descartaram qualquer ligação do suspeito com a morte de Jarbas ou com os outros dois envolvidos, Gutenberg Barreto, o 'Papá', e Genison Pereira. Um dos responsáveis pela defesa, Alberto Hora, disse à TV Sergipe que os únicos contatos travados com os envolvidos foram pelo telefone e se referiam a negócios lícitos de compra e venda. Também ficou descartado que a impressão digital encontrada em uma arma de 'Papá' fosse de Alcivan, conforme chegou a ser dito pela polícia. 
As provas da defesa serviram de base para que a Justiça suspendesse o mandado de prisão temporária contra Alcivan. As investigações continuam para descobrir outros desdobramentos ligados à morte do advogado, que aconteceu no dia 11 de março, em uma fazenda na zona rural de Aquidabã. Segundo a polícia, Gutemberg admitiu ser o mandante do crime e disse que tomou a decisão para evitar a descoberta de empréstimos inexistentes feitos em nome de Jarbas Filho, que tinha envolvimento com agiotagem - empréstimos de dinheiro a juros.