Dorense prejudicado pela arbitragem

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O estado de desolação do capitão e atacante Tata, demonstra o estado desesperador dos jogadores do Dorense
O estado de desolação do capitão e atacante Tata, demonstra o estado desesperador dos jogadores do Dorense

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Publicada em 02/04/2019 às 07:25:00

 

Givaldo Batista
givaldobs@yahoo.com.br
O torcedor do Itabaia
na, os desportistas 
sergipanos que tanto que pediram a reabertura do Etelvino Mendonça conseguiram, mas domingo ficaram decepcionados com o que aconteceu naquela praça de esportes. Um espetáculo deprimente, fruto de um erro da arbitragem, que prejudicou sensivelmente a humilde equipe do Dorense.
O jogo transcorria normalmente com muitos gols. A partida estava com placar de 3x2 para o Itabaiana. Aos 47 min do final, o atacante Hudson que entrara há pouco minutos, empatou o jogo. Um gol legal sem nenhuma dúvida. Tanto que o assistente Daniel Vidal Pimentel, correu para o centro do gramado, sinal de que o gol foi valido.
De repente o assistente foi cercado pelos jogadores e comissão técnica do Itabaiana, que protestavam a marcação do gol. Pressionado, Vidal chamou o árbitro Marcelo Soares e disse que tinha dúvida no lance. Mesma dúvida demonstrada pelo árbitro central, que resolveu anular o gol, criando um tumulto generalizado com empurrões, muita pancadaria, o que determinou o final da partida.     
Precisando vencer para manter as chances de classificação, o Itabaiana foi para cima e esteve sempre à frente do marcador. No fim do primeiro tempo, Igor Alves, aos 43 fez 1x0. Três minutos depois, ainda no primeiro tempo, Moreno empatou. Na volta do intervalo, Robério voltou a deixar os mandantes na frente. Caíque, novamente, numa falha do goleiro Adson, igualou o marcador. Gaúcho, aos 37, fez o terceiro do Tricolor da Serra.
Início da confusão - Aos 47, veio o lance polêmico da partida. Após marcação de falta, o goleiro do Dorense foi para a área buscar o empate. Na cobrança, os visitantes marcaram o gol. O assistente correu para o centro do gramado. Depois da validação do gol, assistente e árbitro sentiram a pressão do Itabaiana e assinalaram impedimento. 
O lance deu início a uma confusão generalizada. Inconformados com a anulação, jogadores do Dorense partiram para cima da assistente Daniel Vidal, que foi xingado e agredido. Depois da confusão sobrou para o zagueiro Bruno, do Touro, que foi expulso.
Revolta do Dorense - A expulsão teria gerado ainda mais revolta nos jogadores do banco colorado. Após o cartão vermelho, eles teriam saído da área de reservas e invadido o campo. Quando se encaminhavam para cercar a arbitragem, a polícia foi acionada. A ação não evitou mais agressões. Em uma delas, a quarta árbitra Thayslane de Melo Costa teria sofrido uma tentativa de agressão.
O destaque negativo, porém, ficou pela quantidade de palavrões ditos aos microfones. Revoltado, o técnico Elenilson Silva afirmou "sempre haverá alguém para estragar o trabalho". Isso, claro, em tom não amigável.
A situação e a passividade do árbitro na confusão também causaram desconforto na torcida. Parte dela teria o insultado das arquibancadas. Com muita conversa e pouca definição, a confusão retornava sempre quando parecia encerrada.
Após mais de quinze minutos de confusão, o árbitro decidiu encerrar o jogo. A decisão teria sido motivada pela recusa dos reservas e expulsos visitantes de deixar o campo. Os fatos devem ser relatados em súmula. Com o documento oficial em mãos, o TJD local poderá decidir o que fazer. Não houve realização dos acréscimos.

O torcedor do Itabaia na, os desportistas  sergipanos que tanto que pediram a reabertura do Etelvino Mendonça conseguiram, mas domingo ficaram decepcionados com o que aconteceu naquela praça de esportes. Um espetáculo deprimente, fruto de um erro da arbitragem, que prejudicou sensivelmente a humilde equipe do Dorense.
O jogo transcorria normalmente com muitos gols. A partida estava com placar de 3x2 para o Itabaiana. Aos 47 min do final, o atacante Hudson que entrara há pouco minutos, empatou o jogo. Um gol legal sem nenhuma dúvida. Tanto que o assistente Daniel Vidal Pimentel, correu para o centro do gramado, sinal de que o gol foi valido.
De repente o assistente foi cercado pelos jogadores e comissão técnica do Itabaiana, que protestavam a marcação do gol. Pressionado, Vidal chamou o árbitro Marcelo Soares e disse que tinha dúvida no lance. Mesma dúvida demonstrada pelo árbitro central, que resolveu anular o gol, criando um tumulto generalizado com empurrões, muita pancadaria, o que determinou o final da partida.     
Precisando vencer para manter as chances de classificação, o Itabaiana foi para cima e esteve sempre à frente do marcador. No fim do primeiro tempo, Igor Alves, aos 43 fez 1x0. Três minutos depois, ainda no primeiro tempo, Moreno empatou. Na volta do intervalo, Robério voltou a deixar os mandantes na frente. Caíque, novamente, numa falha do goleiro Adson, igualou o marcador. Gaúcho, aos 37, fez o terceiro do Tricolor da Serra.
Início da confusão - Aos 47, veio o lance polêmico da partida. Após marcação de falta, o goleiro do Dorense foi para a área buscar o empate. Na cobrança, os visitantes marcaram o gol. O assistente correu para o centro do gramado. Depois da validação do gol, assistente e árbitro sentiram a pressão do Itabaiana e assinalaram impedimento. 
O lance deu início a uma confusão generalizada. Inconformados com a anulação, jogadores do Dorense partiram para cima da assistente Daniel Vidal, que foi xingado e agredido. Depois da confusão sobrou para o zagueiro Bruno, do Touro, que foi expulso.

Revolta do Dorense - A expulsão teria gerado ainda mais revolta nos jogadores do banco colorado. Após o cartão vermelho, eles teriam saído da área de reservas e invadido o campo. Quando se encaminhavam para cercar a arbitragem, a polícia foi acionada. A ação não evitou mais agressões. Em uma delas, a quarta árbitra Thayslane de Melo Costa teria sofrido uma tentativa de agressão.
O destaque negativo, porém, ficou pela quantidade de palavrões ditos aos microfones. Revoltado, o técnico Elenilson Silva afirmou "sempre haverá alguém para estragar o trabalho". Isso, claro, em tom não amigável.
A situação e a passividade do árbitro na confusão também causaram desconforto na torcida. Parte dela teria o insultado das arquibancadas. Com muita conversa e pouca definição, a confusão retornava sempre quando parecia encerrada.
Após mais de quinze minutos de confusão, o árbitro decidiu encerrar o jogo. A decisão teria sido motivada pela recusa dos reservas e expulsos visitantes de deixar o campo. Os fatos devem ser relatados em súmula. Com o documento oficial em mãos, o TJD local poderá decidir o que fazer. Não houve realização dos acréscimos.