Gestores insones

Opinião


 

Segundo um dito popular, quem 
não deve não teme. Se for as
sim mesmo, os prefeitos e secretários municipais de consciência limpa dormem o sono dos justos, pouco se importando com o dedo em riste, levantado à porta de suas casas, obra e graça da Polícia Federal.
É justamente o caso de alguns gestores do interior sergipano. No alvo de uma operação ocupada com as evidências de fraudes em contratos firmados com uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), eles talvez botem a cabeça no travesseiro e peguem no sono imediatamente, muito tranquilos, mas vão precisar se explicar.
Ao todo, 76 agentes foram mobilizados para cumprir 27 mandados de busca e apreensão expedidos pelo juízo da 6ª Vara Federal de Sergipe, sediada em Itabaiana (Agreste). As buscas aconteceram em 18 endereços, sendo 13 nas cidades de Aracaju, Poço Redondo, Frei Paulo, Macambira e Campo do Brito. E outras cinco buscas aconteceram em Salvador e Petrolina (PE).
A suspeita é de uso documentos e contratos 'pré-fabricados' para firmar parcerias com as prefeituras citadas e assumir a gestão e operação de serviços públicos municipais nas áreas de saúde, educação e assistência social.
O melhor de tudo é que, fugindo à regra nefasta consagrada recentemente, a operação se deu dentro da mais absoluta lisura, evitando a exposição desnecessária dos suspeitos. Melhor assim. O brilho sedutor dos holofotes não faz bem às instituições com a responsabilidade de zelar pela coisa pública. Na hora certa, os acusados serão chamados à ordem.

Segundo um dito popular, quem  não deve não teme. Se for as sim mesmo, os prefeitos e secretários municipais de consciência limpa dormem o sono dos justos, pouco se importando com o dedo em riste, levantado à porta de suas casas, obra e graça da Polícia Federal.
É justamente o caso de alguns gestores do interior sergipano. No alvo de uma operação ocupada com as evidências de fraudes em contratos firmados com uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), eles talvez botem a cabeça no travesseiro e peguem no sono imediatamente, muito tranquilos, mas vão precisar se explicar.
Ao todo, 76 agentes foram mobilizados para cumprir 27 mandados de busca e apreensão expedidos pelo juízo da 6ª Vara Federal de Sergipe, sediada em Itabaiana (Agreste). As buscas aconteceram em 18 endereços, sendo 13 nas cidades de Aracaju, Poço Redondo, Frei Paulo, Macambira e Campo do Brito. E outras cinco buscas aconteceram em Salvador e Petrolina (PE).
A suspeita é de uso documentos e contratos 'pré-fabricados' para firmar parcerias com as prefeituras citadas e assumir a gestão e operação de serviços públicos municipais nas áreas de saúde, educação e assistência social.
O melhor de tudo é que, fugindo à regra nefasta consagrada recentemente, a operação se deu dentro da mais absoluta lisura, evitando a exposição desnecessária dos suspeitos. Melhor assim. O brilho sedutor dos holofotes não faz bem às instituições com a responsabilidade de zelar pela coisa pública. Na hora certa, os acusados serão chamados à ordem.

 


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