Prontuário eletrônico: até junho todas as unidades vão receber o sistema

Cidades

 

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), continua com a implantação dos prontuários eletrônicos. Até o mês de junho, o sistema deve ser implantado nas 45 Unidades Básicas de Saúde (UBS), incluindo a do 17 de Março, inaugurada na semana passada, pelo prefeito Edvaldo Nogueira. Por enquanto, 34 unidades receberam o novo sistema. A próxima unidade será a UBS Osvaldo Leite, localizada no bairro Santa Maria. 
 Segundo a coordenadora da Rede de Atenção Primária, Monalisa Fonseca, com o prontuário eletrônico, a gestão consegue monitorar e acompanhar melhor os dados da Rede Básica de Saúde. "Antes, a gente tinha uma fragilidade no Sistema de Informação da Atenção Básica do Ministério da Saúde, pois não conseguíamos obter dados fidedignos de como ocorria o atendimento e acompanhamento dos usuários. Atualmente, o cenário é outro, principalmente em relação ao número de consultas médicas, de enfermagem e odontológicas. Há um tempo, o quantitativo era bem inferior porque a gente não conseguia digitar essa produção, pois era uma produção em papel", colocou.

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), continua com a implantação dos prontuários eletrônicos. Até o mês de junho, o sistema deve ser implantado nas 45 Unidades Básicas de Saúde (UBS), incluindo a do 17 de Março, inaugurada na semana passada, pelo prefeito Edvaldo Nogueira. Por enquanto, 34 unidades receberam o novo sistema. A próxima unidade será a UBS Osvaldo Leite, localizada no bairro Santa Maria. 
 Segundo a coordenadora da Rede de Atenção Primária, Monalisa Fonseca, com o prontuário eletrônico, a gestão consegue monitorar e acompanhar melhor os dados da Rede Básica de Saúde. "Antes, a gente tinha uma fragilidade no Sistema de Informação da Atenção Básica do Ministério da Saúde, pois não conseguíamos obter dados fidedignos de como ocorria o atendimento e acompanhamento dos usuários. Atualmente, o cenário é outro, principalmente em relação ao número de consultas médicas, de enfermagem e odontológicas. Há um tempo, o quantitativo era bem inferior porque a gente não conseguia digitar essa produção, pois era uma produção em papel", colocou.

 


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