Novo superintendente assume a Polícia Federal em Sergipe

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Publicada em 17/04/2019 às 10:06:00

 

O delegado federal Marcos Renato da Silva Lima tomou posse ontem como novo superintendente regional da Polícia Federal em Sergipe. A solenidade aconteceu ontem de manhã no auditório do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Nascido em Governador Valadares (MG) e bacharel formado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Renato entrou na Polícia Federal em 2003, como delegado regional de Foz do Iguaçu (PR) e atuou por muito tempo na Superintendência Regional do Paraná, em Curitiba, onde trabalhou com a força-tarefa da Operação Lava-Jato. Ele está desde 2015 em Sergipe e, até ontem, era o delegado regional executivo no Estado.
Em seu primeiro discurso, Marcos Renato falou sobre as prioridades de sua gestão à frente da Polícia Federal no Estado e garantiu a continuidade das investigações e operações policiais que estão em andamento aqui no estado, sobretudo contra a corrupção e o crime organizado. "As nossas prioridades, na função de gestor, são dar condições para que os nossos policiais federais façam investigações boas, de relevo. As investigações continuam e podemos avaliar que elas estão caminhando de forma sadia. Creio que elas chegarão a bons resultados, como já têm chegado", disse ele, referindo-se às três fases recentes da 'Operação Acesso Negado', que investiga contratos fraudulentos de uma organização social com pelo menos quatro prefeituras sergipanas. 
O novo superintendente ainda deixou no ar a possibilidade de extensão das investigações da Operação Lava-Jato para Sergipe. "Se chegar, vai ser uma consequência natural. Não será uma coisa forçada para acontecer e nem nada impedindo que isso aconteça", resumiu, frisando ainda que o papel da PF é "contribuir para que os recursos públicos cheguem ao cidadão". Marcos Renato confirmou ainda que foram iniciados estudos para a aquisição - ou construção - de uma sede própria para o órgão em Aracaju. A previsão é de que ele deixe a atual sede, na Avenida Rio de Janeiro (Siqueira Campos), que é alugada e foi considerada "insuficiente" para a atual demanda de estrutura da PF. 
O delegado vai assumir o lugar de Erika Marena, que assumiu a superintendência regional de Sergipe no ano passado e foi convidada pelo ministro Sérgio Moro para trabalhar na área de cooperação internacional do Ministério da Justiça, em Brasília (DF). A transmissão do cargo foi feita pelo diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, e contou com a participação das principais autoridades do estado, incluindo o governador Belivaldo Chagas e o prefeito de Aracaju Edvaldo Nogueira. (Gabriel Damásio)

O delegado federal Marcos Renato da Silva Lima tomou posse ontem como novo superintendente regional da Polícia Federal em Sergipe. A solenidade aconteceu ontem de manhã no auditório do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Nascido em Governador Valadares (MG) e bacharel formado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Renato entrou na Polícia Federal em 2003, como delegado regional de Foz do Iguaçu (PR) e atuou por muito tempo na Superintendência Regional do Paraná, em Curitiba, onde trabalhou com a força-tarefa da Operação Lava-Jato. Ele está desde 2015 em Sergipe e, até ontem, era o delegado regional executivo no Estado.
Em seu primeiro discurso, Marcos Renato falou sobre as prioridades de sua gestão à frente da Polícia Federal no Estado e garantiu a continuidade das investigações e operações policiais que estão em andamento aqui no estado, sobretudo contra a corrupção e o crime organizado. "As nossas prioridades, na função de gestor, são dar condições para que os nossos policiais federais façam investigações boas, de relevo. As investigações continuam e podemos avaliar que elas estão caminhando de forma sadia. Creio que elas chegarão a bons resultados, como já têm chegado", disse ele, referindo-se às três fases recentes da 'Operação Acesso Negado', que investiga contratos fraudulentos de uma organização social com pelo menos quatro prefeituras sergipanas. 
O novo superintendente ainda deixou no ar a possibilidade de extensão das investigações da Operação Lava-Jato para Sergipe. "Se chegar, vai ser uma consequência natural. Não será uma coisa forçada para acontecer e nem nada impedindo que isso aconteça", resumiu, frisando ainda que o papel da PF é "contribuir para que os recursos públicos cheguem ao cidadão". Marcos Renato confirmou ainda que foram iniciados estudos para a aquisição - ou construção - de uma sede própria para o órgão em Aracaju. A previsão é de que ele deixe a atual sede, na Avenida Rio de Janeiro (Siqueira Campos), que é alugada e foi considerada "insuficiente" para a atual demanda de estrutura da PF. 
O delegado vai assumir o lugar de Erika Marena, que assumiu a superintendência regional de Sergipe no ano passado e foi convidada pelo ministro Sérgio Moro para trabalhar na área de cooperação internacional do Ministério da Justiça, em Brasília (DF). A transmissão do cargo foi feita pelo diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, e contou com a participação das principais autoridades do estado, incluindo o governador Belivaldo Chagas e o prefeito de Aracaju Edvaldo Nogueira. (Gabriel Damásio)