A primeira vitória

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Publicada em 18/04/2019 às 11:29:00

 

A batalha travada pela manuten-
ção da Fafen por via judicial ren-
deu a primeira vitória mais ou menos expressiva do Governo de Sergipe, desde quando a Petrobras ameaçou se desfazer da fábrica em Laranjeiras. Liminar concedida pelo juízo da 2ª Vara Federal no estado suspendeu o processo de hibernação em curso. Ao menos, até segunda ordem.
De acordo com o juiz Ronivon de Aragão, a Petrobrás violou diversas normas ambientais, superveniência de grave risco ao meio ambiente e/ou a saúde pública, no processo de hibernação da Fafen. 
A liminar tem validade de 30 dias. Não põe fim ao imbróglio, mas garante algum fôlego para encarar a briga. A esta altura do campeonato, entretanto, não deixa de ser uma boa notícia, devidamente comemorada.
"A manutenção da Fafen é fundamental para nossa economia. São mais de 5 mil empregos diretos e indiretos, além da rede de indústrias no ramo de fertilizantes. Essa liminar é a primeira vitória, fruto do esforço do Estado em mostrar  e buscar soluções para a empresa, além de representar nosso compromisso com o desenvolvimento de Sergipe e com a geração de renda", diz o governador Belivaldo Chagas.
Neste particular, o governador está coberto da razão. Em contexto de desemprego resiliente, a briga pela manutenção da Fafen, levada à barra dos tribunais, ganha ainda mais importância. O poder executivo não poderia se dar ao luxo de ver uma fábrica fechar as portas, sem  lutar para manter os postos de trabalho criados pela fábrica de fertilizantes e no seu entorno. E ataca em todas as frentes.

A batalha travada pela manuten- ção da Fafen por via judicial ren- deu a primeira vitória mais ou menos expressiva do Governo de Sergipe, desde quando a Petrobras ameaçou se desfazer da fábrica em Laranjeiras. Liminar concedida pelo juízo da 2ª Vara Federal no estado suspendeu o processo de hibernação em curso. Ao menos, até segunda ordem.
De acordo com o juiz Ronivon de Aragão, a Petrobrás violou diversas normas ambientais, superveniência de grave risco ao meio ambiente e/ou a saúde pública, no processo de hibernação da Fafen. 
A liminar tem validade de 30 dias. Não põe fim ao imbróglio, mas garante algum fôlego para encarar a briga. A esta altura do campeonato, entretanto, não deixa de ser uma boa notícia, devidamente comemorada.
"A manutenção da Fafen é fundamental para nossa economia. São mais de 5 mil empregos diretos e indiretos, além da rede de indústrias no ramo de fertilizantes. Essa liminar é a primeira vitória, fruto do esforço do Estado em mostrar  e buscar soluções para a empresa, além de representar nosso compromisso com o desenvolvimento de Sergipe e com a geração de renda", diz o governador Belivaldo Chagas.
Neste particular, o governador está coberto da razão. Em contexto de desemprego resiliente, a briga pela manutenção da Fafen, levada à barra dos tribunais, ganha ainda mais importância. O poder executivo não poderia se dar ao luxo de ver uma fábrica fechar as portas, sem  lutar para manter os postos de trabalho criados pela fábrica de fertilizantes e no seu entorno. E ataca em todas as frentes.