MP começa a apurar o Caso Clautenes e família aponta contradições

Cidades

 

Foi iniciado oficialmente ontem o procedimento administrativo do Ministério Público Estadual (MPSE) que vai investigar a morte do designer Clautenes José dos Santos, ocorrida em 8 de abril deste ano, durante uma abordagem de policiais civis no bairro Santos Dumont (zona norte). Promotores que atuam na área de Controle Externo da Atividade Policial tinham marcado para ontem o depoimento do motorista do aplicativo Uber que dirigia o carro onde Clautenes foi baleado. A oitiva, no entanto, acabou adiada e remarcada. 
Na ocasião os promotores estiveram com a advogada Laura Lustosa, que defende a família do designer e começou a acompanhar o caso mais de perto na semana passada, quando teve acesso aos autos do inquérito instaurado pela própria Polícia Civil. A jornalistas, Laura disse ter encontrado "contradições" nos depoimentos que foram prestados pelo motorista e que este teria apresentado "duas versões" à polícia, que estariam contraditórias entre si. Ela ainda afirmou que o inquérito conduzido inicialmente pelo Departamento de Homicídios (DHPP) tinha poucos depoimentos e testemunhas que apenas "ouviram dizer" sobre os fatos daquela noite.
Os promotores Deijaniro Jonas e Eduardo Matos acompanham a apuração do caso e ainda estão analisando o inquérito policial. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) anunciou na semana passada que o caso sairia do DHPP e passaria a ser conduzido pela Corregedoria de Polícia Civil. Os três agentes envolvidos na abordagem foram afastados do serviço após a repercussão do episódio. 

Foi iniciado oficialmente ontem o procedimento administrativo do Ministério Público Estadual (MPSE) que vai investigar a morte do designer Clautenes José dos Santos, ocorrida em 8 de abril deste ano, durante uma abordagem de policiais civis no bairro Santos Dumont (zona norte). Promotores que atuam na área de Controle Externo da Atividade Policial tinham marcado para ontem o depoimento do motorista do aplicativo Uber que dirigia o carro onde Clautenes foi baleado. A oitiva, no entanto, acabou adiada e remarcada. 
Na ocasião os promotores estiveram com a advogada Laura Lustosa, que defende a família do designer e começou a acompanhar o caso mais de perto na semana passada, quando teve acesso aos autos do inquérito instaurado pela própria Polícia Civil. A jornalistas, Laura disse ter encontrado "contradições" nos depoimentos que foram prestados pelo motorista e que este teria apresentado "duas versões" à polícia, que estariam contraditórias entre si. Ela ainda afirmou que o inquérito conduzido inicialmente pelo Departamento de Homicídios (DHPP) tinha poucos depoimentos e testemunhas que apenas "ouviram dizer" sobre os fatos daquela noite.
Os promotores Deijaniro Jonas e Eduardo Matos acompanham a apuração do caso e ainda estão analisando o inquérito policial. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) anunciou na semana passada que o caso sairia do DHPP e passaria a ser conduzido pela Corregedoria de Polícia Civil. Os três agentes envolvidos na abordagem foram afastados do serviço após a repercussão do episódio. 

 


COMPARTILHAR NAS REDES SOCIAIS