Trabalhadores de subsidiária da Petrobras farão greve de fome

Nacional

 

Marieta Cazzaré 
Agência Brasil 
Trabalhadores da empresa MontevideoGas, subsidiária da Petrobras em Montevidéu, decidiram fazer uma greve de fome na próxima terça-feira (30), na frente do Ministério da Indústria, Energia e Mineração. Eles reivindicam a recontratação de empregados demitidos. Serão três trabalhadores a jejuar por tempo indeterminado.
Anteontem (25), após decisão judicial, cerca de 150 trabalhadores tiveram que desocupar a sede da empresa na capital uruguaia. Eles haviam tomado o edifício numa ação de controle operário (control obrero, em espanhol). Na sentença, o juiz ordenou que se garantisse ainda a entrada e saída de outros funcionários da empresa, para atenderem clientes e fornecedores.
A Petrobras está em conflito com os trabalhadores pelo anúncio da demissão de 37 pessoas, além da suspensão do contrato de trabalho de 20 operários, que estão em seguro-desemprego. As ações foram tomadas por uma política de redução de custos.
Os empregados pedem que a estatal brasileira deixe o país e que o controle da empresa passe para as mãos do sindicato.

Trabalhadores da empresa MontevideoGas, subsidiária da Petrobras em Montevidéu, decidiram fazer uma greve de fome na próxima terça-feira (30), na frente do Ministério da Indústria, Energia e Mineração. Eles reivindicam a recontratação de empregados demitidos. Serão três trabalhadores a jejuar por tempo indeterminado.
Anteontem (25), após decisão judicial, cerca de 150 trabalhadores tiveram que desocupar a sede da empresa na capital uruguaia. Eles haviam tomado o edifício numa ação de controle operário (control obrero, em espanhol). Na sentença, o juiz ordenou que se garantisse ainda a entrada e saída de outros funcionários da empresa, para atenderem clientes e fornecedores.
A Petrobras está em conflito com os trabalhadores pelo anúncio da demissão de 37 pessoas, além da suspensão do contrato de trabalho de 20 operários, que estão em seguro-desemprego. As ações foram tomadas por uma política de redução de custos.
Os empregados pedem que a estatal brasileira deixe o país e que o controle da empresa passe para as mãos do sindicato.

 


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