Vida longa à Cumbuca

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Autor e ponto final
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Publicada em 03/05/2019 às 10:21:00

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
Cumbuca é a maior 
galeria de Sergipe, a 
única com olhos abertos para o esforço de artistas vivos, atuando aqui e agora. Artista, ilustrador ou designer gráfico, o leitor chame como julgar mais bonito. Para mim, um profissional de mão cheia como Cachorrão, na capa da edição de n° 22, por exemplo, é autor e ponto final.
Pelas páginas de Cumbuca, de um modo ou de outro, já passaram Anderson Camilo, Cirulo, Gabi Etinger, Thiago Oliveira e Flávio Antonini, só pra ficar na turma boa pendurada nas paredes de minha casa. Estão todos por aí, se virando como podem, tocando em frente. A preocupação documental com a memória jamais impediu o jornalista Amaral Cavalcante, editor da revista, de anunciar a novidade em alto e bom som.
Sem a Cumbuca, o alvoroço dos mais novos não teria outro canal de comunicação, além deste Jornal do Dia e os muros da cidade. Para todos os efeitos, a Galeria de Artes Álvaro Santos está morta e enterrada. A revitalização da J Inácio, como era previsível, não resistiu ao sopro do primeiro vento. 
O poder público estadual abandonou os artistas da aldeia à própria sorte. Basta observar o que foi feito da Fundação Aperipê. Ninguém sabe porque cargas d'água o governador Belivaldo Chagas decidiu colocar a gestão da sensibilidade nativa sob a responsabilidade de Conceição Vieira. As consequências a que estamos todos obrigados, ao contrário, são de conhecimento geral. Uma vez por mês, uma banda filarmônica morta de fome realiza um concerto enfadonho em frente ao Palácio Museu Olímpio Campos. E pronto. O Culturart é a única atividade regular na agenda da Funcap.
Vida longa à Cumbuca, portanto. Sem a arte de profissionais como Cachorrão na capa da revista, os únicos documentos de Cultura patrocinados pelo Governo de Sergipe nos anos sem graça de Belivaldo Chagas teriam valor puramente cartorial.
 
Lançamento Cumbuca # 22:
O7 de maio, a partir das 11 horas, na Segrase (Rua Propriá, 227).

Cumbuca é a maior  galeria de Sergipe, a  única com olhos abertos para o esforço de artistas vivos, atuando aqui e agora. Artista, ilustrador ou designer gráfico, o leitor chame como julgar mais bonito. Para mim, um profissional de mão cheia como Cachorrão, na capa da edição de n° 22, por exemplo, é autor e ponto final.
Pelas páginas de Cumbuca, de um modo ou de outro, já passaram Anderson Camilo, Cirulo, Gabi Etinger, Thiago Oliveira e Flávio Antonini, só pra ficar na turma boa pendurada nas paredes de minha casa. Estão todos por aí, se virando como podem, tocando em frente. A preocupação documental com a memória jamais impediu o jornalista Amaral Cavalcante, editor da revista, de anunciar a novidade em alto e bom som.
Sem a Cumbuca, o alvoroço dos mais novos não teria outro canal de comunicação, além deste Jornal do Dia e os muros da cidade. Para todos os efeitos, a Galeria de Artes Álvaro Santos está morta e enterrada. A revitalização da J Inácio, como era previsível, não resistiu ao sopro do primeiro vento. 
O poder público estadual abandonou os artistas da aldeia à própria sorte. Basta observar o que foi feito da Fundação Aperipê. Ninguém sabe porque cargas d'água o governador Belivaldo Chagas decidiu colocar a gestão da sensibilidade nativa sob a responsabilidade de Conceição Vieira. As consequências a que estamos todos obrigados, ao contrário, são de conhecimento geral. Uma vez por mês, uma banda filarmônica morta de fome realiza um concerto enfadonho em frente ao Palácio Museu Olímpio Campos. E pronto. O Culturart é a única atividade regular na agenda da Funcap.
Vida longa à Cumbuca, portanto. Sem a arte de profissionais como Cachorrão na capa da revista, os únicos documentos de Cultura patrocinados pelo Governo de Sergipe nos anos sem graça de Belivaldo Chagas teriam valor puramente cartorial. Lançamento Cumbuca # 22:
O7 de maio, a partir das 11 horas, na Segrase (Rua Propriá, 227).