Violência banalizada

Opinião


 

Dois crimes chocantes, cometi-
dos em circunstâncias diver-
sas, exemplares da banalização da violência território sergipano. Em que pese o caráter individual sob a motivação criminosa de um caso e de outro, não deixa de ser espantoso como o valor da vida foi rebaixado, em lugar antes considerado tão pacato.
O assassinato de uma professora a poucos passos da escola onde dava aula, obra do ex  companheiro, tem todos os componentes de uma história que infelizmente se repete todos os dias, sem deixar de ser criminosa. O assassino, um subtenente do Corpo de Bombeiros inconformado com a separação mais ou menos recente, disparou contra a vítima indefesa e depois cometeu suicídio.
No segundo episódio, um morador do conjunto Marcos Freire confessou enterrar eventuais desafetos no fundo de uma borracharia, em Nossa Senhora de Socorro, depois de partir suas cabeças com um pé de cabra. Segundo a delegada do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, o assassino confesso não demonstrou arrependimento e faria tudo de novo, pelos mesmos motivos banais.
Feminicídio, assassinatos em série, não há crime desconhecido pelas manchetes policiais em Sergipe. Embora o estado seja pequeno em termos de território, o menor do Brasil, as estatísticas relacionadas à violência local parecem acompanhar a escalada criminosa dos grandes centros urbanos brasileiros. Coincidência ou não, é sabido que as facções criminosas possuem falanges atuando no estado, sem reação à altura do governo.

Dois crimes chocantes, cometi- dos em circunstâncias diver- sas, exemplares da banalização da violência território sergipano. Em que pese o caráter individual sob a motivação criminosa de um caso e de outro, não deixa de ser espantoso como o valor da vida foi rebaixado, em lugar antes considerado tão pacato.
O assassinato de uma professora a poucos passos da escola onde dava aula, obra do ex  companheiro, tem todos os componentes de uma história que infelizmente se repete todos os dias, sem deixar de ser criminosa. O assassino, um subtenente do Corpo de Bombeiros inconformado com a separação mais ou menos recente, disparou contra a vítima indefesa e depois cometeu suicídio.
No segundo episódio, um morador do conjunto Marcos Freire confessou enterrar eventuais desafetos no fundo de uma borracharia, em Nossa Senhora de Socorro, depois de partir suas cabeças com um pé de cabra. Segundo a delegada do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, o assassino confesso não demonstrou arrependimento e faria tudo de novo, pelos mesmos motivos banais.
Feminicídio, assassinatos em série, não há crime desconhecido pelas manchetes policiais em Sergipe. Embora o estado seja pequeno em termos de território, o menor do Brasil, as estatísticas relacionadas à violência local parecem acompanhar a escalada criminosa dos grandes centros urbanos brasileiros. Coincidência ou não, é sabido que as facções criminosas possuem falanges atuando no estado, sem reação à altura do governo.

 


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