Dias das Mães movimenta comércio em Sergipe e aquece economia

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Calçado é um dos presentes favoritos
Calçado é um dos presentes favoritos

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Publicada em 04/05/2019 às 07:53:00

 

Considerada pelos varejistas como a principal data comemorativa do primeiro semestre e a segunda melhor do ano em termos de faturamento, perdendo apenas para o Natal, o Dia das Mães deve aquecer as vendas pelos próximos dias.
Levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que 78% dos consumidores devem realizar pelo menos uma compra no período - o dado fica bastante próximo dos 74% observados em 2018.
Em números absolutos, a expectativa é de que aproximadamente 122,1 milhões de brasileiros presenteiem alguém este ano, o que deve movimentar uma cifra próxima de R$ 24,3 bilhões nos segmentos do comércio e serviços.
Aqui em Sergipe a expectativa se renova concomitantemente aos dados nacionais apresentados pela CNDL e SPC. Para Brenno Barreto, que preside a CDL em Aracaju, o Dia das Mães já apresenta uma tendência de melhoras em compras se comparado ao mesmo período do ano passado.
"Vivemos uma instabilidade econômica, mas o Dias das Mães, nossa segunda melhor data para o comércio, aliado ao pelo das famílias no ato de presentear suas mães, transformam num período crucial às vendas e sinaliza projeção para os próximos meses", crê ele.
Ainda que a economia esteja longe de engatar uma recuperação mais consistente e o desemprego siga elevado, a pesquisa deste ano detectou um aumento de sete pontos percentuais na parcela de consumidores que pretendem desembolsar uma quantia maior na data: em 2018, apenas 19% dos consumidores acreditavam que iriam gastar mais com os presentes e agora, em 2019, o dado passou para 26% dos entrevistados. Outros 41% devem gastar a mesma quantia que em 2018, ao passo que 24% planejam gastar menos.
A pesquisa revela que no Dia das Mães deste ano, os produtos campeões de venda devem ser as roupas, calçados e acessórios (42%), perfumes (36%), cosméticos (23%) e chocolates (19%).
O ranking ainda é formado por flores (15%), maquiagem (13%), ida a restaurantes (12%) e utensílios de cozinha (12%). Já os itens de tíquete médio mais elevado e, que pesam mais no orçamento, aparecem com menos força, como celulares (10%), eletrônicos (10%) e eletrodomésticos (8%).
Os itens elencados na pesquisa reforçam, para o presidente da FCDL/Sergipe, Edivaldo Cunha, que o brasileiro, apesar de ainda conviver com o desemprego, instabilidade econômica e a informalidade, "tem uma tendência muito clara de absorver datas importantes e comemorativas para presentear seus entes queridos e expressar isso por meio da aquisição de lembranças junto ao comércio. Isso aquece muito a economia local", diagnostica.

Considerada pelos varejistas como a principal data comemorativa do primeiro semestre e a segunda melhor do ano em termos de faturamento, perdendo apenas para o Natal, o Dia das Mães deve aquecer as vendas pelos próximos dias.
Levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que 78% dos consumidores devem realizar pelo menos uma compra no período - o dado fica bastante próximo dos 74% observados em 2018.
Em números absolutos, a expectativa é de que aproximadamente 122,1 milhões de brasileiros presenteiem alguém este ano, o que deve movimentar uma cifra próxima de R$ 24,3 bilhões nos segmentos do comércio e serviços.
Aqui em Sergipe a expectativa se renova concomitantemente aos dados nacionais apresentados pela CNDL e SPC. Para Brenno Barreto, que preside a CDL em Aracaju, o Dia das Mães já apresenta uma tendência de melhoras em compras se comparado ao mesmo período do ano passado.
"Vivemos uma instabilidade econômica, mas o Dias das Mães, nossa segunda melhor data para o comércio, aliado ao pelo das famílias no ato de presentear suas mães, transformam num período crucial às vendas e sinaliza projeção para os próximos meses", crê ele.
Ainda que a economia esteja longe de engatar uma recuperação mais consistente e o desemprego siga elevado, a pesquisa deste ano detectou um aumento de sete pontos percentuais na parcela de consumidores que pretendem desembolsar uma quantia maior na data: em 2018, apenas 19% dos consumidores acreditavam que iriam gastar mais com os presentes e agora, em 2019, o dado passou para 26% dos entrevistados. Outros 41% devem gastar a mesma quantia que em 2018, ao passo que 24% planejam gastar menos.
A pesquisa revela que no Dia das Mães deste ano, os produtos campeões de venda devem ser as roupas, calçados e acessórios (42%), perfumes (36%), cosméticos (23%) e chocolates (19%).
O ranking ainda é formado por flores (15%), maquiagem (13%), ida a restaurantes (12%) e utensílios de cozinha (12%). Já os itens de tíquete médio mais elevado e, que pesam mais no orçamento, aparecem com menos força, como celulares (10%), eletrônicos (10%) e eletrodomésticos (8%).
Os itens elencados na pesquisa reforçam, para o presidente da FCDL/Sergipe, Edivaldo Cunha, que o brasileiro, apesar de ainda conviver com o desemprego, instabilidade econômica e a informalidade, "tem uma tendência muito clara de absorver datas importantes e comemorativas para presentear seus entes queridos e expressar isso por meio da aquisição de lembranças junto ao comércio. Isso aquece muito a economia local", diagnostica.